Frases de Fernando Pessoa Porta Aberta

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Faça a sua parte e acredite em Deus. O resto logo virá.

O povo só acorda quando é atacado diretamente. Infelizmente as instituições de ensino os adaptam para entender apenas o explícito, incapacitando-os da capacidade fundamental do humano, o raciocínio.

Caso sinta em si algum afeto, não o sufoque; deixe-se ir com ele.

Machado de Assis
Helena (1876).

Inveja, odeia tanto que tenta imitar.

O capitalismo é a consolidação do desejo como motor da história.

Possuir armas não é só uma questão de necessidade, mas de dignidade. Quem se recusa a ter armas transfere a outros o dever de matar e morrer para defendê-lo. Nem velhinhas frágeis têm o direito de pensar assim, quanto mais homens adultos e fortes.

A impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias

A velhice ridícula é, porventura, a mais triste e derradeira surpresa da natureza humana.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).

Tentou refugiar-se no sono. O sono rejeitou-o de si.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).

Pelo amor, o homem se torna um outro Cristo. É pelo amor que o homem se une a Deus.

Eu não caminho para o fim, eu caminho para as origens.

A obsessão é a fonte da genialidade e da loucura.

Tenha ânimo, e tudo se há de arranjar.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

“A dor costumada não se sente.”

Poderia ter sido diferente se eu tivesse dito alguma coisa naquela hora. Mas, não disse.

Ai! um sorriso que se desprendesse dos
lábios formosos daquela virgem,
mataria de amores um homem!
Um olhar meigo e terno que brilhasse
por entre aquelas pestanas aveludadas,
venceria o mundo!

Pensamentos depressivos, que nos leva pensar na morte, morte de sentimentos já destruídos, morte das suas forças já acabadas, morte da sua alma, que já não existe mais...

Nós ganhamos o controle de muitas coisas. Mas tivemos que perder o controle de outras.

Basta um frade ruim para dar que falar a um convento.

Luís de Camões
Obras Completas

Levar-te à boca,
beber a água
mais funda do teu ser -

se a luz é tanta,
como se pode morrer?

Eugénio de Andrade
ANDRADE, E., Obscuro Domínio, 1972