Flores
Gosto das flores...
Mesmo murchas, não negam a sua fragrância ..."
Isso não é sobre as flores!
Haredita Angel
27.02.18
A paz da flores da Sucuuba
é o quê desejo para que a fé
e nem mesmo a inspiração
se percam do teu coração;
E que toda a escuridão
proporcione enxergar
mais de uma constelação.
Estou nas flores de Jenipapo
desabrochadas em novembro,
Percebo que sem pedir licença
ainda ocupo o seu pensamento.
Passei a ser todo aysú na sua
mente, alma, corpo e coração,
Não conhece mais na vida
na visa nenhuma outra direção.
Como quem beija o céu
a Escumilha oriental
revela as suas flores
como quem beija o amado,
Igual à ela os dias
com poesia o tenho beijado.
A sua existência distante
no coração tenho embalado,
O desejo pelo romance
e o inevitável têm capturado
o quê era outrora impensado.
Ainda que de tudo talvez
esteja em algum lugar distraído,
e não tenha me reconhecido:
O tempo tem o próprio laço.
Integro-me com as flores
do Jacarandá-mimoso
para o refúgio encontrar
daquilo que não posso mudar
não ter o êxito de me alcançar.
Em nome da poesia como
fragmento da alma que é,
vir com as flores entreter-me
para não me perder da fé
e seguir sem intenção de ré.
Ser o Jacarandá-mimoso
do jeito que ele me é,
amoroso, gentil e poético
e deixar o quê tem de ser
vir por si só a acontecer.
O quê tem que passar
irá passar mesmo que
diferente tentem mostrar,
contra à força o tempo
ninguém pode subjugar.
Não é sobre relógio
que estou falando é sobre
o quê se tem ou não,
é o quê mostra a direção
diante da real amplidão.
Com flores de Agoniada
brotando do coração
para as nossas mãos,
Nas trocas de cumprimentos
ou até em silenciação
pode ser sentida ou lida;
Escrita ou não pode ser
percebida pela carga
lírica por toda a eternidade,
Que a morte é a saudade
que sempre em nós fica;
E nunca haverá tradução
que a defina nesta vida.
Não há nem sequer
algema de flores,
chave, cadeado ou senha,
não há gaiola no coração,
e coleira de veludo
é totalmente dispensável;
porque a intenção aprazível
é torná-lo meu e imparável,
e jamais vir a te deter.
O que tenho a oferecer
é a real liberdade pura
de escolher o que vai ser,
é perfume de chuva
após encontrar a mata,
é colheita de Jabuticabas,
é amar sem se perder,
é fazer do seu e do meu querer,
o nosso bem querer;
sem nada requerer - apenas viver.
(É você morar dentro de mim
e eu morar inteira dentro de você).
Sanhuda para ser o teu abismo
de flores nativas para que
se perca com indomável ímpeto
em plenitude em retribuição,
E me coloque em iniciação
no teu pomar selvagem de adoração
Evanescer por dentro e ser o ardor
crescente em transbordamento,
o prazer lúdico e elegante,
da cobiçança em chamamento
do desejo romântico e fúrio
intrincados ao mesmo tempo.
Para não dar chance de escolha,
tornar-me a rebeldia mais louca,
e querer ter nas mãos as rédeas
da sagrada intimidade perturbadora.
Assim para que meus beijos feitos
dos ingazeiros dos rincões distantes
da nossa América do Sul profunda
beije o teu corpo bonito e o cubra.
Deixei a Folia de Reis
entrar e me levar,
Enquanto imaginava
um esplendor de flores
de Babosa branca
para os cabelos enfeitar,
Tudo tem me dito
que sou o teu lar -
o tempo irá mostrar.
Tenho morada garantida
no teu pensamento,
As tuas linguagens secretas
do amor e das flores,
confirmam o sentimento:
Que sou a que liga
o céu e a terra em mim
baixo o Hemisfério Austral.
Não acredito em acidente,
é tudo muito coincidente.
Ñuble, Biobío, a Patagonia
dos dois lados me doem,
Tudo na minha terra me dói
e Tariquía me preocupa,
E em ti sei que também
dói de maneira absoluta,
muito próximo de tortura.
Não acredito em acidente,
tem muita gente conivente.
Querem transformar a vida
continente totalmente numa
vida distópica e absurda,
E ficam testando a paciência
para uns como ciência oculta,
e plantam a coletiva dúvida.
(Da nossa parte para eles não
existe perdão, esquecimento,
e tampouco nenhuma desculpa).
O rio que vem de longe
e abastece a minha fonte.
O Araribá-amarelo cobre
com flores a minha fronte.
Nós habitantes indeléveis
do amor e da paixão inoxidáveis.
Os pensamentos são iguais,
e estamos construindo a paz.
Não somos nuvens passageiras,
não tememos travessias inteiras.
À Shanti De Corte, Milou Verhoof e Noelia Castillo Ramos
Com a razão, o coração e as flores
da coerência e da eternidade em mãos,
ergo os meus tijolos de lamentos
pela absurda série de sofrimentos.
A Europa já não está sentada
no touro branco com guirlanda de flores —
e sequer foi notada.
Os sinos dobram por vós, herdeiras,
que não fostes protegidas nem cuidadas.
Há tempos a Europa foi sequestrada.
Não há sinal de vida dela, nem do touro.
Tudo indica que pelos algozes,
foi por suicídio assistido ou eutanasiada,
e o touro, torturado e sacrificado.
Não vai demorar muito para que vós, herdeiras,
sejais esquecidas pela elite depravada,
porque a direção da Europa
há muito já não se entende a si mesma.
Os princípios, a moralidade e os valores
foram enterrados na mesma cova rasa,
sob a indiferença coletiva e televisionada.
Da minha parte não existe desculpa
que me satisfaça da parte de quem vos abandonou nos braços da morte,
abertamente, na beira da estrada.
Sob a luz do dia que a Europa foi executada,
e a indiferença no território está acampada.
Depois disso, não será preciso
absolutamente ninguém dizer mais nada.
O Amor é como uma flor, deve ser tratado com carinho e dedicação, para que possa dar flores a cada nova estação."
O céu se enfeitou de flores para receber a tão amada lua prateada. Na esperança de que quando o sol dourado surgir no horizonte, tenha seu amor conquistado.
Persista e não desista. Caminhe pela estrada da fé. Teus sonhos irão germinar flores e tua alma vai exalar o perfume da luz.
O LAGO DOS CISNES
(Fragmentos de um esquecimento lúgubre)
Vi uma casa no campo com flores silvestres e um lago de cisnes. Vi anjos de luz brincando em nuvens de algodão. Ouço vozes celestiais; elas me cobrem com um véu transparente que flutua do céu. Vejo nele respingos rubros. Olho meus dedos e vejo tinta, como gotículas de sangue que choram do meu coração. Sono. Pálpebras seladas por um esquecimento lúgubre.
Lu Lena / 2026
AROMAS DE MIM
(O despertar dos resíduos adormecidos)
Magnetizada pelo aroma das flores,
Sobrevoo os mais silenciosos recantos.
O meu pensamento vem delineando
E penetra no ar o meu encantamento.
Mais uma vez, deixo-me embalar,
Nesse sonho que mexe com o que sou.
Ele penetra fundo na minha alma,
Em busca de resíduos adormecidos.
Buscam também partículas indecisas,
Que, repentinamente, dentro de mim,
Se despertam em um novo pulsar.
São essências que ganham vida,
Misturas de um tempo guardado,
Em confusos aromas que surgem,
E que somente eu sinto.
Lu Lena / 2026
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