Fiz de Mim o que Nao Soube

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O amor para ser real, tem que custar – tem que doer – tem que nos esvaziar de nós próprios.

A vida é feita de etapas e o seu curso é imprevisível. O grande segredo consiste em aproveitá-la como quem conduz um barco no oceano.

Há tempos de calmaria, e nestes momentos precisamos decidir quando arriar as velas e avançar aos remos exaurindo forças para encontrar o curso de nossas vidas.

Há tempos de tempestade, e nestes precisamos de determinação e olhos no horizonte em busca de um porto seguro que nos ponha a salvo, para que então, ao retomar sonhos e expectativas, possamos resgatar a alegria de ter vencido, e a felicidade de poder usufruir tantas outras experiências que estiver por vir.

Há tempos de bonança, e no curso destes, sorria, faça amigos, brinque, viaje em busca de novos horizontes e acima de tudo, ame e seja feliz! Pois nem sempre poderemos prever calmarias ou tempestades.

Que a partir desse Natal, o maior presente seja a presença de amor e fraternidade entre os humanos.
Que a partir desse Natal, o nosso coração se torne uma manjedoura, para que Jesus possa renascer nele todos os dias.
Que a partir desse Natal, Jesus esteja realmente presente nas “Festas de Natal”, afinal não existe festa de aniversário sem o próprio aniversariante.
Que a partir desse Natal, o presépio, que apesar de ser simples e pobre, não seja substituído por uma “Árvore de Natal”.
Que a partir desse Natal, Jesus seja o centro das atenções, e que o ibope Dele seja maior do que o ibope do “Papai Noel”.
Que a partir desse Natal, ele não aconteça apenas uma vez no ano, mas sim todos os dias da nossa vida.
Feliz Natal!!!

As prioridades, definem em muito o que queremos ser ou o que somos em nossas vidas. É uma questão de bom senso que vale para toda uma vida e que perdura por muitas gerações.

A Igreja deve sair do lugar agradável, da zona de conforto e seguir o "chamado para fora", o IDE de Cristo

As cousas árduas e lustrosas se alcançam com trabalho e com fadiga.

Luís de Camões
Os Lusíadas (1572).

"Julgar os outros é fácil;difícil mesmo é julgar a si próprio"...

Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).

Boa parte da arte de conversar consiste em saber mentir com graça.

Mulher bonita é luxo e luxo custa caro.

ah, querido.
foi quando ele me jogou no abismo
que eu aprendi a voar.

As possibilidades de amor habitam em nós.
As necessidades também.
Só nos cabe, então, acolhe-las sem hesitação.
Entrar numa coisa boa pode até ser coisa de Deus. Permanecer nela é um querer exclusivamente nosso.
E que prevaleça não só a leveza do sentir mas a vontade de seguir.

⁠"Eu gosto do absurdo divino das imagens."


Menino do Mato

"As dificuldades para subir uma montanha são recompensadas pela vista que se enxerga do topo."

"A liberdade é um bem tão apreciado que cada qual quer ser dono até da liberdade alheia". Barão de Montesquieu (Charles Louis de Secondat) filósofo, escritor, FRA, 1689-1755

A sabedoria serve para reprimir os jovens, para consolar os velhos, para enriquecer os pobres e para enfeitar os ricos.

Você já me fez chorar, ja me fez sorrir, por causa de você eu sofri, mas hoje eu tenho que ir, seguir o meu caminho sem olhar para trás, posso até esquecer o meu passado, mas esquecer você...JAMAIS

Pode chorar, mas saiba que eu te amo. Eu te amo mais do que qualquer outra garota que já conheci.

“Hoje eu resolvi chorar. Chorei por tudo o que eu já fui. Por tudo que eu sinto e por tudo que eu sou. Chorei pelo tempo perdido e pelas coisas que não ficaram. Chorei pelas sementes que eu plantei, mas que não germinaram. Chorei pelos erros cometidos e pela vida que eu sonhei, mas que não consegui realizar. Chorei pelos amores que morreram e por aqueles que nem nasceram. Chorei pra tentar afastar o medo e com as lágrimas que eu derramei, o meu coração poder lavar. Chorei e pedi aos céus baixinho para que me desse conforto. E como resposta, ele chorou comigo. Mostrando para mim que mesmo no fim eu não estaria sozinho.”

Defenda com zelo esta Loucura que agora lhe pertence.

Erasmo de Roterdã
ERASMUS, D. Elogio da Loucura. Porto Alegre: L&PM, 2013.