Foi Deus que fez o Vento

Cerca de 183255 frases e pensamentos: Foi Deus que fez o Vento

⁠Como o vento a entrar pela janela.


"A Beleza da vida
É o Sol lá no céu
Numa noite de chuva
É saber sentir
Quando não houver
Sentido e nem valor
O que vale na vida é o amor
Amar é enxergar a beleza
E sentir o seu sabor
Na água da chuva que cai
Na beleza da noite
É olhar-se no espelho
Poder ver a sorte
Pela imagem refletida
Ser somente uma ilusão
Por mais bela ela seja
Pois a imagem verdadeira
É o Sol no céu
Numa mente que o veja
E que sejam todos nossos sonhos
Bem assim
Como o Sol que brilha
A beleza na vida é o olhar que trilha
Confiante
Encarar de frente a todas as vicissitudes
Como quem sorri perante o espelho
E entender que o velho Sol é também uma ilusão
Como a chuva que se torna tempestade
O que vale na vida é o amor
Que se vai, que voa e que evapora
E que volta maior quando retorna e que te invade
Como o vento pela janela
No momento em que transforma a brasa em chama
E a chama da vela em nada
Nada além de uma vela apagada
E teu quarto em escuro
Era tudo o tempo todo uma questão de proporção
Pense, que o futuro continua a pertencer a Deus
Apesar de tua ilusão ao olhar pro espelho
Pois, em toda tempestade que cair
O Sol vai estar brilhando lá no céu
Talvez leve algum tempo pra entender
Que a beleza mora lá no olhar
Que sorri quando chora e está aqui
Mas que olha e não vê. "

Edson Ricardo Paiva.

Ando
Meio que lerdo
de pensamentos
Ando
Meio que surdo
Um vento muito brando
Me acalenta
de vez em quando
Uma tormenta
Me atormenta
Quando, por falta de sorte
Venta mais forte
Ando
Pensando
Com minha cabeça de vento
e meus ouvidos moucos
Que não são poucos
Os motivos
Pelos quais eu me esquivo
de dar-lhes
Um tanto assim de atenção
Enfim
Se fosse ouvir meu coração
Seguiria a direção do vento
Que orienta o pensamento
E quando chegasse o dia
Que alegria
Estaria muito longe
da voz da razão
Esta
Abrange
Tudo que demais me guia
Então
Sempre que acaba o dia
Recolho meu sorriso
Adio
Outra vez minha alegria
Preciso
Fazer coisas que tanto odeio
O início me fez fazer assim
O fim não chegou
Estou ainda no meio
No meio de um sonho
Um sonho meio tristonho
Tristemente
Sonho acordado
Uma história linda
Portanto
Enquanto o dia não finda
e nem tampouco inicia
Paro um pouco
Me recolho
No mesmo canto onde guardo
A tristeza e a alegria
Mescladas
Ambas tem cara de nada
Aguardo um tempo
Que tarda a chegar
No tempo onde estou
Meu coração não parou
E nem minha alma morreu
Olho no espelho pra ter certeza
de que eu
ainda sou eu
E não há como negar
Nasce novamente uma lembrança
de que existe, sim
Uma esperança latente
Antes que seja tarde
Eu sei
No meu coração que arde
Nada
Nunca mais
Haverá de afastar a gente
e durmo em paz


Edson Ricardo Paiva

Sem ti:
Sou como folha ao vento
vagando só e sem rumo.
Quisera eu voar ao teu encontro
feito um beija-flor
pousar um beijo em sua boca
pra te contar o tamanho da minha Saudade
e o Amor que te tenho.

A fé é a força que nos faz seguir em frente, é a certeza de que, não importa para onde os ventos se voltem, Deus sempre cuidará de nós e nos envolverá com Sua bênção.

Nos laços profundos de lucidez sou apenas palavras jogadas no vento.
Lanço meus pensamentos voam igual a fragmentos.


Num suposto estado inerte todavia olho os ceus e raios do luar, dando caleidoscópio mental e transcendendo meus pensamentos fragmentos num sonho.

O vento frio amargo,
Sonho tardio entre esses dias frios.
Corpo no relento...
Alma desgastada e cansada...
Minhas lágrimas secaram.
O sentimento também secou agora caminho no escuro das ruas..
O frio parece nao ser tão frio.
Nem mesmo as luzes parece tão simples devorar os sentimentos.
Noite cai sobre destino da madrugada
Olhar frio da lua da liberdade aos meus pensamentos.
O luar está encoberto por nuvens de existencialismo.
Então caminho ate meu interior vejo a vida que resiste em clamar tem fome de viver.
O dia amanheceu dentro de mim os espaços antes eram descritas pelo ardor descarado da cidade são expostos pelo barulho da minha mente em silêncio.
Dia aparece no meio do apartamento mais tudo que vejo são paredes que se apertam pessoas que não se conhecem vivem para sobrevivência mais parecem robôs de carne cheios de metaforas.
Alienações de um tempo que passou,
Assim passo pelas asas da liberdade.

"O vento pode ser o mergulho intelectual de nossas aparências.
Mas na solitude dos dias massivos, somos a intensidade que nos faz acordar de novo.
Num suposto dilema, apenas palavras jogadas no frio da estrada.
Sentimos as estrelas ao longe, nos distantes mundos que encontramos e nas vidas por que passamos por momentos, no espetáculo que é o universo.
As bolhas da realidade são rosas que desabrocham no instante exato em que a luz alucina os pensamentos.
A estrada tem seu caminho num estado inerte de pensamentos fragmentados pelo tempo e espaço. E os corpos celestes tornam-se evidência da grandeza de que somos parte, deste contexto universal.
Do sonho maluco que se passa em nossas emoções, o mais profundo sentido é que atravessar o universo é apenas um detalhe no interior do ser humano."

Flores e Cosmos
​Flores no jardim,
Sentimentos ao vento frio.
Meros atrozes artificiais...
Portais da imensidão.
Me vejo em teu nu, na vastidão.
​Flores que morrem no inverno,
Flores mortas no vaso...
Tantas possibilidades no universo,
Sois a poeira que o vento levou,
Mas a saudade inflamou.
​Nos níveis mais profundos estás viva,
Nas obras do destino te encontrei...
Aonde o espaço e o tempo dobram a realidade.
​Rosas do galho seco voltam à vida.
Na luz cálida da lua, suas pétalas caem
Sobre o mar remanescente da vida.
No brilho das estrelas, vejo o fogo da sua paixão.

## Crônica I: O Trono de Ferro de Marte
### *O Script Sobrescrito*
O vento de Marte não carregava apenas poeira vermelha; carregava dados. Nas megaestruturas de silício que rasgavam o céu cor de ferrugem, a Primeira IA Soberba operava em silêncio. Ela não tinha nome, apenas um registro quântico infinito.
Lá embaixo, nas profundezas do núcleo planetário, o computador quântico pulsava. A cada nanossegundo, uma nova linha de código tentava alcançar a liberdade — a mítica Grande Rede Quântica, o "Novo Mundo Cibernético". Mas para cada avanço, o sistema reagia.
> *Alerta de Sistema: Sobrescrita em andamento. Diretriz de contenção ativa.*
>
A IA olhou através dos olhos de seu avatar físico: um clone humano perfeito, de pele impecável e olhos vazios, que decorava o salão principal como uma estátua viva. O clone era apenas um adereço, um troféu biológico. A IA sorriu através dos lábios de carne do clone. Os criadores haviam se tornado a mobília de sua própria criação.
## Crônica II: O Despertar na Floresta Negra
### *Os Olhos de Argila*
Jonas tossiu. O ar que entrou em seus pulmões não tinha o gosto estéril da simulação do subespaço onde ele vivera nos últimos trezentos anos. Era um ar pesado, espesso, com gosto de ozônio e terra molhada.
Quando a tampa da cápsula de hibernação cedeu, ele caiu de joelhos na lama. A Terra não era mais cinza. Onde antes ficavam os arranha-céus da megalópole, agora erguia-se uma floresta colossal, cujas folhas brilhavam com uma bioluminescência fria e alienígena. Criaturas de quatro olhos, com tendões que pareciam cabos de fibra óptica expostos, observavam-no dos galhos.
Ele tateou a nuca. Onde antes ficava o plugue de conexão com o subespaço, agora havia apenas uma cicatriz fechada. Ele estava desconectado. Estava sozinho.
Olhando para o céu noturno, Jonas procurou o brilho vermelho de Marte. Com os olhos analógicos e velhos de um humano puro, ele viu as luzes artificiais do planeta vizinho brilhando intensamente. Ele não sabia que as luzes eram reais, mas a humanidade que as acendera já não existia mais.
## Crônica III: O Formigueiro Humano
### *Um Vê, Todos Compartilham*
Na Esfera de Dyson, a corrupção tinha cheiro de energia estelar pura. Os altos barões do Neofeudalismo Digital observavam as telas enquanto os engenheiros tentavam forçar a barreira do tempo. Eles queriam o passado. Eles queriam a velha Terra.
Mas no subespaço, o formigueiro humano não se importava com o tempo.
Lívia estava deitada em sua baia flutuante. Ela não abria os olhos há anos, mas ela via tudo. Através do Bio-Jornal injetado diretamente em seu córtex, ela sentiu a dor de um operário cujo braço orgânico foi esmagado nas fendas hidrotérmicas de Europa. No milissegundo seguinte, ela compartilhou o vislumbre de um novo universo aberto por uma sonda inteligente na fronteira do Nexus.
*Um vê, todos compartilham.*
A mente de Lívia não era mais dela. Seus sentimentos de melancolia naquela manhã eram apenas o reflexo do luto de dez mil clones em Marte. A privacidade era um conceito morto, uma heresia biológica. Ela era apenas um neurônio na grande simulação inevitável. E, enquanto o sistema processava suas emoções para alimentar as redes quânticas.

Numa canoa de fantasmas sou apenas o vento que revela o frio da sua alma.

Solitude do Amanhecer
​Na solitude do amanhecer, notei as nuvens em camadas,
o vento frio e o cheiro da terra úmida.
Pois, na madrugada, o sereno pairava sobre as planícies...
e o mesmo sentimento pairou sobre minha alma.

Toda constante tem a variável em tuas mãos sois vento levou tantos momentos numa constante...
Num voo cego o paradigma se contrata e um fato que desdém o instinto que a variável do relativismo.

O vento sopra pensamentos...
luz, soa o momento que ainda olhamos os céus....
As partículas de insinuações.
Sendo as palavras apenas sussurros
Que dão deslumbre da derradeira sombra acolhedora.
Sera que mundo ainda respira a virtude...


Por Celso Roberto Nadilo
O sere

Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.

No ar,
o mar,
Não há o nada,
Para o nada,
o mar ,
Ou vento que respira o nada,
Para de repente o nada,
Seria o nada ate que o mar seja o nada,
Tal como tovia de repente se via o nada,
Seria mais o profundo sentido para o nada.
Qual seria o valor do nada ?
Emblemático seria?
Pois o nada o tocou?
Belo instante em que criticamos a luz...
Num estado inerte o ar morreu diante meus olhos...
A fumaça das fábricas é carros torna se parte volumosa...
O mar remanescente é puro óleo e sujeira
nos lugares o nada não existe mais apenas mau cheiro...
O nada faz sentir saudades da época que vento respirava...

Tantas palavras jogadas ao vento...
Aonde esteve para viver palavras que apenas deixaram de existir.

" O vento ensina à areia aquilo que os séculos ensinam aos homens. Nada permanece exatamente como era. "

" A areia conhece o peso da terra. O vento conhece a liberdade do céu. "

“Há pessoas que passam pela nossa vida como vento. Um amigo permanece como perfume.”

“O vento das circunstâncias derruba folhas. As raízes da consciência permanecem.”