Fiz de Mim o que Nao Soube
Um dia
Um sol talvez
Uma lua talvez
Quem sabe os dois
Um dia
Dois dias
Talvez três dias
Nós não sabemos
Talvez um dia saberemos
Talvez não
Talvez sim
A única certeza...
Não sei
Um dia saberemos
Talvez nunca
Então vamos esperar para saber...
Silêncio...
Silêncio, música da alma,
Que tudo une e tudo separa,
Que traz a paz na noite calma,
E acalma a mente que dispara.
É uma presença notável
Que muitas vezes é ignorado.
Anda por todo o lugar
Mas é raramente escutado.
Prefiro o silêncio calmo
Ao silêncio ensurdecedor
Pode ser um refúgio da agitação,
Ou uma fonte de pavor.
Silêncio, verdade que revela,
Que tudo explica e tudo oculta,
Que tudo perdoa e nos leva,
A um lugar onde o amor resulta.
Portugal...
Portugal, país encantador,
De paisagens raras e belas,
Mas também um lugar de dor,
Onde a falta de casa deixa sequelas.
Impostos altos, um fardo pesado,
Que pesa nos ombros dos cidadãos,
Mas há algo que deixa o povo animado,
São os foguetes, em noites de celebração.
São Pedro, Santo António ou São João,
São nomes que fazem os corações bater,
E quando soar a primeira explosão,
Toda a gente vai querer aparecer.
Entre o fogo e a alegria,
Lembramos que há muito a fazer,
Haja mais equidade e harmonia,
Para todos terem um teto para viver.
Que os foguetes nos lembrem sempre,
Que a vida é para celebrar,
Mas que não nos esqueçamos igualmente,
De lutar por um futuro melhor alcançar.
Tudo na vida, em algum momento ou mais de uma vez, algo deu ou dará errado. Experiências ruins acontecem com todos e uma isolada ou única vivida por um grupo ou individualmente não dá para estender para os outros como um exemplo eterno ou verdade absoluta.
"Errar uma vez é humano e do acaso. Errar mais de uma, já é uma decisão e escolha."
Aprendendo com a vida.
"Quem tem boca vai a Roma"
No meu primeiro dia de trabalho, com 15 anos, menino da periferia, fui acompanhado por meu pai para agência do Banco Nacional, localizada no bairro da Pituba. Logo na recepção, foram nítidas as expressões de surpresa e desconfiança dos funcionários presentes.
Confesso que na época não dei muita importância para esse fato, talvez pela vida dura que levávamos e pela necessidade, sempre fui pragmático e focado no que era mais importante, naquele momento: o emprego.
Logo na primeira semana de trabalho, uma das minhas funções como boy era fazer pagamentos nos cartórios, bancos, correios, repartições públicas. Era muito verde, tímido, introspectivo, inexperiente e não conhecia a maioria dos bairros de Salvador.
De fato, não achava essa situação um grande empecilho para executar minhas tarefas. Porém, percebi que não poderia demonstrar ao meu chefe essa limitação quando comparado ao outro colega de função.
Dessa forma, sempre que ele perguntava sabe aonde fica? Eu respondia sem titubear: Sei, sim!
Já no ponto de ônibus, lembrei de um ditado antigo: quem tem boca vai a Roma. E assim, de grão em grão fui conhecendo todos cantos da cidade.
Mas uma coisa chamou bastante atenção nesses primeiros dias de trabalho.
Antes de sair para tarefas externas meu chefe entregava um valor em espécie para despesas com transportes.
Num desses dias, ao retonar no final da tarde, devolvi ao meu chefe o troco, já que não gastei tudo. Para minha surpresa, em vez de devolver o troco para tesouraria, ele simplesmente colocou o dinheiro no bolso e deu uma sorriso sarcástico.
A percepção da vida como ela é no mundo corporativo dava os seus primeiros sinais.
De um lado: Pessoas fingindo sofrimentos, fardos e doenças para chamar atenção.
Do outro: Pessoas aproveitando desse momento para chamar atenção via ajuda, generosidade e compaixão excessiva.
Numa mesma situação temos a presença duas expressões populares:
"Se fazer de doente para ser visitado"
"Me engane que eu gosto"
De fato, o mundo inteiro é um palco (Shakespeare).
Há uma diferença enorme entre conquistas e privilégios frutos do nosso trabalho e esforço, daqueles obtidos por meios ilícitos.
"Quando você tem uma ideia boa, você se entusiasma e começa a trabalhar para que ela se torne realidade. Esta é, sem dúvida, a matéria-prima para se conseguir um milagre: você prosperar na vida”.
"Viva com pés pés no chão. Viva a realidade. Procure ser o que você é, sem se preocupar com os outros. Edifique sua vida aos poucos, tirando os ensinamentos necessários para uma vida melhor".
Você está bem, agora?
Continua assim.
Pensar, antes de falar.
Buscar sabedoria,
que é a melhor coisa.
Ter, o bom comportamento.
Fortalecer agora;
não esperar a fraqueza,
para fortificar.
Em um relacionamento a dois todo inicio é dominado pela paixão que se trabalhada vira amor, com o longo dos anos essa relação tende a ser mais amorosa que apaixonada. A paixão em tese é mais forte que o amor porque provoca reações que você nunca imaginou que sentiria, já o amor tem uma intensidade diferente, é mais voltado para o carinho, o cuidado, o afeto. Os dois são importantes numa relação e se você quiser ter um bom relacionamento e duradouro deve sempre manter acesa a chama da paixão porque só o amor não é suficiente.
Quem debochas de ti tornas cego com o brilho de sua alma corajosa. Os corajosos suscitam a incompreensão dos tolos que só debocham!
No frigir dos ovos, a única ideologia que cabe ao povo brasileiro é garantir "o pão nosso de cada dia". O resto é hipocrisia.
De uma militância engajada e subversiva para uma militância excessivamente planfletária, engessada e perdida em pautas minimalistas.
"Supere as dificuldades, convencendo-se de que tudo é possível quando temos Deus no controle das nossas ações".
