Fiz de Mim o que Nao Soube
Problemas sociais, como o racismo e o feminicídio, entre outros, são frequentemente apresentados pela mídia capitalista de maneira a atrair audiência, em vez de abordar profundamente as raízes dessas questões sociais.
Não são combatidos; são vendidos.
Há pessoas que escolhem a dor como identidade.
Apreciam o sofrimento como uma marca da salvação, um caminho para o paraíso, para a eternidade.
Fixar-se na dor e no sofrimento como uma forma de garantir o conforto de sempre ter alguém ou algo para culpar.
E assim nunca se responsabilizar pelos infortúnios da vida.
Vontades escondidas dificilmente serão atendidas.
Pois, requerem habilidade na interpretação de sinais não verbais, ao contrário das vontades expressas, que são diretas.
Algumas pessoas falam mal dos outros com a intenção de afastar você, enquanto tentam se aproximar cada vez mais buscando exclusividade nas amizades.
Nos dias atuais, há uma certa exacerbação, uma lacração do horror, da tragédia e da guerra nas mídias e redes sociais.
Estamos vivendo uma época em que a fofoca, o mal dizer e a mentira estão sendo monetizadas excessivamente pelas da mídias e das redes sociais.
Fatos banais e irrelevantes tornam-se relevantes para as pessoas apenas por terem sido noticiados pelas mídias e redes sociais.
Vivemos numa sociedade excitada e hiperativa, onde nossas emoções são minuciosamente disputadas pelas gigantes de tecnologia (Big Techs).
Se no passado estados totalitários suprimiam a democracia.
Agora, são multimilionários que vem ameaçando as democracias dentro da lógica neoliberal.
