Frase de poesia
Poeta é o que faz da vida uma festa viaja no universo do verso, da prosa , da rima e seu texto, nunca termina.
Mas experimente amar
Uma vez sequer na vida
E saberá o poder da observação
Da beleza de um raio de sol
Na claridade de uma lua cheia
Da chuva fina caindo de madrugada
Da saudade que aperta ou dilata
O peito numa lágrima solitária
De alegria ou tristeza
Agora torno-me escritor, que também é criador, só que a minha criatura não é um ser, em si, e sim um texto para mim e talvez para você um pensamento que relembre um certo ser, ou uma certa sereia.
Reclama da vida quase que sempre, mas somente em dias de "feira", sábados, domingos e feriados. Os outros dias que sobram ele não reclama mais, que alívio...
Quem sou estou amando
Estou me aperfeiçoando
A partir do meu próprio esforço
Hoje vejo que consegui
Descobrir o melhor para mim
Afirmo teimosamente
Sou capaz de o melhor de mim
Principalmente de ser feliz❤️
A delícia de todo compromisso é a segurança de ser única mesmo que em partes, deslizando no encaixe perfeito neste quadro em quebra-cabeças onde todas as peças unidas constroem a beleza da tela.
Dos ares perdidos e horizontes inalcançáveis, guardo a experiência do lasso me direcionando à plenitude do mergulho, na quietude do teu abraço ...
Cada uma das pessoas deste mundo
É um verso, de uma estrofe
Das muitas que compõem ...
A eloquente poesia
A que chamamos de vida
multiplicam-se sombras
ténue pestilência
sigilo absoluto
infestam mudas
o chão
a parede
o tecto
e a alma
à luz da noite
brotam
impetuosas
precipitando a diáspora
do corpo humano.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "infestação")
de que vale o consolo humano da lágrima
trespassando a carne viva do coração
se são os meus horrendos e gigantes pés
ágeis pincéis que sangram no céu escarlate?
(Pedro Rodrigues de Menezes, "inutilidade da lágrima")
nunca o meu corpo abstracto
na sua infinita aritmética
encontrou a geometria da mão
que o elevasse ao quadrado
multiplicador da sua raiz.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "obtusidade no corpo")
se eu fechar os olhos
pelo instante breve
talvez o instante perdure
porque a escuridão é
uma luz por instruir.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "a instrução da luz")
nas asas cegas
a traça sonda
sobre a luz da vela
a misteriosa beleza
o lúgubre destino
a sua morte inesperada.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "nas asas cegas")
o amor tem a grandeza de jamais ser igual da mesma forma que nunca atravessamos o mesmo rio duas vezes
pode-se amar várias vezes e o amor será sempre original e único
