Foi Deus que fez o Vento
Te vi lá na praia, com o vento bagunçando o cabelo e um brilho diferente no olhar — impossível não reparar em você.
Linda ao extremo, daquelas que não passam despercebidas e ficam na memória mesmo depois que o momento acaba… e que dá vontade de viver tudo de novo só pra te ver mais uma vez.
O que sou?
Sou a pena a voar no vento sem rumo...
sem destino..
E sem saber a onde pousar.
Sou o sol sem luz que não clareia terra.
Sou a noite na escuridão com apenas o brilho das estrelas.
Sou a água sem mar que correu para as geleiras e escoou no deserto.
Sou terra, sou mar, sou Espaco, sou luz.
Sou a fusão da atmosfera que transformar-se no todo para ser compreendido.
Sou como a pena que voa pra lugar incerto.
Sou a água da chuva que transborda pela cidade.
Enfim! Sou a natureza que procura o seu lugar de volta destruído pela mão do homem.
Às vezes a vida parece um grande cata-vento girando sem direção certa, enquanto a chuva cai devagar e lava o que não conseguimos ver. No meio dessa confusão, a morte passa quieta, como uma sombra que ninguém convida, mas que sempre chega. Olho ao redor e encontro cacos de espelhos espalhados pelo chão, pedaços de mim refletindo rostos que já não reconheço.
Moro em uma casa sem teto, onde o céu entra sem pedir licença e as estrelas caem dentro da sala. Ao lado, o relógio que marca hora no sentido inverso me lembra que o tempo volta, mas nunca para o mesmo lugar. Meus pés afundam na areia movediça dos dias, puxando devagar para baixo tudo o que tento segurar.
É estranho viver num lugar onde nada parece fazer sentido. As coisas se quebram, se misturam, se perdem. E ainda assim, sendo que tudo em si está no máximo de conexão, sinto que cada pedaço solto faz parte de algo maior. A dor encontra a alegria, o fim encontra o começo, e no silêncio da chuva que não para, descubro que estar perdido é, de alguma forma, estar inteiro.
Sou o vento que corta o chão, sou o eco da solidão, entre o céu e, o vazio eu vou, sem nome, sem medo, só eu e o som
Se o vento forte arrancar as folhas do teu jardim, lembre-se que, a raiz abraça a terra no escuro, em silêncio e com calma, é das raízes que estão lá no escuro que a árvore busca o necessário para sobreviver, renascer e crescer firte. Lembre-se que nenhum inverno no mundo dura mais que o necessário.
Aquela rosa que mora no meu quintal...
É como a flor que seguro enquanto vejo o vento passar pela minha mão...
É como a poesia que vejo em meus olhos enquanto enxergo o romantismo da situação...
É como a melodia que cresce em minha voz sem eu nem mesmo saber qual é a canção...
Ó rosa... Tu me faz tão feliz assim! Como consegues?
Janeiro é o varal do verão que surge renovado, que estendido ao vento quente da estação aquece as ondas de realizações limpando o céu do pretérito.
Haverá dias em que você será um sopro de vento tentando mover montanhas.
E encontrará olhares que não compreendem, corações que se fecham, mentes presas a padrões tão rígidos que parecem feitos de pedra.
Haverá quem se irrite com o novo, quem tema o desconhecido,
quem veja ameaça onde existe apenas convite.
Mas não se engane: o conflito não é sinal de erro, é sinal de movimento.
Toda transformação incomoda.
Toda luz cega, no início, aqueles que viveram tempo demais na sombra.
Apresentar um novo caminho é, inevitavelmente, confrontar velhas estruturas.
E a rigidez sempre resiste, porque teme se desfazer.
Evoluir, porém, é um chamado da alma.
É recusar-se a viver repetindo velhos ciclos que adoecem o espírito.
É ter coragem de desaprender, de romper as correntes invisíveis,
de abrir espaço para o que ainda não existe.
Você não veio ao mundo para caber nos moldes antigos.
Veio para criar caminhos onde antes só havia muros.
Veio para tocar consciências, mesmo quando isso gera ruído,
mesmo quando isso gera desconforto.
Pois o verdadeiro crescimento não é linear,
não é suave, não é sempre aceito.
Ele exige coragem para lidar com a rejeição,
paciência para enfrentar resistências
e fé para permanecer quando tudo pede que você desista.
Lembre-se: a água só encontra o mar porque ousa fluir,
mesmo quando pedras tentam barrar o seu caminho.
Evoluir é isso — não lutar contra a resistência,
mas continuar indo,
com leveza, com verdade,
sabendo que o seu movimento inspira outros a despertarem também.
No fim, quem se abre para o novo expande a própria existência.
Quem escolhe fluir encontra a si mesmo.
E quem se permite evoluir descobre que o infinito sempre esteve dentro de si.
Com amor ♥︎
✨️💕"...onde está o meu amor?...no belo amanhecer...nos raios de sol...no vento...no ar que respiro...no belo sorriso...nas lágrimas...no andar...caminhar...sempre a te procurar....nas palavras...num belo cantar...dançar...nas lembranças...saudades...no abraço apertado...no suave toque de nossas mãos...no beijo...onde está o meu amor?...onde sempre esteve e sempre estará...nas minhas palavras...em meu pensamento...no meu coração...enquanto viver...você viverá...sempre...no meu coração...te amo...te amo...te amo."💕✨️
"O vento pode até balançar as folhas, mas o que ele me ensinou sobre ser raiz, eu não esqueço. Minha força não está no que as pessoas veem, mas no que eu superei em silêncio."
Lúcia reflexões &Vida
Tem gente que não suporta ver a gente tentando ser luz, e logo trata de soprar o vento do desânimo só para testar a nossa força.
SerLucia Reflexoes
Tem dias que a gente é raiz, aguentando o peso; tem dias que a gente é flor, aceitando o vento.
SerLucia Reflexoes
Somos livros abertos ao vento. A vida vira as nossas páginas. Algumas rasgam, outras voam... mas a história que importa, fica.
Jane Silva
09/06/2026
29-05-17
O vento...
O vento bate tão forte na minha janela, que vou conferir, e ao abri-la percebo que não trás medo e nem frio. É suave e fresco, é o vento da sua amizade, do seu amor e do seu carinho, que veio até a mim com o vento.
"Não me moldo ao sabor do vento. Minha essência permanece intacta, mas minhas ações refletem a forma como me tratam."
Quem compreende a unidade, não teme a tempestade, pois sabe que o vento que sopra forte é o mesmo vento que o leva ao destino certo.
Ciclo de Desperdício
Se o sopro do vento da vida se esvair,
Se a chama do desejo se extinguir,
Se o contorno da tua alma se dissolver,
Se até a lembrança de ti morrer —
Nada do que foi voltará a ser.
Como as ondas, condenadas a morrer na praia,
Num ciclo silencioso que alimenta outros seres,
Como as tartarugas que, do fim daquelas, fazem nascer possibilidades.
Mas isto não é sobre “uma porta que se fecha e outra que se abre”.
Essa frase é pequena demais para o que fere.
Isto é sobre o fim do que não deveria findar,
Sobre o que, injustamente, a força maior encerra.
Há começos que sequer respiram:
Morrem ainda na intenção.
A natureza cumpre seu rito —
Cruel, insensata, soberana —
E recorda que não há vontade acima da sua,
Onipotente em sua alma selvagem.
Não reclamo de sua franqueza.
Mas como ensinar um coração que nasceu para amar
A aceitar que, nesse decreto imperativo,
Reside também o impulso para sobreviver
Neste ambiente hostil
Que pune, substitui e não hesita?
Ainda assim, há uma misericórdia escondida na tragédia:
A dor do fracasso se dissolve com o próprio sujeito,
Que se torna apenas mais um elo da regra biológica,
E, ao desaparecer, abre espaço —
Como as ondas, como a vida —
Para que outro ser comece.
DRAL
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