Fiz de Mim o que Nao Soube
Se conheço a verdade é falo apenas de mim mesmo, sou escravo das consequências, a invés de senhor das palavras
Quando a tristeza encosta em mim,
E vejo que está difícil de suportar,
Choro, durmo, e espero,
Que ao acordar, não tenha passado de um simples sonho,
Que não quero sonhar!
De mim esse mundo tem pouco,
e terá menos a cada alvorecer,
aprendendo dose certa do egoismo,
pra não me barganhar por bananas,
digo adeus ao altruísmo, abandono minha mãe,
abandono meu velho e enrugado lar,
um druida barbado, digo adeus e viro as costas,
desejando consistentemente que o destino traga forças,
esse menino de rua precisa caminhar sozinho,
pego minha bolça, e pros amores digo adeus!
Desacato a ‘autoria’ qual que é a diferença de você pra mim guerreiro? Mó cao, sendo que você me desacatou primeiro.
"Felicidade para mim,é acordar todos as manhãs e poder agradecer a Deus,pelo milagre da vida, que é viver."
OQUE HÁ EM MIM.
Oque há em mim
é um coração enorme coberto de dor,
sem espaço para amar, mas com um desejo de amar e ser amado,
é um coração que chora pelo sofrimento das lembraças de um passado presente.
Oque há em mim
é uma alma morde-fronha
que tudo oque espero da humanidade era o amor
um abraço
uma troca de calor
um sorriso
a complicidade de dois corações unidos pelo amor.
Oque há em mim
é um mundo imenso
é um habrigo que ninguém aceitou.
oque há em mim
é um pequeno canto isolado
deste mundo imundo
que fez de um habrigo da dor.
Oque há em mim
são lagrimas das tristezas conquistadas
em cada desilusão de amor.
Oque há em mim
é o chorar em cada anoitecer
em cada amanhecer
pelo fracasso do objectivo não alcansado.
Oque há em mim
é a magoa da decepção
da desilusão por não ter encontrado um ser,
que completace o meu viver
Oque há em mim
são momentos de pura tristeza vivida,
é o passado presente,
é o presente longe duque se esperou.
é o medo do futuro incerto.
Mas na verdade
oque há em mim
é o desejo de continuar a viver
é o desejo de continuar a lutae,
pois eu sei que um dia hei de vencer.
Autor
Massivi Suburbano Odisseia.
Obra (GRISTOS DO SILÊNCIO)
O primeiro dia do ano começa com esperança e o segundo com felicidade. Por você por mim e por todos.
Só dou ouvidos a quem me olha nos olhos, a quem me aperta as mãos...aos que de mim sabem um pouco, mesmo assim, me querem de montão.
Vivo para mais um dia,
Acreditando muito em mim e que tudo dará certo,
Sei e consigo perdoar os que foram injustos comigo,
Me perdoo também , me cobro,mas não me culpo,
Sou resultado do que foram pra mim, do tempo e do Criador,
Agradeço por tudo o que vivi e nessa gratidão eu consigo ainda me encher de amor.
O que te prendeu a mim foi minha teimosia, ao menos em te fazer enxergar o quanto eu era digna da sua amizade!
Sono da Compensação
Fecho os olhos lentamente,
letargicamente,
apago descoloridos em mim,
acordo no sono da compensação.
Destino?
Casualidade?
Sei lá..
Prefiro chamar de ilusão.
Conheço pessoas,
outras re(conheço)
em meio a prédios difusos
e nuvens cinzas confusas.
Pessoas de branco gélido
acenam em minha direção.
Sigo acordando no sono,
em total alienação...
Não quero as mesmas palavras
nem sons com os quais amei,
atitudes sem leis
e pessoas que se pensam reis.
Quero simplicidade.
amores de verdade,
vida em espaço pequeno,
rios descendo em mim.
Respirar ar puro,
recitar versos lindos,
colorir o espaço
com cores astrais.
Fazer serenata
em janelas abertas,
corações pulsantes
por dias de luz.
Fecho os olhos lentamente,
letargicamente,
sonho com quem não encontro,
com quem é meu contraponto.
Sonho com cidades claras,
jardins verdes em flor,
céu que não seja o limite
e pessoas feitas de amor.
No sono da compensação,
encontro tudo o que espero..
Trago de lá a harmonia
do mundo que tanto quero...
Destino? Casualidade?
Prefiro chamar de ilusão
Desperto... reverencio o Artista,
oferecendo-lhe Gratidão.
Há um tempo em mim que guarda momentos que estão escritos nas lembranças, na memória...o que o passado escreve o presente não apaga.
