Fiz de Mim o que Nao Soube
Poema que eu fiz pro natal,
Ao noel,
Meu formoso obrigado,
Por fazer-me ver como é bom sonhar,
Acordar com o encanto,
Sem nada planejar,
Pois toda madrugada de sua vinda marcada,
Uma surpresa me esperava,
E mais um sonho se realizava,
Nunca deixe de existir,
Mesmo que seja só imaginário,
Porque mesmo tão longe,
Estará sempre tão perto,
Até sua vinda novamente,
Ansiosos esperaremos,
Com imenso amor e espírito natalino,
De você nunca esqueceremos.
Eu me arrependo de coisas que eu disse e fiz. Ao menos eu sei, que certo ou errado eu fiz o que eu queria fazer!
Na vida fiz do meu jeito, quando errei corrigi, agradei e desagradei a gregos e troianos e às vezes propositadamente criei o engano.
Fiz um pedido hoje , Do fundo do meu coração : Deus ...vem musicar este abraço e que ele seja ninho eterno, enquanto dure... além do infinito!
Quando decidi fazer o Desafio da Subida do Mirante o fiz por brincadeira, mas comecei a treinar com toda a energia, determinação e disciplina que tinha. No final cheguei muito mais longe do que imaginava, mesmo sendo essa a primeira corrida da minha vida.
Ficaram as lições:
1. Não é a sua fé, não é acreditar que é necessário, é necessário FAZER, mesmo sem acreditar, mesmo sem fé;
2. Quando você FAZ, você desenvolve um novo hábito e isso transforma sua vida.
Hoje em dia, nada me incomoda mais do que não poder estar treinando para a próxima competição.
Qual é a poesia mais bonita do mundo?
Por varias vezes fiz essa indagação, imaginava que as mais incríveis poesias eram de Vinicius de Morais, Olavo Bilac, Fernando Pessoa, Cecília Meireles ou de Platão.
Esse pensamento equivocado se fez presente em minha mente antes do dia que lhe vi para primeira vez.
Hoje, ao seu lado, descubro, diuturnamente, que a poesia mais linda do mundo não se resume em estrofes, mas, para finalizar esse mote, cinco delas eu posso citar: o seu brilho no olhar, o seu modo de beijar, a perfeição que é você, o amor que eu sinto por você e o intenso desejo de lhe querer.
Com muito carinho, para o meu amor.
PESCANDO PARA ELA
Numa tarde de sol
peguei meu boné
sem rede ou anzol
dei uma esticadela
fiz o percurso a pé
fui pescar para ela
tilápia
jau
tambicu
pacu
lá no Carrefour.
Benê
"A melhor coisa que fiz foi casar a mente com o braço. Acreditem no homem que diz: eu sei, eu vou e eu faço".
Autor: Eusébio Messias de Andrade
Onde se perdeu o amor?
Esta naquele café inacabado?
Naquela pequena flor?
Esta na poesia que fiz no telhado?
No olhar daquela pequena pessoa?
Esta embaixo na cama?
No sol, no céu ou na garoa?
Escondido embaixo da lama?
Ontem tinha amor? Leve e solto,
Naquele abraço que lhe dei?
Talvez na vontade de dar-lhe outro...
Talvez em tudo que pensei.
Quando a vi ali na chuva,
Havia algum amor ali?
Minha vista é turva,
Juro que não a vi...
Onde está o amor agora?
Tomando seu café até o fim?
Pisando nas flores do canteiro?
Quem fala de amor a essa hora,
É louco, poeta ou algo assim,
Mas, falar de amor assim, alegra o dia inteiro.
Haveria de ter no mundo
Um coração completado
Feito o meu com seu.
Se lhe fiz doer algum ponto
Foi porque sou um tonto,
E não lhe soube entender!
Se não se fez explicar,
Venha se pôr em meu lugar
Pra me fazer compreender
Porque de tudo o que saia de tua boca, quando eu lhe ouvia
Era a aurora boreal que me aparecia
Feito mágia suas palavras eu não ouvia. Via cores e tudo em flores...
Fossem xingos, fossem dores
Só podia ver amores por todo o quarto do hotel e todo caminho que andávamos.
A imobilidade da luz
Agora do mesmo jeito que os fiz, desfazer-los-ei. Morrem uns para existir outros. Às vezes, o tédio ou falta de perspectiva me faz deletar em massa. Assim eu era. Sei que podia parecer algo cruel deletar a existência de “alguém”, (espero que entenda) não fazia isso por que queria ou por que gostava, simplesmente porque era preciso.
A vida foi, a princípio, uma ideia que me surgiu em um momento de tédio; Eu não esperava tanto; simplesmente me surpreendi! Quando tive a primeira ideia da criação, estava passando por um momento conflituoso, tinha me entediado com tantos projetos monótonos e acabei destruindo o meu último projeto que era uma esfera consideravelmente grande de energia branca, e foi aí que tive a ideia de algo mais interessante: resolvi criar uma galáxia invés de constelações e centros sugantes. Mesmo assim, vi que aquilo não passava de uma ampliação dos meus projetos anteriores. Então, fui a pasárgada refletir; estava muito exausto e nenhuma ideia boa ainda me exsurgia. Após algumas consideráveis eternidades, vislumbrei algo que seguia um fluxo próprio e fugia da monotonia; algo que era regido por uma regra geral. Era a gênese da vida. Assim sendo, foi nesse momento que me debrucei em um projeto magnificente: A Criação. Remodelei os destroços da esfera de outrora, criei a natureza e os animais. Com o pulsar das gerações e o dardejar dos milênios, sucumbi ao ver o grande equívoco da criação: foi a pior monotonia que já vivera; antes pelo menos eu podia ter eternidades para outras coisas, entretanto, daí em diante, tive que tutelar esse projeto. Nesse momento, tive muito trabalho, deletando e renovando existências que no fundo seguem uma lógica continua de perpetuação. Isso tudo me dava calafrios em gastar algumas das minhas eternidades nesse fastidioso trabalho. Sei que para infinitas eternidades que tenho, algumas não iriam me fazer diferença. Entretanto, isso me fustigava lentamente e me causava uma monotonia cruel. Foi então que decidi criar uma vida que se destacasse. Por tentativa e erro, comecei por macacos, depois sapos, aliens, e por fim, sapiens. Já estava com as mãos doloridas de tanto misturar. Com o tempo acabei gostando dessa criatura. Pensei, que talvez deveria misturar dois deles. E assim ficou: Sapiens Sapiens. No final do processo, só restou uma criatura, e assim, intitulei-o de Anão. Ah não, não era esse nome; lembrei: Adão. E assim o foi. A criatura a cada “secundos” demonstrava destreza, sabedoria e, assim, me alegrava. Certa vez, resolvi criar o Destino para cuidar da vida e da morte. Com tempo livre, ocupei-me em outros projetos, e acabei deixando a minha criação em segundo plano. E de supetão quando estava no cinturão de Orion, uma ideia catucou a minha mente, sugerindo-me a criação de uma companheira para a criatura. Estava sem tempo para visitar frequentemente a minha criação, e por isso, resolvi dá a luz à ideia. Só que quando fui criá-la, tinha esquecido da fórmula. Misturei sapo, macaco, peixe e acabei criando uma mistura de sapiens com peixes; vi que não estava legal para uma companheira. Chamei-a de sereia para não ser desprezada. E sem obter sucesso, resolvi arrancar uma costela do Adão, e assim, formei uma companheira; intitulei-a de Eva . Vi com o tempo que ambos estavam felizes. Mas isso não me agradava nem um pouco. Felicidade é monótono e monotonia me causava incômodo. Então coloquei uma arvore com frutos afrodisíacos para testar a resiliência de ambos. Eles passaram um tempo se contendo em comer os frutos; foi então que decidi colocar uma serpente para atentá-los. A serpente fez um ótimo trabalho. Ainda me recordo da retórica da serpente que usou para ludibriar Eva:
—Estes frutos têm poderes especiais, por que não comes um?
—Porque fui proibida; estes frutos não fazem bem.
—Não seja tola, se o criador colocou uma árvore desta no paraíso, é claro que foi para vocês. Ele devidamente está testando a inteligência de vocês. E desta forma, ele quer que vocês ultrapassem as restrições e façam a diferença.
—hum, talvez tenhas razão
—É claro que tenho; sou fruto do criador!. venha aqui; Tome este fruto, este é seu; partilhe-o com Adão.
E assim, Eva levou o fruto, e Adão, ingenuamente, comeu o fruto de Eva e não percebeu que caíra na tentação da serpente. Dessa forma, acabei vendo a fragilidade dessas criaturas; vi que estavam muito longe da minha sapiência. E nessa lógica, vi que eles jamais iriam chegar perto dos meus Arcanjos. Com efeito, condenei-os a lei do Destino. E assim ao Destino declarei:
—Estarás incumbido de ceifar a vida deles, toda vez que chegar a hora. Eles terão o fado de nascer, crescer, procriar e morrer. Eles não mais viverão uma eternidade. Vão sentir a dor carnal. sofrerão com os temores e seguirão a Lei Natural.
Depois me ausentei e deixei-o regendo a criação.
Após algumas finitas eternidades, resolvi visitar a criação. Senti um verdadeiro abalo ao ver aonde a minha criação chegara. As criaturas de outrora não mais seguiam a Lei Natural. Criaram a sua própria lei. O Destino estava cada vez mais com problemas. As criaturas estavam dominando cada vez mais a inteligência. Estavam adiando o veredicto do Destino. Guerras, miséria, contrastes, tecnologia, temor, destruição, estavam caracterizando a criação. Aquilo de fato não era monótono, era extremamente inconstante. Talvez a minha ânsia pela fuga da constância tenha a impulsionado à Evolução. Não os via mais como uma criação. Via-os como uma transmutação. E destarte, resolvi me ausentar novamente e esperar mais algumas eternidades para ver até onde eles irão chegar...
As vezes eu Fico pensando se o que penso é real pq a minha mente está sempre em constantes mudanças, as vezes ela me culpa as vezes sinto q estou mentindo em algo parar me beneficiar mas no mesmo momento sinto que não, é tudo tão confuso d um lado jogo o peso todo sobre mim e do outro tiro-o completamente dos meus ombros, será mesmo que sou essa pessoa boa? Pq a minha mente insisti em dizer que não? Eu sou a porra de um risco no meio de vários desenhos coloridos e mais interessantes, desenhos no quais tem fundamento e profundidade... Já eu sou só um vazio duvidoso e apagado.
Não me move, meu Deus, para querer-te
O céu que me hás um dia prometido:
E nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de ofender-te.
Tu me moves, Senhor, move-me o ver-te
Cravado nessa cruz e escarnecido.
Move-me no teu corpo tão ferido
Ver o suor de agonia que ele verte.
Moves-me ao teu amor de tal maneira,
Que a não haver o céu, ainda te amara
E a não haver o inferno te temera.
Nada me tens que dar porque te queira;
Que se o que ouso esperar não esperara,
O mesmo que te quero te quisera.
Acho que tenho um pretendente, mas ainda não me acostumei direito com ele. É incrivelmente charmoso e me faz corte com refeições deliciosas, mas às vezes acho que prefiro pretendentes nos livros em vez daqueles de carne e osso.
"Não discuta. Converse. Não exija. Peça. Não seja indiferente. Agradeça. Não se amedronte. Confie. Não amaldiçoe. Compreenda. Não se desgaste. Pondere. Não viva ansioso. Saiba esperar. Não se descontrole. Respire. Não reclame. Trabalhe. Não fale demais. Ouça. Não se atormente. Acalme-se."
