Grande parte da linguagem do amor era assim: você devorava alguém com os olhos, bebia a visão dele, o engolia inteiro. O amor era substância, espalhado e batendo em sua corrente sanguínea.
O amor colore mais que um simples sentimento, transborda de riscos e traços o caminho para dor, mesmo os mais simples borrões percorre em suas aveias como néctar da flor.
Em um mundo repleto de maldade, há uma luz no fim do túnel, um último fiapo de amor que a humanidade pode tentar se agarrar, para não se afundar no mar amargo da imoralidade e falta de compaixão.