Frases Conhecidas

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⁠Quem quiser colher felicidade e satisfação na vida, que evite sempre a cultura superior.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠A cultura não pode absolutamente dispensar as paixões, os vícios e as maldades.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠"Prazer com uma coisa" é o que se diz: mas na verdade é o prazer consigo mesmo mediante uma coisa.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠A coisa obscura e inexplicada é vista como mais importante do que a clara e explicada.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠As pessoas que não podemos suportar procuramos tornar suspeitas.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
Inserida por PensamentosRS

⁠Nenhum artista suporta o real. Qualquer artista, olhando para trás, tem a sincera opinião de que o verdadeiro valor de uma coisa é uma "sombra" que pode ser fixada nas cores, na forma, no som, no pensamento.

Friedrich Nietzsche
A vontade de poder (1901).
Inserida por Frankfiking

É mais fácil lidar com sua má consciência do que com a sua má reputação.

Friedrich Nietzsche
A gaia ciência. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
Inserida por Juliusceasar4

⁠O que é mau? – Tudo o que vem da fraqueza O que é felicidade – O sentimento de que o poder cresce, que uma resistência foi superada

Inserida por Juliusceasar4

⁠A loucura é rara em indivíduos, mas em grupos, partidos, nações e épocas, é a regra.

Friedrich Nietzsche
Além do bem e do mal. São Paulo: Companhia de Bolso, 2005.
Inserida por rapha777

Renunciar a liberdade é renunciar a qualidade do homem.

Para que negá-lo? Também já vi gente que fugia da morte, impressionada de antemão pelo confronto. Mas é bom que vos desenganeis: aquele que morre, nunca eu o vi amedrontar-se. Se assim é, para que os hei de lastimar? Para que chorar o seu acabamento? A perfeição dos mortos! Não conheço eu outra coisa.

Não pretendo que a poesia seja um antídoto para a tecnocracia atual. Mas sim um alívio. Como quem se livra de vez em quando de um sapato apertado e passeia descalço sobre a relva, ficando assim mais próximo da natureza, mais por dentro da vida. Porque as máquinas um dia viram sucata. A poesia, nunca.

Mario Quintana
De uma entrevista para o boletim do IBNA. In: A vaca e o hipogrifo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
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Não basta saber amar…

Neste mundo, que tanto mal encerra,
não basta saber amar,
mas também saber odiar,
não só servir a paz, mas também ir para a guerra.
Seguiremos assim o próprio exemplo
de Jesus, que tanto amor pregou na Terra...,
quando Ele,
num ímpeto de cólera,
a relhaço expulsou os vendilhões do templo!

Mario Quintana
Quintana de bolso. Porto Alegre: L&PM, 1997.
Inserida por pensador

⁠Viver

Quem nunca quis morrer
Não sabe o que é viver
Não sabe que viver é abrir uma janela
E pássaros pássaros sairão por ela
E hipocampos fosforescentes
Medusas translúcidas
Radiadas
Estrelas-do-mar… Ah,
Viver é sair de repente
Do fundo do mar
E voar…
e voar…
cada vez para mais alto
Como depois de se morrer!

Mario Quintana
O segundo olhar. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2018.
Inserida por pensador

⁠Uma simples elegia

Caminhozinho por onde eu ia andando
E de repente te sumiste,
– o que seria que te aconteceu?
Eu sei... o tempo... as ervas más... a vida...
Não, não foi a morte que acabou contigo:
Foi a vida.
Ah, nunca a vida fez uma história mais triste
Que a de um caminho que se perdeu...

Mario Quintana
Antologia poética. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.
Inserida por pensador

⁠Poema

Oh! aquele menininho que dizia
“Fessora, eu posso ir lá fora?”
Mas apenas ficava um momento
Bebendo o vento azul...
Agora não preciso pedir licença a ninguém.
Mesmo porque não existe paisagem lá fora:
Somente cimento.
O vento não mais me fareja a face como um cão amigo...
Mas o azul irreversível persiste em meus olhos.

Mario Quintana
Antologia poética. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.
Inserida por pensador

Ensina o aprendizado e o aprendizado ensina o ensinado.

Inserida por WeslleyHenrique

⁠Identifico, assumo, aceito. Logo, corrijo!

Inserida por julianaalvescoach

⁠Estudo, aprendo, prático, ensino. Logo, absorvo!

Inserida por julianaalvescoach

Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida... ou como diriam... sofrida

Inserida por VictorM