Frases de Decepção Amorosa

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É claro que a vida é boa (…)
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste…

Vinicius de Moraes

Nota: Trecho de poema "Dialética", de Vinicius de Moraes.

Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!

A saudade que sinto de todas as pessoas que foram é por tudo o que elas não foram.

Dê valor as pessoas enquanto elas estão por perto, pois saudade não será motivo suficiente para que elas voltem.

Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive,
mas quis muito ter!

Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.

Desconhecido

Nota: Embora a autoria seja normalmente atribuída a Clarice Lispector, na verdade o trecho se trata de um híbrido, que combina elementos e excertos de Antônio Carlos Affonso dos Santos com outros, escritos por um autor desconhecido.

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Não gosto desse passarinho. Não gosto de violão. Não gosto de nada que põe saudades na gente.

Não é um conto de fadas: todo conto de fadas tem um início triste e um final feliz. Quando o início é muito feliz, cuidado com o final triste.

A saudade é o bolso onde a alma guarda aquilo que perdeu.

O melhor remédio contra a saudade é a falta de memória.

Gosto da noite imensa,
triste,preta,como esta estranha borboleta
Que eu sinto sempre a voltejar em mim!...

Não há saudades mais dolorosas do que as das coisas que nunca foram.

Bom dia, minha paixão, quanta saudade, sem fim… Espero, meu coração, mesmo não estando aqui, que penses, amor, em mim, como eu penso em ti...

Não é saudade, porque para mim a vida é dinâmica e nunca lamento o que se perdeu - mas é sem dúvida uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez rápida demais e, a cada momento, tudo se perde.

A tristeza é um muro entre dois jardins.

A vida me parece bela e mágica,
mas morro de saudade de você.

Sinto saudade, mas não quero correr atrás. Ai, até onde vai tanto orgulho?

Um cansaço de existir,
De ser.
Só de ser.
O ser triste brilhar ou sorrir...

Fernando Pessoa
Poesias. Lisboa: Ática, 1942.

Os tristes têm duas razões para o ser: ignoram ou esperam.

Na saudade descobrimos que pedaços de nós já ficaram para trás.
E descobrimos, na saudade, uma coisa estranha: desejamos encontrar, no futuro, aquilo que já experimentamos como alegria, no passado.
Só podemos amar o que um dia já tivemos.

Se fosse só sentir saudade, mas tem sempre algo mais...