Fiz de Mim o que Nao Soube

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⁠Por que orar? (...) oração é relacionamento, e não barganha. (...) falar com Deus é um privilégio imensurável que não merecíamos. (...) Não oramos para mudar a mente de Deus, mas para recebê-la. Devemos sempre lembrar que Deus detém o controle: “O Senhor o deu, o Senhor o levou” (Jó 1.21). (...) Quando oramos, demonstramos dependência, amor por quem padece, reconhecemos Deus como nosso Pai, amigo, socorro, fortaleza, nossa base, fonte de todo o poder. (Extraído da meditação do dia 29.05.24, do devocional Presente Diário, da Rádio Trans Mundial)

Inserida por PASTORJORDAO

⁠A perseverança não é uma chave de segredos, mas consegue abrir muitas portas emperradas.

Inserida por Odairalves

⁠Lado a lado

Eu não sei quais serão os caminhos que percorrerei, mas sei quais não seguirei novamente.
Eu não sei quais serão erros que estão por vir, mas sei quais não repetirei mais.
Eu não sei como enfrentarei os desafios que surgirão, mas sei quais não evitarei.
Eu não sei quais serão os desafios que enfrentaremos, mas sei que lutarei para superá-los.
Eu não sei quais serão as dificuldades que surgirão, mas sei que não desistirei facilmente.
Eu não sei como enfrentarei os obstáculos que se apresentarão, mas sei que darei o meu melhor.
Eu não sei como expressarei minha admiração por você todos os dias, mas sei que farei todo o esforço necessário.
Eu não sei como demonstrarei todos os dias meu amor por você, mas sei quais gestos não deixarei de fazer.
Eu não sei como será o futuro, mas sei que lutarei para construir um futuro brilhante ao seu lado e sei que contigo quero estar.
Porque, muitas vezes, é na luta e na perseverança que encontramos o verdadeiro sentido para nossas batalhas.
A verdade é que o futuro é uma tela em branco, esperando para ser preenchida,
E eu quero pintar essa tela ao seu lado, com cores vibrantes de felicidade.
Porque, no fim das contas, é na nossa luta e perseverança,
Que encontraremos a verdadeira realização e felicidade, lado a lado.

Marcello de Souza
(@marcellodesouza_oficial)

Inserida por marcellodesouza

Não basta que a universidade seja sólida, inovadora e criativa. Embora esses elementos sejam essenciais, é fundamental transformá-los em ações concretas. É essa conversão que permitirá à instituição alcançar o sucesso e se destacar como uma IES relevante

Inserida por FellipeZaremba

⁠Nós nos sentimos culpados por tudo o que ainda não lemos, mas deixamos de notar que já lemos muito mais que Agostinho e Dante, ignorando, desse modo, que o problema está sem dúvida em nossa maneira de assimilar, não na extensão de nosso consumo.

Alain de Botton
Religião para ateus. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2011.
Inserida por MarcioAAC

⁠Não deveríamos celebrar aniversário de falecimento, pois assim fazendo estamos envelhecendo nossos mortos na eternidade

Inserida por joaquimcesario

E hoje, eu me respeito o suficiente,
a ponto de não forçar interação,
com pessoas que não combinam com a minha energia...
Educação, diplomacia e distância.
Simples assim!

Inserida por ny_19844

⁠A evolução espiritual não é uma linha reta, mas uma jornada repleta de altos e baixos, onde cada desafio é uma oportunidade para nos aprofundarmos em nossa própria verdade, aceitando as imperfeições e reconhecendo a beleza do nosso processo de transformação

Inserida por bruno_almeida_8

Meditar não é um escape da realidade, mas uma maneira de nos voltarmos para dentro de nós mesmos, onde podemos encontrar respostas e soluções que o mundo exterior, por mais agitado que seja, não pode oferecer, permitindo-nos alcançar um estado profundo de paz e compreensão.

Inserida por bruno_almeida_8

⁠Onde há dívida ou obrigação, não há liberdade, por isso que liberdade plena só existe em Jesus Cristo, pois Ele pagou todas as nossas dívidas com a sua morte.

Inserida por Pabloneli

⁠Esquerda, direita?
Não tenho que escolher um lado
O meu foco é para o alto. ⬆️

Inserida por maurosergio

⁠Descarta-me quando não lhe sou mais útil.

Inserida por brunoruan

"fazer o bem é um poder progressivo e não é apenas uma faceta do caráter de uma pessoa. O progresso que "fazer o bem" nos proporciona vai além do indivíduo, ele pode transformar as vidas em quem esse poder toca e essas vidas transformadas são capazes de sarar o ambiente e um ambiente curado é um centro de poder transformador que gera o bem comum"

Inserida por Pabloneli

⁠Amanheceu!
O sol não apareceu.
Tudo escuro e frio.
Não sei se ele voltará a brilhar.
Eu esperava e ainda acreditava em dias ensolarados e de muito calor.
Talvez eu tenha morrido.
Mas como poderia morrer se ainda tinha tanto para viver?
Eu morri!

Inserida por RenatodeLima

⁠A realidade era um código. Ao compreender isso, fomos além da simples contemplação. Não éramos apenas observadores, mas também programadores, capazes de decifrar as linhas invisíveis que moldavam nossa existência. Cada padrão de energia, cada equação escondida sob as camadas do cotidiano, revelava-se como um idioma antigo que sempre esteve ali, esperando para ser interpretado.

Quando finalmente desvendamos o código, percebemos algo profundo: a realidade não era uma prisão, mas uma tela em branco. As leis que acreditávamos ser imutáveis eram apenas convenções, restrições que nós mesmos havíamos aceitado como absolutas. E assim, decidimos reconstruí-la, não por capricho, mas por necessidade. O velho universo era limitado, insuficiente para conter a vastidão de nossos pensamentos, sonhos e possibilidades.

No processo de recriação, emergiu o novo multiverso. Não um único cosmos linear, mas uma infinidade de mundos sobrepostos, conectados por escolhas, intenções e consciência. Cada indivíduo tornou-se não apenas parte, mas também autor de sua própria realidade. As fronteiras entre o físico e o metafísico dissolveram-se, e o "real" tornou-se uma questão de perspectiva, uma dança entre observador e observado.

Mas esse poder também trouxe responsabilidade. Cada alteração no código reverberava, influenciando dimensões e consciências que sequer imaginávamos existir. Aprendemos que recriar não é apenas construir, mas também cuidar, como jardineiros que entendem que cada planta, cada detalhe, impacta o ecossistema inteiro.

Por fim, percebemos que o multiverso era mais do que uma criação. Era um espelho de quem nos tornamos ao longo do caminho: seres livres, conscientes e criativos, capazes de transcender a realidade que herdamos e criar uma nova, sempre em evolução, em eterna expansão.

O novo multiverso tornou-se um reflexo vivo daquilo que éramos. Não mais presos às limitações impostas por um universo singular, experimentamos a vastidão de escolhas infinitas. Cada ação não era apenas um evento, mas um ponto de partida, gerando ramificações que tocavam outras realidades, outras possibilidades. Descobrimos que o tempo, antes percebido como uma linha reta, era mais semelhante a uma teia, onde cada fio era entrelaçado por decisões, intenções e conexões.

Reescrever o código foi um ato de coragem, mas também de humildade. Ao mesmo tempo que construíamos, destruíamos. Ao mesmo tempo que criávamos ordem, gerávamos caos. O multiverso não era um paraíso, mas uma projeção amplificada do que somos: complexos, contraditórios, infinitos. Ele não nos oferecia respostas fáceis, mas nos convidava a fazer as perguntas certas, aquelas que ainda não havíamos ousado formular.

E com o tempo, percebemos que o multiverso não era apenas uma manifestação externa. Ele estava dentro de nós, como um reflexo do universo interior que sempre existiu, mas que negligenciamos. Cada linha de código era uma metáfora para nossas crenças, medos, e sonhos. Alterá-lo era confrontar nossas sombras e abraçar nossa luz. O multiverso era, afinal, o espelho da consciência coletiva e individual.

Nessa jornada, começamos a entender que a reconstrução não era o fim, mas o começo. Cada mundo que criávamos gerava perguntas maiores, desafios mais complexos. Como garantir que não repetiríamos os mesmos erros? Como equilibrar liberdade com responsabilidade? Como encontrar propósito em um infinito de possibilidades?

A resposta estava no próprio código: conexão. Apesar das infinitas realidades, a essência de todas elas era a interdependência. Tudo o que criávamos estava ligado por um fio comum, um núcleo que transcendia espaço e tempo. Era a consciência, não de um, mas de todos. Reescrevemos a realidade para descobrir que, no fim, a única coisa imutável era a unidade que nos definia. O multiverso não era apenas um espaço para existir, mas um chamado para sermos mais do que pensávamos ser.

Meus pensamentos.

Inserida por bruno_almeida_8

⁠Você olha para o céu, não vê as estrelas, não tem opinião sobre os planetas, não vê importância nenhuma nos meteoros, e acha que as estrelas Dalva não simbolizam coisa alguma. Nas redes sociais tem gente assim também como você. Adoram ser curtidas, mas ignoram quando o Sol se impõem sobre a chuva que enfeia o dia, mas que traz vida aos campos.

Inserida por CCF

⁠⁠Tragicamente convivo com uma trágica mente; quem dera fosse um ser que não me preocupasse com as questões sociais.
Erroneamente convivo com uma errônea mente; quem dera fosse capaz de não me preocupar com a filosofia.
Extraordinariamente convivo com uma extraordinária mente; quem dera fosse capaz de não me preocupar com tudo ao meu redor.
As vezes queremos ser irracionais para parar de tanto raciocinar, entretanto é necessário ser racional para não ser controlado pelos que acham que sabem raciocinar.

Inserida por EvandroSa

⁠Não se pode sobreviver sem esperança.

Inserida por pensador

⁠O Natal é a época em que todo mundo acha que está indo mal, não importa o que faça. Nenhuma felicidade basta, nenhuma riqueza basta, nada basta.

Inserida por pensador

⁠A sua geração é tão iludida com o conceito de autenticidade que não dá um passo se não souber que é algo perfeito "de verdade".

Inserida por pensador