Flores
Sobre as flores de plástico. Eu não sabia se eram de rosa pálido ou um vermelho demasiado desmaiado. Só sabia que eram esvaziadas de ideologias.
O frio se dissipa aos poucos, e eis que o vento trás no cheiro das flores a despedida do inverno e a chegada de uma nova estação.
E no encontro do romântico com o seresteiro acabaram-se as flores e as janelas estão fechadas para as serenatas.
Vida Feliz
Roda a engrenagem da memória
De quando as flores eram feias
Mas te encantavam pelo prazer de viver
Roda a engrenagem da memória
Onde as crianças flutuavam
E olhavam para a vida
Roda a engrenagem da memória
Dormindo ao anoitecer
Acordando ao entardecer
Mas são apenas engrenagens
Que rodam, mas não voltam
O tempo passa, e o ouro derrete
O tempo passa, e eu continuo aqui
Flores Murchas
Desmaiadas na vida
Pálidas desabrochadas
As cores de partida
As pétalas cansadas
Ainda com viço
Afadigadas...
Murchas flores
Flores murchas
Tristes louvores
Versadas...
De perfume postiço
E as forças exiladas
Feitiço
Da existência traçadas
Do fado mortiço
De inevitáveis jornadas
Murchas flores
Flores murchas
Tristes louvores
Desenganadas...
Perfazendo o curso
Revoadas
Incurso...
Flores murchas
Murchas flores
Tristes louvores
Encantadas!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
02 dezembro, 2022, 18’52” – Araguari, MG
Versão musical para o poema “Flores Murchas”
Nem sempre você vai receber 'flores' das pessoas ao seu redor, então, quando receber, cuide dela como se fosse a última que você fosse receber, porque pode acabar sendo.
Se olharmos o mundo
como um planeta jardim
com flores de todas as cores
com aroma de todas as partes
Se olharmos o próximo
como espécie diferente
ainda assim flores do mesmo jardim
Se olharmos para Deus
como o jardineiro
que cuida das flores do jardim
Viveremos felizes e satisfeitos
com pouco
Apenas a nossa dose diária
de água, luz e calor
'ESPERANÇOSA'
Ao seu lado meu beija-flor,
As flores que um dia plantei hão de recuperar as cores que se perderam com tempo,
Levadas pelo vento;
brotarão novamente como vinca por todos os lados do jardim,
fazendo me pensador de mim !
Mesmo que eu nunca volte
Jamais irei te esquecer
Me faço esperançosa ,
Como uma gata manhosa
Querendo te meu bem querer !
Espero não ser ilusão.
Pois quero muito sentir o seu olor,
Pois dele vem essa inspiração
Revestida de desejo e paixão,
ao ver- te meu beija-flor
Sinto algo inexplicável,
Que te implora somente uma noite de amor !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a lei - 9.610/98
Trago no rosto
O bisturi
Do medo e da esperança
E no bailado
Das flores silvestres
Me entrego
Plena
Do cio das primaveras,
Amado
Para celebrar cânticos novos
À mater lusa essência
Fecundação dos dias
Nesta catarse
De nós.
© Célia Moura
pétalas de rosas e flores destruídas
amassadas em um vão sem fim, em vão
à procura de um sol que não raie por mim
esperando do inverno um eterno verão
Creio nas flores mesmo quando não há primavera. Sinto o mundo todo numa flor, toda a humanidade numa alma.
Invejo as flores que nascem saudando a vida, vivem sem competir com ninguém e candidas entre o perfume do jardim, morrem sem sentir dor.
"Plante flores no jardim da sua alma para colorir a íris e enebriar de amor o coração daqueles com quem tomamos parte em nossas pequenas e fugazes existências, porquanto serão essas memórias que nos outros se eternizam, nosso singelo e único legado."
Deserto
Dor das flores mortas
Extrema singularidade
Essência revigorante
Tortura oculta
Alma reinventada.
Sou as gotas de veneno no copo de vinho. Sou a lápide no monte verdejante e quedo. Das flores eu sou o espinhos. Sou o teu sonho triste e cheio de medo. Sou noite tenebrosa de lua cheia. Sou as tuas lembranças pálidas e vazias. Sou a solidão que à tua casa vagueia. Sou o vento que corta a noite fria. Sou anjo mudo de asas quebradas. Sou o teu tudo e o teu nada. Sou as palavras tristes das tuas poesías. Sou a sinfonia da morte e seus agouros. Sou a lentidão das horas que aflinge os teus dias. Sou aquele que te faz chorar e depois ri do teu choro. Sou o fio afiado da navalha que fere os teus vãos sentimentos. Sou a força invisível que rasga véus, mantos, mortalhas... Sou aquele que perfura as entranhas de teus secretos pensamentos. Sou aquela tua sensação estranha que faz o tempo ficar mais lento. Sou o sangue amargo e escuro que verte da garganta dos seres impuros. Sou a fonte dos desejos ardentes da donzela que finge ser santa. Sou aquele que faz você chorar desesperadamente em longas e exaustivas preces. Sou o mal que em tua alma cansada e aflita cresce... E cresce... Sou o terror que nas ruas floresce. Sou o amor que por falta de afeto fenece. Sou a vingança que em teu coração nunca envelhece. Sou o passado que você teme e não se esquece... Eu sou o longo e macabro pesadelo da noite que nunca amanhece!...
"Aprenda, e ensina, moça
que no meio das crostas
das rochas nascem
flores
com seus lacínios e cores
blandícies, perfumes
querentes de olhar."
(04/05/2013)
Lembra do seu aniversário tinha comprado flores pra te enviar como gesto de respeito e amizade não tive oportunidade de te entregar mas minha intenção foi as melhores as flores duro 3 meses cada pétala que caia me via mas distante só meu querer quer era te entregar mas tava sendo bem cuidada ao flores senti sentimentos pode ser que escolhi o presente errado pra pessoa certa mas apreendi com a situação que flores são como pessoas você cuida lapida fazer a sua parte mas se não estiver na mesma sitonia uma parte se vai e a outra sempre achará que não fez o suficiente... Meus pensamentos minhas palavras Diogo Aleixo oficial
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