Fiz de Mim o que Nao Soube
Respeito: Um direito e obrigação de todos
Admiração: Uma honra e privilegio de poucos
Nunca confunda esses pilares.
A "DOUTA IGNORÂNCIA"
Para alcançarmos a verdade de alguma coisa, o caminho mais utilizado é relacionarmos algo que temos por verdadeiro com algo que temos incerto de ser verdadeiro. Esse método funciona para as coisas finitas que podem ser de fácil ou difícil entendimento.
Mesmo se alguma coisa finita é de difícil compreensão, é possível conhecê-la, ainda que não no presente, mas no futuro. O mesmo não acontece com algo que for infinito, pois do infinito não temos como fazermos relações, não temos como conhecer sua dimensão.
Não pode haver simetria entre o finito e o infinito. A mente humana é finita e ignora o conhecimento do infinito. Reconhecer essa incapacidade é a Douta Ignorância.
(sobre a filosofia de Nicolau de Cusa)
Quando o Paulo Francis deu a um de seus livros o título de 'Opinião Pessoal', foi por pressentir que se tratava de objeto em extinção no Brasil. Hoje em dia só há opiniões de grupos e partidos, e eu me tornei o representante incompreensível de uma espécie desaparecida.
Os jornalistas e acadêmicos, no Brasil, usam de um método arqueológico: pegam um fragmento irrisório qualquer e com base nele constroem o desenho inteiro de uma inteligência, de uma alma, de um personagem do qual não sabem e continuarão não sabendo nada.
O Bronislaw Malinowski, antropólogo polonês, inventou a técnica do 'observador participante', na qual o estudioso se abre pessoalmente a correntes culturais, movimentos políticos, experiências religiosas várias, sem nenhum escudo defensivo interior e sem deixar-se hipnotizar por essas forças. Foi assim que passei pelo comunismo, pela astrologia, pela psicanálise, pelo esoterismo islâmico etc.
Cretinos que só concebem a adesão cega e acrítica ou a rejeição total não podem compreender nada da minha carreira nem das minhas idéias.
O pior e mais cruel opressor é aquele que um dia já foi oprimido e perdeu a capacidade de lembrar seu passado.
Segundo Pedro Pomponazzi, os antigos filósofos fizeram bem em colocar o homem entre as coisas eternas e as temporais, pois ele não é nem eterno nem puramente temporal. O homem participa das duas naturezas e está metade numa e metade noutra, assim sendo ele pode viver na natureza que desejar. Alguns homens parecem dominar o seu lado vegetativo e sensitivo e tendem a se tornar quase totalmente racionais. Outros mergulham nos sentidos e parecem animais. Outros ainda assumem o verdadeiro sentido da palavra homem e vivem segundo a virtude, sem entregar-se totalmente ao intelecto nem aos prazeres do corpo.
(da filosofia de Pedro Pomponazzi)
Se eu pudesse deixar de te amar.
Se eu pudesse deixar de te querer.
Se eu pudesse deixar de pensar em você.
Talvez não sofresse tanto assim.
Mais importante que o sucesso profissional de seus filhos, é que o coração deles sejam alcançados por Cristo para a salvação.
É evidente que dialogar com a sinceridade de seus pensamentos é se expor, é se desnudar ante uma sociedade adaptada a dançar em bailes de máscaras, é assumir riscos próprios da existência, por outro lado, a omissão ou a dissimulação leva a aniquilação da personalidade.
