Até que ponto a gente é realmente... Alice Teixeira
Até que ponto a gente é realmente livre pra ser quem é?
Não é uma pergunta simples, é algo complexo de se pensar, mas no meu ponto de vista, nós nunca somos nós mesmo, somos apenas um reflexo de como lidamos, com o ambiente, com as pessoas, com as situações felizes e tristes, e principalmente com a nossa família. Tudo o que nós somos, é aquilo que nós aprendemos a ser.
Agora falando sobre o “Até que ponto a gente é realmente livre para ser quem é?”, bem nunca somos, por que não somos um só, todas as pessoas são “duas caras”, por que quando estou sozinha eu sou uma pessoa, com a Gabriela eu sou outra, com a Julia outra, com a minha família outra, e é por isso que eu considero muito difícil reunir todos os meus amigos (de diferentes grupos) e a minha família em um só lugar.
Também abordaremos os principais assuntos sobre ser livre para ser quem é, até por que vivemos em uma sociedade recheada de críticas, onde tudo é criticado, se eu sou bom uns vão dizer que sou gentil, outros dirão que sou trouxa, e outros ainda que eu sou falsa, mas isso não diz muito sobre mim, diz mais sobre quem eles são, não acha? E nessa minha idade, não só, mas principalmente, tudo é julgado, muitas vezes pelo fato de que a tecnologia está expondo muitas coisas. Então tudo o que fazemos é seguir, não o que consideramos certo, mas aquilo que consideramos que todas as pessoas, ou boa parte delas, acharam certo, por que temos medo das críticas.
Respondendo finalmente à pergunta, “Até que ponto a gente é realmente livre pra ser quem é?” simples, nunca somos livres para ser quem somos, por que nunca somos apenas uma pessoa, somos tudo e ao mesmo tempo nada, com cada um somos diferentes, e sempre somos criticados, sempre, mas isso diz mais sobre o outro do que sobre nós.
