Fraco
Ninguém é totalmente forte ou fraco. Há situações que fazem um cordeiro virar um leão. Tudo depende da imensidão do sentimento envolvido, porque as vezes o que move o homem é a dor.
Lene Dantas.
Um oprimido quando descobre que seu opressor apresenta algum ponto fraco, pode se tornar muito mais forte do que ele.
As superstições foram criadas pelos brincalhões da vida por conhecerem o lado fraco do estado emocional do ser humano
A guerra é a forma que o homem encontrou para mostrar a Deus, como é fraco e despreparado em sua própria evolução
Quem foi fraco com você sabe o motivo do seu distanciamento, mas finge não saber, para sair como vítima.
Muitos são contrários à ordem, mas sem ordem não há progresso. Por isso, o Brasil se mostra fraco, pois, há muito tempo, rejeitamos a ordem, e o progresso nos escapa.
Um olhar vívido
de um espírito grato
por não ter desistido,
pois sentiu-se fraco muitas vezes,
mas continuou e continua persistindo com Deus iluminando cada passo, tentando cumprir com seus deveres
e sem esmorecer,
lembrando de tudo que já foi conquistado
e ciente de que ainda há muito caminho
a percorrer.
O Homem é mais forte por fora e mais fraco por dentro 💔, já a Mulher é mais fraca por fora e mais forte por dentro ❤.
Se eu fosse fraco, tudo seria tirado de mim também.
É por isso que desejo força.
Força ilimitada.
(Ainz Ooal Gown)
❝ ...Cair não quer dizer que sou fraco.
Ser forte é ter que levantar sozinho
depois de uma queda, quando ninguém
estava la para te estender a mão. Não
me julgue fraco ,também tenho o direito
de chorar quando me sinto só....❞
❝ ...Se a dor vier, se acaso estiver
fraco e sem forças, não desista,
insista, persevere. Deus é o nosso
sustento, ele vai te mantes firme,
de pé. Creia no amor infinito e
misericordioso de Deus. A
tempestade vai passar, o mar vai se
acalmar e a vitória enfim vai chegar...❞
-------------------- Poetisa:Eliana Angel Wolf
Não é o amor que morre
É a falta de romance
Que o torna fraco
Quem ama namora
Promete, se compromete
E nunca ... nunca deixa de sonhar
Hoje eu não fui, hoje eu fui fraco, hoje eu não lutei, eu apenas me entreguei ao desânimo e me permiti perder. Me deixei por último, não quis levantar e nem buscar forças...
Eu não acordei com aquela vontade de querer ir, de levantar e principalmente de lutar, é muito cansativo ficar sempre na linha de frente, evitando os sentimentos e se fazendo de doido para não ficar louco. Tem dia que eu me entrego sem querer lutar. Ser forte o tempo todo é uma ilusão tão grande, é necessário se permitir não está bem, e dessa forma nos conhecer melhor de outro ângulo. Ser quem somos é muito difícil, é uma eterna luta diária e hoje eu não vou lutar, eu vou só me deixar levar.
PELADAS DE RUA:
Quando menino a bola era meu fraco:
Bastava saber que no campo do barreiro de ZÉ JOAQUIM havia uma. Que ali estava eu, moleque franzino de cabelos claros cortados em franja, motivo pelo qual a molecada me chamava de “Zico”, apenas pela aparência física, pois mesmo tendo certa intimidade com a “Gorduchinha” nem de longe lembrava o Galinho.
Porém, me recordo com muita nostalgia do primeiro time formadinho com uniforme e tudo. Mas, claro, não tinha nada a ver com a realidade tupiniquim.
O padrão era do Internacional, clube lá do sul.
Ora! Ninguém queria saber se era do Sul, Norte ou outra região. O que bastava era estar uniformizado e se exibir no campo defronte ao estádio JOSÉ RAMALHO DA COSTA, pointer dos times de peladas de rua à época. Por quê? “Por que ali era onde os jogadores profissionais e técnicos do América Futebol Clube passavam para os treinos e todos os moleques alimentavam a esperança de um dia jogar no América. Carinhosamente chamado de” MEQUUINHA”.
Como em todo grupo existem as figuras pitorescas aquele não podia ser exceção. Logo aparece o “Beque Central” do time, apelidado de “BUBAÇO”. Era uma figura esguia, meio corcunda e olhos quase que saltando de órbita.
Buba como carinhosamente o chamávamos, sujeito não muito adepto da higiene, tinha o mal habito de conservar as unhas dos pés sem apara-las.
Também lembro com muita nitidez que todos jogavam descalços porque a grande maioria dos meninos eram filhos de pais pobres e não podiam comprar o Kichute. Pois era privilegio dos mais abastados filhinhos d papai.
Nunca me saiu da lembrança, um fato no mínimo hilário, que até hoje quando lembro me passa um VT daquela cena inusitada: Era a final de um torneio, e nós decidíamos com o Botafogo de Ciço de Miguel Eustáquio. Que por sinal era o melhor entre os demais times.
A partida estava com o placar em 0 X 0 e já no finalzinho do jogo quando Bubáço (jogador), recebe uma bola cruzada sobre o zagueiro adversário, dribla-o” Quipa” e chuta com bastante força a bola que era de plástico, a saudosa Canarinho, o xodó da gurizada nos anos de 1970. Parece mentira, as unhas salientes do atleta corta a pelota e o gol é abortado.
Desolado e visivelmente indignado. Entra em cena JUVENAL, dono da bola e do fracassado time. Percorre todo o campo como se numa volta olímpica com um único intuito, agredir o pobre Buba que além de cortar sua bola, frustrou o resultado daquela partida.
O cartola ao alcançar seu jogador, impiedosamente o agride físico e verbalmente. Além de suspendê-lo da equipe até que compre uma nova bola e apare suas malfeitoras unhas.
Ainda meio assustado estava ali estático.
Eu, e os demais colegas do clube. Sem esboçar nenhuma reação em defesa do principal personagem daquele espetáculo que hoje juntamente com seu “algoz” encontra-se em outra dimensão.
Tudo isso para fazer jus ao que digo ao encetar o texto:
(A bola era definitivamente o meu fraco). Diferentemente do que representava meu ídolo Arthur Antunes Coimbra (Zico).
Nicola Vital
