Frases de Desejo Amantes

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Cai no ridículo a semente que se queixa de que a terra através dela se torna salada em vez de cedro, se ela é apenas semente de salada.

Combaterei todo aquele que, pretendendo que a minha caridade honre a mediocridade, renegue o Homem e, assim, aprisione o indivíduo numa mediocridade definitiva.
Combaterei pelo Homem. Contra os seus inimigos. Mas também contra mim mesmo.

No fundo o que eu quero é que ninguém me entenda para eu poder te amar tragicamente!

É mais seguro escrever do que falar; falando improvisamos, para escrever refletimos.

Saber decorado é não saber.

Não compartilho da crença num progresso infinito quanto às sociedades; acredito nos progressos do homem em relação a si mesmo.

Mas a compaixão mata, enfraquece ainda mais a nossa fraqueza.

Em uma terra onde tudo está por fazer, não seria o teatro, cópia continuada da sociedade, que estaria mais adiantado.

Machado de Assis
Diário do Rio de Janeiro, 1 dez. 1861.

Longe de educar o gosto, o teatro serve apenas para desfantasiar o espírito, nos dias de maior aborrecimento.

Machado de Assis
Relíquias de Casa Velha. Rio de Janeiro: Garnier, 1906.

O mundo intelectual deleita a poucos, o material agrada a todos.

O espelho reflecte certo;
não erra porque não pensa.
Pensar é essencialmente errar.
Errar é essencialmente estar cego e surdo.

Quando afirmamos que o passado foi melhor, condenamos o futuro, sem conhecê-lo.

Não deixe que faça da sua vida um terreno baldio, faça uma cerca em volta dela, não deixe que coloque lixo nela.

"Sabia dizer de tal modo a uma senhora idosa que a achava cada vez mais jovem, que a senhora subitamente remoçava, e a mentira se resolvia em verdade."

Cerra bem as pétalas do teu corpo imóvel e pede ao silêncio que não vá embora...

Vinicius de Moraes

Nota: Trecho de texto de Vinicius de Moraes.

Toda tolice, por mais grosseira que seja, sempre encontra sequazes.

Erasmo de Roterdã
"Elogio da Loucura". eBooksBrasil.com, 2002

Da morte apenas, nascemos imensamente.

Param as fontes a beber-te a face.

Eugénio de Andrade
ANDRADE, E., As Mãos e os Frutos, 1948

Ambientando-me com o dia. É como nascer de novo.

É ofício do olhar chorar os excessos da alma.