BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.
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Nem a ciência, nem as artes, nem mesmo o dinheiro, nem o amor, poderiam ja dar um gosto interno e real as nossas almas saciadas. Todo o prazer que extraía de criar, estava esgotado. Só restava, agora, o divino prazer de destruir.
Memórias Póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Typografia. Nacional, 1881.
Nota: Trecho condensado do original.
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Digo-lhe que faz mal, que é melhor, muito melhor contentar-se com a realidade; se ela não é brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir.