Foi Deus que fez o Vento
A repercussão de um mau caráter sempre foi resultado de escolhas imorais...
A ética não existe para ele,quando ele quer conseguir o que quer, até a ética ele manda matar!
Minha mãe tem cabelo de algodão-doce cansado,
daquele que o tempo foi soprando devagar…
e mesmo assim ainda adoça o dia de quem chega perto.
O rosto dela é estrada de barro batido,
listrado pelas chuvas que já enfrentou…
mas firme, como quem nunca saiu do lugar que ama.
O café dela nunca é só café,
é colher batendo na xícara marcando o tempo…
como relógio simples ensinando a vida a não parar.
Minha mãe mexe o açúcar devagar,
como quem tenta adoçar o mundo…
sem fazer barulho pra não assustar a dor.
Ela é dessas que conversa com planta,
e jura que o sabiá responde…
porque quem tem fé entende até o silêncio cantar.
Minha mãe é livro que não pode empoeirar,
porque cada página esquecida…
é um pedaço da gente que deixa de existir.
Saudade dela não é ausência,
é presença que não cabe no abraço…
e por isso transborda pelos olhos.
Tem dia que ela é rede na varanda,
balançando entre o cansaço e a fé…
sem nunca deixar ninguém cair.
Se um dia ela for embora,
vai ficar espalhada nas pequenas coisas…
no barulho da colher, no canto do sabiá, no balanço de uma rede.
O episódio de 8 de janeiro foi amplamente rotulado como um crime, mas há quem sustente que ele também serviu como instrumento de exemplaridade seletiva. Sob essa ótica, o processo levanta questionamentos sobre a consistência dos julgamentos, a precisão das declarações apresentadas e a solidez das provas utilizadas.
Chama atenção o fato de que nem todos os envolvidos receberam o mesmo tratamento, o que alimenta a percepção de que a punição recaiu de forma desigual. Essa assimetria, por si só, fragiliza a confiança em qualquer narrativa que se pretenda absoluta.
No pano de fundo, permanece uma realidade social persistente: a desigualdade estrutural. A população mais vulnerável continua dependente de políticas públicas para suprir necessidades básicas. Programas assistenciais, como o auxílio ao gás, evidenciam não apenas a atuação do Estado, mas também a permanência de condições que impedem a autonomia plena de grande parte dos cidadãos.
“Crescer foi entender que nem todo silêncio é falta de tempo… às vezes é falta de interesse.
Então parei de insistir em quem nunca perguntava por mim,
e passei a cuidar só de quem faz questão de me ter por perto.”
Foi no desvio que eu encontrei o caminho.
Foi na falha que tudo se iluminou
Foi no deslize que nossas mãos se encontraram
Foi no choque que nosso olhar se conectou.
Na imperfeição a vida vai construindo a Sua Perfeição.
MÃO SANTA
No basquete ele foi rei
Todo mundo o aplaudiu
Sua cesta de 3 pontos
Deu o ouro ao Brasil
Mas o jogo encerrou
O cronômetro zerou
E Mão santa já partiu
" Eu gostaria de está ou lado dele.."
_Foi oque ela me disse.
Mas o que te impede de estar ao lado dele? _Eu perguntei.
Em resposta ela me respondeu: poderia ser a distância ou quem sabe, o vínculo afetivo que nós dois ainda não temos. Mas na verdade, oque me afasta dele é minha realidade! Eu demasiaria de sua companhia, me sentiria segura em seus braço se isso fosse possível. O que nos impede de estar junto é a minha realidade... E E por que eu digo isso? Simples, é que, ele só existe aqui, na minha mente! 🗣💭🧠
(As crônicas de um amor fantasma ~Safira souza)
O amor não foi feito pra mim
(Verse 1) Nunca entendi o que era o amor, Acho que isso deve-se ao passado também. Meus olhos nunca viram a verdade, Nunca entendi por que eu era assim. Love love love Wasn't you made for me?
(Chorus) Mas foi você quem me fez sentir, E pobre de mim, que não entendi. Acho que o amor é assim, Não foi feito pra mim, E é por isso que fechei meu coração pra sempre. Uuuuh. Agora eu entendo, o tempo é um relógio confuso que não foi feito pra mim...
(Verse 2) Vou te amar até o crepúsculo, E quando não existir mais o mundo. Pois foi você, foi você que me fez sentir tudo. Então desculpa minha confusão, o amor não foi feito pra mim não, não não! Não, não não.
(Chorus) Mas foi você quem me fez sentir, E pobre de mim, que não entendi. Acho que o amor é assim, Não foi feito pra mim, E é por isso que fechei meu coração pra sempre. Agora eu entendo, o tempo é um relógio confuso que não foi feito pra mim...
(Bridge) Você me tirou do meu mundo tão sem cor, Era cinza e colorido ficou. Uma pena que eu não entendia o que era o amor. Me desculpa a confusão, uma turbulência de sensação. Sinto-me pesada e sem transmitir... Não sei me expressar, então acho que o amor não é pra mim.
(Verse 3) Talvez almas gêmeas sejam assim, Nem sempre juntas vivem, que pena, eu queria tanto. Eu não entendo minha confusão é que eu fui assim... Eu sinto tanto, queria me entregar pra ti.
(Outro) Nunca entendi o que era o amor... Acho que o amor não foi feito pra mim.
Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.
Feitos de amor
a primeira visão,
Foi com os teus
lábios de algodão
Que conquistaste
o meu coração,
Somos sedução,
paixão e festa
para fazer qualquer
um morrer de inveja.
Naquele momento, não foi possível ver o que aquilo revelava, nem sentir o que havia no ar. Mas a névoa da ingenuidade se dissipou, e agora tudo faz sentido: nas palavras havia sabedoria; no ar, sentimento.
Nunca nenhum Governo
do seu país foi responsabilizado
pelos crimes que cometeu
e nem mesmo o teu.
Da pior maneira quem
representou e você que representa
a História no Livro da Vida
a memória assim escreveu
do tempo não se perdeu
e jamais irá se perder.
Enquanto você e os seus
estendem o dedo para tentar
apagar a verdade da memória,
emerge por todos os lados: a História.
A minha poesia tira a sua poeira cretina escondida debaixo
do tapete do teu país sem honra
e sem nenhuma glória.
O quê está ocorrendo
na Usina Nuclear de Zaporizhzhia
não passa de mais uma
brincadeira alucinante
para você e para os seus,
uma irresponsabilidade lancinante.
Os poemas meus são e serão
pesadelos inapagáveis
não apenas na tua escuridão,
inabaláveis eles sacodirão.
Só sei que a sua dificuldade
de cumprir com a palavra
não é mais segredo para
quem conhece a trajetória
da sua falsidade e toda a verdade.
Sacrificadas foram
as almas do Batalhão de Azov
que você e os teus tanto
apedrejaram moralmente,
Com honra e glória serão
lembradas eternamente.
Você e os teus
não garantiram as vidas
delas conforme o combinado,
Deixo aqui neste poema esta
História para que um dia
o destino dê conta do recado;
(os quê ainda estão vivos
preserve a vida
deles como foi acordado).
Itá
De Gaurama passando
por Santo Antônio,
Três Arroios e Dourados,
foi aberta uma picada
para dar abertura aos sonhos
as margens do Rio Uruguai
que abrigou ali colonos
e assim ergueu orgulho brasileiro.
Batizada de Itá pelo caboclo
Luís de Campos,
Pedra fundamental és
e pedra para todo
o sempre em tupi-guarani,
Torres da Igreja em meio
as águas é assim que lembro de ti.
Neste meio do Vale do Rio Uruguai
quem um dia vai sempre volta para ti;
Do ciclo da cachaça a energia,
és a minha Itá amada e minha alegria
que desta água que conheci,
nadei, provei e jamais me esqueci.
A minha poesia é
o último frasco
do perfume da Rosa de Ahal
que foi perdido durante
a viagem da caravana
A minha fisionomia
pertence a um
povo pouco conhecido,
Nos meus cabelos
podem ser encontradas
maçãs negras e fadas agitadas
Eu me conheço profundamente,
sei o quê quero,
sei tudo aquilo o que não quero
e a minha intuição não falha.
A três capitanias
a nossa amada terra
de Santa Catarina
ela as pertenceu,
depois foi o último
nome que permaneceu.
O meu coração canta
como uma Araponga,
amar-te a cada dia mais
é a interminável poesia
do nosso destino
porque és bela e digna.
Minha Santa Catarina
na terra na água e no ar,
e escrita na Via Láctea,
aqui é o generoso lar
não desejo outro lugar
nesta vida para morar.
A minh'alma de Imbuia
é feita sob a luz do Sol
e também da Lua,
sempre ao Bom Deus
por esta terra agradece
todo o dia em prece.
A desumanização de um
povo até a total destruição,
nunca foi uma construção
do dia para noite
em nenhum lugar do mundo,
O ardil da insistência
cansa e cala parar criar
a perigosa habituação,
e até mesmo a conformação.
Tu és feito de realidade,
não autorize que criem
um diferente cenário,
Quero que seja você o soldado
solitário armado com a palavra
e a pacificação no fogo cruzado
das trincheiras da comunicação,
para não se render a silenciação.
A gravidade tem mostrado
que não precisa de prova
do que tem sido reverberado,
e que em nenhuma hipótese
será regra permanecer calado;
Porque sempre a cada nova
guerra pelo mundo afora
a cautela tem convocado.
Zelar pela reputação coletiva
significa zelar pela sua reputação,
diante desta época de abdicação
voluntária da inteligência natural;
Dependendo do assunto,
não acredite que ignorar basta,
para deixar cair no esquecimento,
é permitir agir livremente o veneno.
Quem eleger por conforto
ficar com a boca fechada,
não poderá falar mais nada,
Não é de censura que estou falando,
mas de calúnias espalhadas
como travesseiros de penas
sendo rasgados em tempo real.
Não se esquecer que
um dia já foi criança,
e que dependeu de um adulto
para chegar até aqui,
pode fazer um mundo novo,
Trazer viva essa lembrança
sempre que uma criança
precisar é sinal vivo
que ainda há esperança
de seguir adiante.
Nem sempre a verdade
corresponde a realidade,
Nem toda a Taioba foi
feita para se alimentar,
Em tempos de disputas
de narrativas prefira ficar
com a poesia porque
com ela possível conversar,
O tempo é precioso demais
para permitir em vão gastar.
[[[Não insista ter razão;
melhor é parar de guerrear!]]]
Antes de sentir-se injustiçado, considere a hipótese de que a forma como você foi tratado tenha mais haver com reciprocidade do que com indelicadeza.
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