Frases Célebres
Existe a mentira, o não mentir, e a verdade.
Sempre busco a verdade, mas se eu morrer e não conseguir achar, estou feliz... pois não estou mentindo, e nem vivendo no fundo escuro de uma caverna[Referência ao Platão].
Antoine Saint Exupéry escreveu certa vez: "Aqueles que passam por nós não vão sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós". E, nesse ato de troca mútua, germina a semente da amizade, deixando, debaixo de si, a raiz da saudade.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP. Crearte Editora, 2013)
Visto que todos nós aspiramos a ser felizes, e que obviamente atingimos esse estado mediante o uso das coisas, e de um uso correto, e que é o saber que proporciona a retidão e o êxito, então parece-me que é necessário que todo o homem se prepare, de todos os modos, para ser o mais sábio possível, não achas?
(Eutidemo)
É então de há tanto tempo que o amor de um pelo outro está implantado nos homens, restaurador da nossa antiga natureza, em sua tentativa de fazer um só de dois e de curar a natureza humana. Cada um de nós portanto uma téssera complementar de um homem, porque cortado com os linguados, de um só em dois; e procura cada um o seu próprio complemento.
"...Ora, eles agem fora de todo bom senso, buscando apenas o comodismo imediato e, unindo-se a seus semelhantes, cheios de aversão pelos outros, deixam-se guiar
sobretudo por suas antipatias..."
Voltaire disse que a metafísica consiste em procurar, num quarto escuro, um gato preto que não está lá. O amor não é diferente. O amor consiste em procurar, num vazio coração, sentimentos pequenos que vertem lágrimas em nossos olhos. Mesmo que esses sentimentos não existam.
"Eu ri como todo mundo do Espiritismo, mas o que eu considerava como o riso de Voltaire não era mais que o riso do idiota, muito mais comum que o primeiro."
Eugène Bonnemère.
Eu vejo Voltaire como um grande fanfarrão satírico e adorável, mas apenas os amigos podem falar assim.
Voltaire era o pseudônimo (apelido) de François-Marie Arouet. Foi um importante ensaísta, escritor e filósofo iluminista francês. Nasceu na cidade de Paris, em 21 de novembro de 1694 e morreu, na mesma cidade, em 30 de maio de 1778 (aos 83 anos).
Se ao invés de sentar - se à mesa com os doze, Cristo tivesse sentado a mesa com Voltaire, Kant, Sartre, Bukowski, Freud, Chico Anysio, Sócrates, Nietzsche e Sêneca? Qual seria o papo?
Tal como:
“Discordo do que você diz,
mas defenderei até a morte
seu direito de dizê-lo.” Voltaire.
Da mesma forma: defenderei
até a morte meu direito
de combater tudo
que discordo.
“Por conseguinte, se alguém declara que a justiça significa restituir a cada um o que lhe é devido, e se por isso entende que o homem justo deve prejudicar os inimigos e ajudar os amigos, não é sábio quem expõe tais ideias. Pois a verdade é bem outra: não é lícito fazer o mal a ninguém em nenhuma ocasião” (Sócrates, República)
