Filtro
O perdão tem seu lugar central na nossa fé, mas não pode ser romantizado e praticado sem filtro. Não há perdão sem critérios. Quando você pratica o perdão sem critérios cria uma zona de conforto para o traidor. Precisamos confrontar para só depois acolher novamente.
Eu sou de fases, sou de lua , sou de verdade ..sou de estações... não uso filtro , não uso máscara, sou de fé, de coragem , de luta , de amor ... sou força, sou guerreira, sou mulher !!!
Quem não troca as velas do filtro de água continua bebendo água contaminada, comprometendo a saúde de seus usuários.
Quando quiseres, te bebo toda,
sugo teu gosto, rasgo teu sopro,
filtro teu corpo, intenso e louco,
porém devolvo, feita de céu.
Depois por terra, me jogo morto,
e tu celeste, queima-me todo,
mas ressuscita-me. e me alivia,
deita em tua via, minha agonia.
E te obtenho outro universo,
e te impeço de ficar triste,
e enquanto brilhas, te sou perverso,
mas não cruel, vez que te quero.
E em tua presença me curvarei,
te servirei como o quiseres,
e te serei pra sempre eterno,
e apenas servo, deusa mulher.
29/02
Não permita de que a opinião
alheia seja filtro da sua opinião,
Seja sempre sincero
e coloque humildade no seu coração.
Buscando dentro de mim encontrei tão vivo o teu amor,e no filtro da memória ele nunca saberá o que é ser apenas uma lembrança,pois é só por você que meu coração bate pra viver.
O melhor filtro para saber se é ou não poesia é o seu próprio olhar. Se lixe para a opinião do outros. O quê é poesia para mim pode não ser para você, e está tudo bem.
A sociedade dos filtros
O grande pensador Zygmunt Bauman já nos dizia, há alguns anos, que vivemos em uma sociedade líquida, onde nada é feito para durar: nem os produtos, nem as relações. Partindo de todas as valiosas reflexões propiciadas por Bauman e observando a dinâmica do Instagram, em uma noite qualquer concluí: vivemos em uma “sociedade dos filtros”.
Filtros nas fotos, que escondem nossas ditas “imperfeições” físicas, as olheiras das noites mal dormidas, as cicatrizes das feridas que curamos, as marcas do tempo que vivemos. Os filtros escondem a realidade e recriam um “mundo paralelo”, onde tudo é perfeito. Filtros não apenas nas fotos, mas também em nossas relações. Os relacionamentos de aparência, marcados por traições e brigas. A falsa felicidade que esconde a depressão, a ansiedade e as inseguranças. A solidão disfarçada com o filtro de uma vida repleta de festas, viagens, bebidas e poses sensuais.
As sociedade dos filtros nas fotos, nas relações e na vida 100% feliz. Cada vez mais difícil enxergar nosso “eu” verdadeiro e respeitar o “eu” imperfeito do outro. Exigimos a perfeição dos filtros fora da tela, ao menor sinal de imperfeição, o descarte. Buscamos incessantemente os tratamentos estéticos cada vez mais invasivos, a maquiagem definitiva, o corpo escultural mergulhado em esteróides anabolizantes.
Julgamos a aparência alheia no Instagram e na vida real. Comparamos-nos com a blogueira famosa e o YouTuber milionário. O filtro dos negócios milionários disfarçam as desigualdades sociais, nos levando a crer que basta querer para conseguir o primeiro milhão. Os milhões de empreendimentos que não deram certo são apagados pelo filtro do negócio milionário.
A sociedade dos filtros, que editou tudo e nos levou a acreditar que para sermos aceitos, precisamos de uma edição. Esconda os defeitos, mostre a todos o quanto você é bem sucedido, sociável e bonito.
Qual o próximo filtros você irá usar?
Juliene Vilela
Para os pensadores orientais, é imprescindível “desaprender”, livrar-se de muitos conhecimentos adquiridos em forma de preconceitos e lugares-comuns, para olhar a realidade sem os filtros que a distorcem.
Só dói...
Hoje só dói...
Hoje não sei de mais nada seu...
Onde está? Com quem está? O que faz?
Se está feliz?
Hoje já não sou nada pra você...
Hoje ninguém se importa mais...
Não existe mais nós dois...
Só existe nas minhas lembranças..
E eu insisto em lembrar só das boas...
Não sei pq as ruins nem passam na minha mente... Elas foram apagadas.. E eu nem porque...
Eu nem nem porque tudo isso aconteceu...
Hoje eu abri o filtro dos sonhos e meu sonho era abrir em Londres com vc...
Só lembro de vc quando vejo e escuto Londres...
Virou uma palavra proibida pra mim...
Porque dói...
Eram nossos sonhos juntos...
Era uma esperança...
E hoje só dói...
Só dói....
Odeio meus olhos
Odeio a forma que eles gritam as palavras que minha boca esconde;
O medo me domina “Oh meu deus como será minha vida?”
Tenho medo, medo de não achar teus olhos em meus olhos
Mas agora eu estou feliz pois agora já não sinto falta dos faróis que um dia me iluminaram.
Mas eu sinto medo, medo dos meus olhos, que me deixam nu e me expõe para o mundo de maneira tão cruel e sem filtro.
Adeus aos Paraísos Artificiais
No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial?
A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias?
Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo.
Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é.
Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels.
Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia Adeus aos Paraísos Artificiais
No mundo virtual, onde o perfeito é regra e o natural é exceção, hoje trouxe um sopro de realidade. O Instagram, palco de vidas cuidadosamente editadas, tirou de cena os filtros que suavizavam traços, afinavam narizes, aumentavam olhos e criavam cenários que nem as nossas mais ousadas fantasias poderiam imaginar. Será que estamos prontos para encarar o espelho sem o disfarce do paraíso artificial?
A mudança já movimentou conversas e gerou debates. Algumas pessoas tratam a novidade com desdém, como se fossem imunes à ditadura da imagem; outras, no entanto, vivem um misto de ansiedade e negação, prevendo um feed mais vazio e uma timeline menos glamourosa. O que será da selfie sem o toque de mágica? Como encarar os rostos reais, com seus poros, rugas, marcas e histórias?
Por trás dos filtros, muitas vezes escondíamos não apenas imperfeições, mas também inseguranças. Criávamos avatares de nós mesmos, versões idealizadas que atendiam ao olhar do outro e, muitas vezes, nos distanciavam de quem realmente éramos. A máscara digital era um conforto, mas também um aprisionamento. O medo de não sermos suficientes, de não cabermos no padrão, fez com que o filtro virasse mais do que uma escolha: ele se tornou um escudo.
Com o fim dos filtros, surge a oportunidade de reaprendermos a gostar do que vemos. Não será fácil. Afinal, a sociedade não perdoa facilmente a imperfeição. Mas será libertador para quem decidir aceitar o desafio de ser visto como é, sem floreios ou contornos irreais. Um rosto autêntico pode não atrair milhares de curtidas, mas será a expressão mais honesta de quem você é.
Talvez o fim dos filtros seja um chamado para olharmos além das imagens. Para enxergarmos as pessoas não pelo que mostram, mas pelo que vivem. Uma nova chance de nos conectarmos pelo essencial, e não pelo superficial. Um lembrete de que somos muito mais do que pixels.
Que venham as fotos com luz imperfeita, os sorrisos espontâneos, as marcas da nossa história. Talvez hoje não seja o apocalipse do Instagram, mas sim o início de uma era mais humana.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
O botão de Start ou Stop nas pessoas está nos pensamentos, e sempre que este controle primário possui restrições é possível utilizar dois mecanismos restritivos, que seria o filtro no ouvir, e aplicação de filtro no falar.
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