Hoje venho lhe contar,
A vida que nos cerca,
Continua a desmoronar,
Meu coração avisa que tempo,
Nos não temos para esperar,
Vamos viver,
Enquanto der,
Amar,
Até tudo se devastar.
Viveu, bebeu e comeu do ócio... E quando se deu conta queria ter nele morrido e regurgitado: para aproveitar, só por mais alguns míseros instantes, as maravilhas da vida mundana.
Os arranhões da alma. Ninguém lhe pergunta quem os fez. Pois, só você os vê ou sente logo, cura-los só depende de você. Será tão fácil assim? não, disse o esfolado.