Fragrância
Camaradagem !!
É a mais bela fragrância e nos deixa perfumados por onde passamos , nos
enche de brilho e de encanto
Jóia preciosa a quem possui.
Uma caixinha de surpresa a quem se aproxima
Destintivo de delicadeza , leveza e suavidade , do amor e da solidariedade
Exala conforto e refresca a alma quem o recebe .
Camaradagem
Passaport da paz , do entendimento a vida
Compreende que viver satisfatoriamente e com qualidade , depende do servir , e que está em nossas mãos o poder de praticarmos todos os gestos de atenção , carinho e cuidado ao proxímo
Camaradagem
Consciência esmerada quando percebemos que a condição humana necessita destes cuidados , delicadezas toques especiais e suaves
Gestos que nos motivam também proseguir e adoçam o nosso proprío ser , energizam o universo ao caminho do bem .
Ahhh camaradagem que gesto respeitador , elegante e encantador .
Simone Vercosa .
Pode entrar, a porta está aberta
Entra a flor
O amor
O perfume
A essência
A fragrância
O aroma
Só nossa
Só nosso
Pode entrar
Tudo isso
Já nasceu dentro de nós
Na mente
Semente
Que em nós Vive
Viverá
Eternamente
A porta nunca esteve trancada
Nós que nos habituamos
A olhar pelo buraco da fechadura
Perdendo a oportunidade
De ver o infinito
Todo estrelado
Diante dos nossos olhos
Nos olhando
Piscando para nós
Nos paquerando
Querendo somente a nossa atenção
Porque nos ama
Sabe que nascemos para amar
E nos quer ver felizes
Amando sem cessar
Sem jamais implorar
Por uma estrela, cadente...
Paz no coração
O Perfume da Renúncia.
Há gestos que se dissolvem no ar como perfumes invisíveis fragrâncias da alma que ninguém vê, mas que perfumam silenciosamente a atmosfera onde passam. São as oferendas sutis dos que aprenderam a servir em silêncio, flores humanas que, em vez de buscar aplausos, se abrem ao sol do dever e ao orvalho da dor. Assim é a dedicação em renúncia: um cântico mudo da consciência desperta, um perfume espiritual que não exige olfato para ser sentido.
A flor que se doa não questiona a quem se destina o seu aroma. Ela apenas floresce. Assim também o ser que alcançou o verdadeiro autoconhecimento já não indaga sobre o retorno de suas ações, pois compreendeu que servir é o mais puro estado do amor. Sua existência se faz como uma lâmpada acesa em um aposento onde ninguém entra e, mesmo assim, continua a iluminar.
Quantos caminham entre nós nessa silenciosa via-sacra da bondade anônima? São almas que vivem a felicidade não em palavras, mas em gestos; que suportam o esquecimento com serenidade e transformam a própria dor em brisa consoladora. São aquelas criaturas cuja presença acalma, mesmo quando os lábios emudecem; cuja ausência, paradoxalmente, se faz presença no coração dos que aprenderam a sentir com o espírito.
A renúncia verdadeira não é grito, é eco. Não é ausência, é transfiguração. É o ponto onde o ser humano se despede de si mesmo para encontrar-se em sua essência. Nesse instante de lucidez interior, o coração entende que a vida não é palco, mas altar. E que cada ato de humildade é uma prece sem palavras, uma oferenda sem testemunhas, um perfume que sobe, discreto, à eternidade.
Há uma melancolia suave nessa entrega, porque o renunciante contempla a beleza e sabe que dela não fará uso. Ele toca o sublime e, em vez de retê-lo, o devolve à vida. Essa tristeza, porém, não é desespero é maturidade espiritual. É a nostalgia do Espírito que recorda, no silêncio do dever cumprido, o perfume do lar divino de onde partiu.
Quando a flor murcha, não deixa de ter sido flor; quando o perfume se dispersa, não deixa de ter existido. Assim também o amor que se doa em renúncia jamais se perde: ele permanece, invisível, sustentando o mundo em suas raízes mais secretas.
A servidão, quando nasce da consciência iluminada, não é submissão, mas liberdade. É o ato supremo de quem já não precisa ser visto, porque aprendeu a ver. O autoconhecimento, então, torna-se um espelho onde a alma se reflete e reconhece o rosto sereno da paz dentro de si.
E, nesse ponto, o perfume da flor silenciosa se confunde com o hálito da eternidade.
Apiúna poema,
a tua fragrância de tangerina
é o meu aroma predileto
onde o céu é o teto.
Apiúna poema,
o teu aroma inunda
de ternura os sentidos,
És o poema perfeito
e rincão paradisíaco.
Apiúna poema,
esta cidade me anima,
a inspiração é locomotiva
rumo a Festa da Tangerina.
Belas Rosas,
Fragrâncias de Compensação
Pela Atenção Prestada,
Necessária Dedicação
E Demonstrada Paciência
Pra uma Aguardada Satisfação.
Uma brisa suavetoca o teu rosto,
uma paz te invadetrazendo conforto
assim como a fragrância das flores,
um sentimento de renovo que carregarás pra onde fores.
Exalas uma irresistível fragrância de audácia, de uma instigante loucura
demonstrada na tua postura provocante, na tua beleza rara
de detalhes tão cativantes
que seria um pecado ignorá-la.
Ao ter esta personalidade excêntrica,
sendo doce e atrevida, tua existência
é atraente e aviva com maestria,
proporcionando tamanha vivacidade,
uma euforia muito distinta,
portanto, uma explícita preciosidade.
Levando tudo isso em conta,
sinto segurança para comparar-te
a uma bela rosa, cujo aroma é intenso e cuja presença é admirável
tornando grandioso um simples momento que alegra a alma
com um rico sentimento.
O meu poder vai além do teu querer
A minha fragrância envolveu o teu arfar;
O meu desejo ainda vai te endoidecer
A minh'alma sempre é o teu [altar...
A minha luxúria virou o teu refúgio,
O meu anseio não passou, ficou;
A paixão tornou-se inquebrantável,
O nosso corpo é um só: [indissociável].
O vento ergue o sublime uivo,
A chuva molha o teu [escudo,
O meu corpo em descuido manso
A vontade no peito desfez o [escuro.
A chama não se apaga nunca,
O amor é a luz do mundo,
A verdade traz o fio da [espada,
O arrepio que me traz e sempre me [mata.
A minha presença sempre será [forte,
O verso mais lindo que fiz, não rasguei;
A doçura de amor virou lei,
O amor trouxe você que me deu [sorte.
O poder de estar sempre contigo,
A cadência que te alucina, poema de absinto,
O amor que se arrisca até no abismo,
A loucura que não apaga nem da memória.
A tua fragrância não sai de mim,
Carrego este desejo segredado,
É o teu talento de sommelier,
Que nos faz bem harmonizados,
Carrego um amor inexplicável,
Que sonha com você apaixonado.
Uma volúpia
que me perpassa,
É o teu vestígio
de amor sem fim,
Tentei escapar
algumas vezes,
O teu jeito
de ser enlaça,
Esse coração que
por ti vive a bater;
É um desejo
incessante de te querer.
Não sonhas comigo,
vive em transe,
Viveremos o nosso
ardente amor,
Escreveremos
o nosso romance;
Poemas conjugados
[plenos]
De desejos ainda
não explicados,
De um amor que
surgiu insinuante.
O meu coração por
ti apaixonado,
Vive te procurando
De manhã até a noite;
Nunca experimentei amor
Tão encantado - enfeitiçado.
Quero o meu guerreiro atiçado,
És poema personificado...
Por isso, escrevo
versos para mantê-lo
- atentado -
E nessa plenitude poética
Quero o teu corpo bem
- atado -
E completamente
agarrado...
De manhã até a noite,
vivo procurando-o
Imaginando que estás
ao meu lado,
É o coração esperando
o teu ficar bem colado.
"Chegando a seis décadas servindo neste planeta, senti cheiros, fedores, aromas, fragrâncias de marcas conceituadas, cheiro de mato, chuva com terra.. Mas nada me traz mais conforto e paz do que o aroma de roupa lavada e limpa..."
(Mário Luíz)
