Não posso render-me agora, Busco no outro o sentido da espera. Se a luta ainda pulsa, É porque vejo, em algum gesto teu, A promessa de uma primavera Que justifica o inverno que resta em mim.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.