Frase de poesia

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Um dia chuvoso é uma bênção...
pois chuva é vida em harmonia...
são bênçãos divinas... que renovam
nossas vidas...
colorem nossos campos
e alegram a todos que sabem seu
significado e a sua imortância.
Uma chuva de bênçãos para você!!!

05/08/2018

A Literatura de Cordel transmite não só o aprendizado, mas também os versos que cada ser humano necessita em seu coração.

Zouk, Bachata e Samba vão para o raio que o parta
Porque dia de quinta feira
Meu compromisso é dançar um forró
Cheirando o cangote da Marta

Você mora tão longe

Por que a vida tinha que ser tão cruel?

Se pudesse veria você hoje

E no número de dias equivalentes às estrelas que há no céu;

Há dias que, independente da estação olho para a vida e a vejo repleta de flores. Nesses dias meio mágicos é que sei que mais uma vez a poesia floresceu em meu olhar.

Desejos de estrada, partir,
poeira ou nuvem,
seguir até onde o coração aguentar,
orando, cantando e em plena lucidez
voar, voar, voar...

TRANQUILIDADE SENSÍVEL

Minha busca pelo momento certo em que a alma tenha a "tranquilidade sensível" para perceber a voz interior, vem na caminhada. O amor e o tempo são parceiros neste trajeto da vida humana.

Poetisa

A alma poetisa.
Se espreme.
Se exprime
E agoniza.

Ela se despe.
Atenua.
Perpetua
E se veste.

Ela rumina.
Digere.
Difere
E abomina.

A alma poetisa
Adoece.
Anoitece.
Mortaliza.

A ação de não agir resulta na certeza da dúvida.

Mude mas comece devagar.

A minha Musa antes de ser
a minha Musa avisou-me
cantaste sem saber
que cantar custa uma língua
agora vou-te cortar a língua
para aprenderes a cantar
a minha Musa é cruel
mas eu não conheço outra

Deus não me deu
um namorado
deu-me
o martírio branco
de não o ter

Vi namorados
possíveis
foram bois
foram porcos
e eu palácios
e pérolas

Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia como era bonita.
Quando era bonita, as pessoas diziam-lhe:
- Eu amo-te.
E iam com ela para a cama e para a mesa.
Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:
- Não gosto de ti.

Lamento: meu ornamento
minha casa em construção

De que armas disporemos, senão destas
que estão dentro do corpo: o pensamento,
a ideia de polis, resgatada
de um grande abuso, uma noção de casa
e de hospitalidade e de barulho
atrás do qual vem o poema, atrás
do qual virá a colecção dos feitos
e defeitos humanos, um início.

Hoje quero com a violência da dádiva interdita.
Sem lírios e sem lagos
e sem o gesto vago
desprendido da mão que um sonho agita.
Existe a seiva. Existe o instinto. E existo eu
suspensa de mundos cintilantes pelas veias
metade fêmea metade mar como as sereias.

Acredite em vc mesmo que pra isso ,vc passe por cima de pequenos orgulhos , não questione nunca a vida ,vença a cada fase com dignidade...

Não quero essa mudez de condolências
a mim, a ti, ou só à terra
que tu e eu pisamos — e comemos.
Pergunto simplesmente se tu eras,
quem eras, e onde foste
depois que se fizeram quatro horas.

Há a mulher que me ama e eu não amo.
Há as mulheres que me acamam e eu acamo.
Há a mulher que eu amo e não me ama nem acama.

Em cada verso há um naufrágio
não sei de poema que não seja mar.