Que nossas asas ganhem sentido na urgência dos céus e não no medo dos abismos.
E no mesmo abismo que a noite cai, me perco na urgência de não ter sentido com medo dessas asas que forjam um céu duvidoso mencionado por ti;
Eu me identifico com o perigo dos momentos desmedidos
Que me fazem ter medo de como posso perder
O que me atraí... Mesmo assim arrisco;
Para então dar emoção a vida;
Pareço sozinha! Mas há uma força muito além do entendimento
Que me impulsiona em seguir sem medo, só pelo coração...
Escuto a minha alma e aguardo a minha felicidade;