A minha vida não é um conto de fadas
Mas começa com um feliz para sempre
E termina em era uma vez uma mulher
Que vivia feliz com muito pouco
Numa casa cheia de lindos filhos
Com o amor da sua vida fim.
Quando a saudade aperta
Chamo o vento, a chuva
Ao sentir a chuva e o vento
No meu rosto lembro-me
Das tuas mãos perfumadas
Acariciar-me o rosto
E das saudades que tenho de ti.
São nas vazias
Ruas da minha solidão
Entre prosas e sonetos
Dos molhados becos escuros
Que estão abandonados todos
Os poemas que te escrevi
Durante toda a minha vida