O entranhável que habita no final é o... Anna Flávia Schmitt Wyse...
O entranhável que habita
no final é o que enraíza,
E não aquilo que se aprecia
por vir do mundo exterior.
É a boa colheita do açaí
da Palmeira Juçara,
a ingênua herança latina
que nasceu disputada -
mesmo sem ser notar.
O lume emanado do amor,
os vezos em chamas -
de entrega e romance,
a querença além do instante.
A lírica trovadoresca e a corte,
o Sul do meu Sul até o Norte,
Ter nascido aqui e descobrir-te:
é nascer com muita sorte,
e por nós inteira nos dedicar.
Está para nascer a batalha cultural
que desconstrua e vença,
Só de receber o seu sorriso é
o meu melhor Poemário Nacional.
Não há quem convença e prenda,
te querer sempre mais só aumenta
a pertença mesmo que alguns digam
que querer viver assim é só lenda.
