Fiz de Mim o que Nao Soube
A justiça divina não conhece impunidade; ela age com perfeição para endireitar os caminhos do Brasil.
Toda tempestade tem um fim,
e quando ela passar,
você verá que carrega consigo não apenas a cicatriz,
mas a força de quem aprendeu a dançar na chuva.
"Não querem orar de jeito nenhum. Prefiram o caos, a intriga e a polêmica a ter um minuto de comunhão e intercessão."
"Um coração duro não ora porque tem medo de confrontar a própria bagunça; prefere o entorpecente dos prazeres rápidos a encarar a verdade que liberta."
"O coração duro não ora porque tem medo de se despir das próprias vaidades e encarar o espelho da vontade de Deus."
Há pessoas que continuam funcionando quando já não conseguem mais viver. O Prédio que Aprendeu a Escutar investiga esse paradoxo.
O Prédio que Aprendeu a Escutar revela que trabalhar até desaparecer não é necessariamente dedicação.
"Quando o altar é abandonado, o homem não fica neutro: ele troca a justiça pela iniquidade e o amor ao próximo pela prática da ruína."
"O silêncio nos joelhos costuma ser o primeiro passo para o barulho da destruição. Quem não ora a Deus, acaba servindo aos caprichos da corrupção."
"Quem não dobra os joelhos diante do Criador acaba curvando a cabeça para defender injustiças e patrocinar a própria destruição."
É desolador perceber como a empatia foi substituída pela indiferença, onde o caráter já não é apreciado e a humanidade parece ter desistido de cuidar de si mesma.
Oh tempo que venera as mudanças de rotinas, literaturas cuja as páginas não respondem as dúvidas coletivas. Mas da poeira surgem as alegrias de um instante, onde uma página cativa os leitores estranhos. Entretanto surgem as arestas de um livro esquecido, onde a memorização se torna um aprendizado repentino. Versos que transcrevem os pensares longínquos, revelando um grande otimismo. E assim viram às páginas amareladas, chamando o interesse de várias gargalhadas.
Esforços físicos, mas que não foram realizados pelo físico. Atividades de intensidade variável, mas os esforços seguem um clima experimentado. Natureza de revelações surpreendentes, mas não se reconhece os parênteses. Distâncias percorridas em uma rotina, cuja as metas são competitivas. Porém não competimos pelo contato físico, mas sim pelas origens do empirismo.
Buscas pelas falas não exclusivas, mas encontram uma criatividade ilusionista. Mágica que condena uma crença, no passado de exigências infinitas. E transformam os períodos em imensas sintonias, das quais as sinfonias não ditam os ritmos de vida. Louvor de um período esquecido, e os interesses se tornam imperativos.
Felicidades transformadas,
mas momentos vividos no passado.
Atitudes distorcidas,
na era não vivida.
Conjunção de pensares,
no interior das vaidades.
Itinerário de longa trilha,
no MBA de várias vidas.
Humanidade que se reconstrói,
na fidelidade de vossos heróis.
Papéis sobre a mesa,
onde perdesse a selva da existência.
Roda roda e não gira, onde a trava do cronômetro pede pilha. Fraqueza energética, onde Li resolve um papel esquecido. Tabela de variações na natureza, mas esquecem do tempo vigente da própria natureza. Gestação não existente, onde os momentos se tornam presentes. Mas buscam a semelhança de Deus, acreditando nas crenças ruins. Confusão de homônimos terrestres, mas a prova só demonstra desgraças na Terra.
Visão modificada, mas as memórias não estão intactas. Dificuldades no reconhecimento pessoal, e cometem erros pessoais. Entretanto vasculham à natureza, afim de conquistar à própria natureza. Dança de acasalamento, mas o tempo demonstra outro relacionamento. Horóscopo de incertezas, mas ditam uma estrela. Brilho que reflete um carisma, na eterna vontade divina.
Obsessão de deficientes físicos, mas não são sentidas as incapacidades. Sensações de uma longa trilha, onde as moradas não apresentam vidas. Escolhem um grupo, mas à cultura não se torna relativista. Energia que se demonstra através dos corpos, mas as áreas estão instáveis. E assim seguem um caminho, cujo o passado foi desprezado.
