Foi Deus que fez o Vento

Cerca de 183702 frases e pensamentos: Foi Deus que fez o Vento

A Bíblia nunca mandou você esperar alguém que já foi.
Tem gente que você acha que é silêncio de Deus, mas é só ausência de quem já escolheu não ficar. Você não tá em processo, tá em negação. O silêncio já explicou. A dor já confirmou. Deus não te mandou insistir em lugar que Ele mesmo tirou alguém. Fé não é apego. Amor não é insistência cega. Você não foi feito pra viver esperando retorno de quem já foi embora por escolha.

A ideia de prosperidade que o mundo ensinou vocês a desejar não foi feita para libertar, foi feita para aprisionar.

O homem que culpa o mundo por sua queda esquece que foi ele quem abriu a porta.

Nicodemos sabia quem Jesus era,
mas entender a verdade nunca foi a parte mais difícil. Porque às vezes o problema não é reconhecer a voz de Deus. É aceitar tudo o que precisa mudar depois de ouvi-La. E às vezes somos nós, pedindo direção enquanto tentamos negociar aquilo que já sabemos que precisa ser deixado para trás.

A fé contemporânea não naufragou no mar da dúvida; ela foi sufocada no balcão de negócios de deuses terceirizados, onde o dízimo virou investimento, o púlpito virou palanque e o crime virou segredo institucional.

Cuide da sua solidão. Pegue trens para lugares que você nunca foi antes sozinho. Durma na rua sob as estrelas. Aprenda a dirigir um carro que não seja automático. Vá para tão longe que você já não tenha mais medo de voltar. Diga não quando você não quer fazer algo. Diga sim se seus instintos são fortes, mesmo que todos discordem com você. Decida se você prefere ser gostado ou ser admirado. Decida se encaixar na sociedade é mais importante que descobrir o que você está fazendo aqui.

Foi no alfabeto pegar madeira
para a fogueira indispensável da imaginação, com ela já acesa desfrutar a beleza do cair da noite em cena...
na segurança do fogo que afugenta
a falta do que dizer — inseto que infesta —
se falta letra para o fogo... com letras suficiente para o texto todo, o aventureiro desfruta da poesia das estrelas ao calor da fogueira que arde na imaginação. Noite adentro em cada frase uma estrela compartilhado paixão.


Leonardo Mesquita 24/11/2025

café.
Muita gente pensa que o café é algo simples,
que foi feito apenas para dar energia.
E ajudar os pensamentos a fluirem, mesmo quando as engrenagens dentro de si parecem enferrujadas, mas que a sociedade parece gostar de forçá-las a funcionar, mas eu, não vejo isso.
Uma mancha de café por exemplo, não é apenas uma mancha em uma blusa, nunca foi apenas uma pequena gota incômoda, onde muitos veêm acidente, eu vejo um mundo falho, uma mente brilhante fardada ao fracasso de uma mente em fogo, por um sistema que nos destrói de pouco em pouco.
Que primeiro nos abraça e nos acolhe, como fantoches, brincando com nossos corações com a famosa esperança de um mundo melhor.
Para depois nos atacar pelas costas com um tapinha amigável que dói mais do que uma estaca em nosso peito.
Que nos faz sangrar lentamente, até que consigamos nos perder de nós mesmos.
Eu vejo um ser despedaçado, ombros pesados, suspiros sem fim.
Cansaço, exaustão, o esforço para sair da cama todos os dias, que como um escravo, se levanta sob seus pés todos os dias para enfrentar o mundo em sua própria companhia.
Eu vejo alguém que toma a torra, que arde por dentro, queimando como fogo, que afoga dentro de si aquilo que ele é, para vestir aquilo que o mundo diz que o fará mais feliz, que deixa para trás cinzas do que um dia ele foi.
Eu vejo alguém que toma a vida, que a ama, mesmo quando as muralhas parecem se reerguer diante de seus olhos. Eu vejo trabalho duro, sacrifício, sonhos a serem realizados, eu vejo confiança, laços no que uma vez foi símbolo de status nas páginas de nosso passado.
Eu enxergo noites sem dormir, trabalho sem fim, manhãs em frente a um computador, preso em escritório ou dentro do próprio quarto, eu enxergo solidão e solitude, que dançam juntos como uma canção, de nota em nota, passo a passo, sempre ao lado do outro, claro e escuro, escuridão e luz, eu vejo bondade, eu vejo história, que atravessam o mundo todo através dos setes oceanos que abraçam o mundo como se fosse um só ser que anda por esta terra procurando o seu viver. O que fazer, pra onde olhar, por onde começar, que se pergunta, estou aonde deveria estar?, será isto um acerto ou um erro?, quais as respostas que o destino esconde de mim.
Eu me vejo olhando pro teto, com a cabeça cheia de perguntas sem fim, que de uma única linha, se fazem textos enormes que parecem intermináveis, sem sono. Esperando pelo nascer de um novo dia, alguém que se descreve como minimamente entediante, que não vive muito e tem medo do futuro, eu vejo alguém que se sente perdida e sem rumo, e que aos poucos tem tentado encontrar o seu lugar nesse mundo.
Eu vejo um coração, que ancia por viver e ter algo do qual se lembrar. Ter algo para poder olhar e se orgulhar.
Alguém que procura ser lembrada, inesquecível.
Alguém que procura ser amada, acolhida.
Alguém que se descreve como ondas do mar, areia fria, que desejava ter os olhos do oceano, mas que vê a beleza por trás do castanho, sem saber por onde começar a escrever a própria história, sem saber que tipo de personagem é dentro de seu próprio livro nunca preenchido.
Que toma cappucino por ser mais doce, já que prefere gentileza e amor, no qual procura se afogar e se encontrar, sem saber que título dar aos próprios poemas.
Eu vejo poesia, onde muitos veêm problemas incovenientes, eu vejo poemas, eu vejo histórias, eu vejo sentimentos, eu vejo emoções.
Eu vejo dores, eu vejo almas, eu vejo frustrações. Eu vejo aconchego, união, memórias, celebração. Eu vejo festa, brisa fresca, rede, terço na mão, sertão da terra rachada, nordeste, lago de água fresca.
Eu vejo alguém contruir seu próprio mundo com as próprias mãos. Que como um anjo, aos poucos abre as suas para decolar, para nunca mais voltar ao que costumava ser.
Eu vejo desejos, metas, segredos.
Toque, pensamento, tempo, dedicação, azul do céu, nuvens fofas, cada um com seu formato, o brilho da vida, as cores colorindo o mundo e a mim mesma e a todos ao meu redor.
Eu vejo arte. Eu vejo poema, eu vejo barco e rema, terra vista.
Eu vejo passado, presente e futuro.
Eu vejo o impossível se tornar real.
Eu vejo não somente a escuridão, o marrom de chocolate, cor da terra e da vida, de cada respiração, de cada flor que nasce desse chão sobre o qual caminhamos todos os dias e desabrocham, fazendo da vida mais bonita.
Eu vejo algo que jamais deixará de existir.
Imortal, que une, que abraça, que amarra a todos nós em seus braços, sem se importar com quem nós fomos, somos ou seremos.
Que sereno em seu silêncio, recebe com um sorriso em seu rosto como uma mãe.
Que pode até se tornar excasso com o corre corre que mais parece decolagem ou voo do tempo, que ultimamente tem parecido somente querer correr o tempo todo, como se estivesse apressado, atrasado, para um compromisso nunca marcado, como o coelho de Alice no país das maravilhas.
Mas que sua história será contada de lábio em lábio, de sorriso a sorriso, que voaram com a brisa e a ventania, trazendo brilho novamente para oque costumava ser um olhar de morto vivo, que ergue a caminhada desleixada e pesada.
Eu vejo café, eu vejo nomes, eu vejo seres, eu vejo contos, eu vejo pinturas, eu vejo fotografias, eu vejo biografias, eu vejo histórias, eu vejo almas. Eu escuto os sussuros do tempo.
Eu vejo plantações, mãos entrelaçadas.
Começos, meios e fins, papel, caneta, celular e dedos.
Eu vejo uma escuridão onde a tudo, menos o medo. Onde tem preguiça e plantação, música e violão.
Eu vejo amor. Eu vejo colheita, câmera, luzes, ação, criatividade, genialidade, talento, profundidade, coragem, ousadia, honestidade, sinceridade. Eu vejo beleza.
Eu vejo colheita. Eu vejo o desbotar, o florescer de uma primavera nova. Eu vejo energia.
Eu vejo certeza. Incerteza. Ansiedade, conforto.
Segurança. Importância. Eu vejo todos os tipos de coisas, eu vejo o incomum, eu me afogo onde ninguém ousa se afogar, eu vejo família, eu vejo criação, eu vejo ideias, vejo calma, vejo pressa, vejo foco.
Vejo narrativas serem construídas. Eu vejo oque ninguém parecer enxergar.
Eu vejo ousadia, eu vejo oque é ser um ser novo e único, eu vejo independência, eu vejo autoridade, eu vejo respeito.
Eu vejo alguém se reerguer. Eu vejo crescimento. Eu vejo querer. Eu vejo borrão, eu vejo visão, eu vejo a mim, eu vejo a você.
Eu vejo a todos, eu vejo descrença, eu vejo crença.
Eu vejo bença, eu vejo fé. Vejo religião, vejo países, vejo etnias, vejos origens, vejo raízes.
Eu vejo os mais diferentes mundos.
Eu vejo ecos. Eu vejo magia. Eu vejo nostalgia.
Eu escuto bocejos, eu escuto alguém acordar de sua cama.
Eu vejo carinho, lembrança.
Eu vejo câmeras antigas, dias nublados, dias chuvosos.
Vejo acampamentos, nós amarras, fogueiras, rondas.
Eu vejo café.

⁠"Talvez um sorriso dado por você, ou uma lágrima derramada — foi o texto lido por alguém."

Subserviente paixão, aludo-me ao desejo sobejo que foi logrado após açambarcar o seu amor. A concupiscência de atrelar nossas almas adveio de sonhos priscos que hoje atinam à cândida vida conjugal.
Exacerbado sentimento de perda é atroz aos pensamentos que transigem em contrições ascéticas.
Ao seu lado, o profundo torpor requer o preceito de coadunar nossos corpos e pensamentos para que se anelem em um só ser, de modo que a ambivalência e as nuanças de nossas almas se tornem a predileção inexorável de um amor inevitável e incondicional.

Questiono-me…


Quando foi que deixei meu brilho ser apagado?


Em que momento, comecei a validar todas as opiniões menos a minha?


Em que dia, deixei que as opiniões das pessoas, influenciassem a forma como me vejo?


Em que estação, esqueci que eu importo. Que eu preciso do meu próprio amor?


Em que discussão, parei de me defender e passei a me reprimir e só aceitar que não tenho capacidade de acertar?


Em que ano, fui presa em minhas incertezas e inseguranças?


Em que brincadeira, esqueci as regras e só comecei a imitar os outros jogadores?


Em que relacionamento, esqueci que amor é muito mais que gostar?


Em que refeição, esqueci de avaliar o que eu realmente gosto ao invés de esperar a opinião de outra pessoa para decidir por mim?


O que eu gosto?
O que eu quero?
Para onde desejo ir?
O que eu gosto de fazer?
O que eu faria se pudesse tudo?
E se a minha própria opinião fosse levada em conta o que eu quereria?


A verdade é que passei tanto tempo ouvindo os outros respondendo a essas perguntas que esqueci de questioná-las e encontrar as minhas respostas.


E agora?
É tarde demais?


Não.
Nunca é tarde para começar a viver.
Então, porque não começar agora?
Apenas começarei.
De pouquinho a pouquinho, sei que encontrarei todas as respostas e poderei entender e amar a mim mesma como mereço.
Recuperarei o brilho e a verdade que carregava antes de me perder pelo caminho. Seja qual for, eu estou disposta a procurar. Só assim deixarei de sobreviver e descobrirei o que é viver.

Meu mais profundo ensinamento foi dito em silêncio quando meu discípulo decidiu partir... Era a dor do pai perdendo seu filho.

Minha luta, não foi por ti, mas por nós. E então, tive que partir.

Shihan Cícero Melo - Hoshō Ryū Ninpo

Dia do Homem nunca chega né, Homem foi feito só pra pagar conta, ser fiel e trabalhar

CRÔNICA:
FOI AS LÁGRIMAS QUE ESCREVERAM.
BY: Harley Kernner

REFLEXÃO:
Se tudos os casais, quando fossem se separar, tivessem uma noite de despedida assim, haveria menos divórcios.

Tem gente que vai embora devagar só para ver se a gente solicita para ficar. E tem gente que solicita para ficar só mais um pouco antes de ir embora de vez.
Sou do segundo tipo. Do tipo que sabe ler o fim escrito no jeito que você arruma a mala. Que entende que quando o “a gente” vira “eu” e “você” na mesma frase, já não tem volta. Mas mesmo assim, negocia com o tempo.

Não é orgulho que me faz calar quando você diz que não me ama mais. É entendimento. Crescer dói e às vezes a gente cresce para longe de quem ajudou a gente a ficar de pé. Você foi. Eu fiquei. E tudo bem. Só não vai ainda.
Tem despedida que a gente solicita para demorar. Só para guardar direito.
Quero uma noite que não seja sobre colocar ponto final. Quero que seja sobre reticências. Sobre a gente fingir que o amor só tirou férias e não mudou de país. Quero sua pele dizendo que lembra da minha, mesmo que sua boca já tenha ensaiado outro nome.

Porque amanhã o sol nasce e você não está. E depois de amanhã também não. No dia seguinte, eu vou ter que aprender que saudade é o nome que a gente dá para casa quando o morador se muda. Vou sentir tua falta mais do que ontem. E ontem eu já não dormi direito.
Se um dia o amor resolver me visitar de novo, vai ter o teu rosto. Vai ter o teu jeito de bagunçar meu cabelo e minha vida. Porque tem gente que não vai embora. Só muda de cômodo na gente e fecha a porta.

Por isso solicito: fica só mais essa noite. Deixa eu te decorar. Deixa eu guardar teu cheiro no bolso esquerdo da camisa, perto de onde você morou tanto tempo.
Não foi a caneta que escreveu essa despedida. Foi as lágrimas que escreveram. E elas não sabem mentir.

Harley Kernner.
Arquitetura de Poesias e Crônicas

A minha primeira mensagem que mandei para vc foi dia 28 de fevereiro e eu lembro perfeitamente eu disse bom dia e vc respondeu um coração ♥️


Minha vida,


Desde o momento em que te conheci, algo dentro de mim mudou. Não foi só um olhar, um sorriso ou uma conversa... foi a certeza de que eu tinha encontrado alguém especial. Alguém que, em tão pouco tempo, conseguiu tocar minha alma de uma forma que ninguém jamais conseguiu.


Eu sei que nossa história ainda é recente, mas o que sinto por ti é imenso, verdadeiro e impossível de ignorar. Amar-te assim, com tanta intensidade, me faz sentir vivo. Mas ao mesmo tempo, quando não estás por perto, sinto um vazio que nada nem ninguém consegue preencher. Sem ti, eu não sou nada. És o meu chão, o meu porto seguro, a razão dos meus sorrisos e da minha esperança no futuro.


Quero construir algo contigo… não só momentos, mas uma vida. Quero que sejas a pessoa com quem eu acordo todos os dias, com quem partilho sonhos, lutas, alegrias e até as lágrimas. Quero casar contigo, formar uma família ao teu lado e envelhecer contigo, com a mesma paixão que sinto hoje.


Eu não te amo só pelo que és, mas também por aquilo que sou quando estou contigo. Fazes de mim alguém melhor, mais forte, mais inteiro. És o meu amor, o meu destino… e é contigo que eu quero escrever cada capítulo do meu futuro.


Sei que as palavras nem sempre conseguem traduzir tudo o que vai no coração, mas espero que este texto seja um reflexo da verdade que me consome: eu amo-te. E é contigo que quero estar. Para sempre. Eu te amo ❤️

Em que momento da história ocorreu o design? Se foi apenas na primeira célula, a evolução é real. Se foi nos dinossauros, a evolução continua sendo real. O design é o adereço desnecessário duma engrenagem que já gira sozinha.

Minha vida inteira foi marcada pela dor, e, por isso, nunca houve espaço para uma divindade.

A criação não foi um ato de amor, foi um espasmo de tédio de uma entidade que não suportava o próprio vazio.

Rezar é tentar subornar o juiz de um tribunal onde você já foi condenado antes de nascer.