Mensagens de final de ano para alunos da educação infantil cheias de carinho
Não se esquecer que
um dia já foi criança,
e que dependeu de um adulto
para chegar até aqui,
pode fazer um mundo novo,
Trazer viva essa lembrança
sempre que uma criança
precisar é sinal vivo
que ainda há esperança
de seguir adiante.
Fui para Marajó logo ali
na Cachoeira do Arari,
O Cordão do Galo junto
com as crianças passaram
dançando e cantando,
Surpreendente você chegou
envolvendo e encantando,
Foi daí que me dei conta
que encontrei o Sol de amor,
que perdidamente me apaixonei
o meu melhor entreguei,
e é com contigo que eu estou,
e de ti não mais regressarei.
Toda criança gosta de dançar, cantar, rabiscar...
Aprende escrever, ler e contar...
A dança, tem ritmo, som e expressão!
As outras artes ajudam
a criatividade,
disciplina
e atenção.
Feliz dia para nossas pequenas crianças que (dentro de nós) torcem para que tudo dê certo e para que nos tornemos grandiosas!
GOTEIRAS DA INFÂNCIA
(No chão que a saudade regou)
Quando criança, eu achava que a chuva era o choro de Deus. Hoje, compreendo que aquela visão pueril não trazia goteiras de melancolia, mas sim o orvalho que preparava o solo fértil; essa lembrança desenhava, o tempo todo, o meu chão para que a vida pudesse, enfim, brotar e florescer. Mesmo que, no decorrer desse caminho, alguma flor murche, ela não morre, pois Deus sempre me estende um regador.
Lu Lena / 2026
MENINA MULHER
(A força de hoje é o escudo da criança de ontem)
Que minha menina interior não se assuste com a versão mulher — às vezes frágil, mas muitas vezes leoa —, pois o hoje dela é a sua proteção lapidada de ontem.
Lu Lena / 2026
Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…
É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.
Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.
Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.
E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.
A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.
Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.
A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.
A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!
Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!
E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!
Então, Bom novembro!
Os Frequentadores Assíduos da Agridoce Escola da Solitude dificilmente se contentam com meia companhia.
Há algo que a solidão ensina, e não é apenas o silêncio — é a escuta.
Quem se demora nesse espaço aprende a reconhecer o próprio ruído interno, a distinguir carência de presença e distração de encontro.
E, depois disso, já não dá para aceitar qualquer preenchimento como se fosse conexão.
A solitude, quando atravessada com coragem e disciplina, deixa de ser ausência e se torna critério.
Ela afina o olhar.
Mostra que companhia não é sinônimo de proximidade, nem conversa é garantia de vínculo.
E, sobretudo, revela que estar com alguém pela metade cobra um preço inteiro.
Por isso, quem já se formou — ainda que provisoriamente — nessa escola agridoce, passa a estranhar o raso.
Não por arrogância, mas por memória.
Memória de quando estar só era muito mais honesto do que estar mal acompanhado.
Memória de quando o vazio, ao menos, não fingia ser plenitude.
Meia companhia cansa porque exige que a gente finja completude onde só há fragmento.
E quem já fez as pazes com a própria inteireza, mesmo imperfeita, começa a preferir o desconforto da ausência à ilusão da presença incompleta.
No fundo, não se trata de rejeitar o outro — mas de recusar o que não chega inteiro.
Porque, depois de aprender a estar consigo e gostar disso, qualquer companhia que não soma, diminui.
Deus é uma criança birrenta com poderes infinitos: cria o brinquedo, se irrita com ele e quebra tudo quando não é obedecido.
Se você é religioso desde criança, isso não é uma escolha, mas resultado de doutrinação cultural. Apenas o ateísmo ou o agnosticismo podem ser considerados escolhas reais, pois exigem o abandono da religião!
Crer em deus é fácil quando você nunca precisou explicar por que ele permite que crianças sejam abusadas, ou morram de fome.
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