Filósofos da Ciência

Cerca de 3728 frases e pensamentos: Filósofos da Ciência

Se a ciência comprova os fatos pela experimentação, por que a ciência não experimenta Deus?

Inserida por Sandrovox

Somente um principiante que não sabe nada sobre ciência diria que a ciência descarta a fé. Se você realmente estudar a ciência, ela certamente o levará para mais perto de Deus.

Inserida por tatisnake

Campo de Trigo Com Corvos, Contos, o Livro do Silas Corrêa Leite

A ciência é grosseira, a vida é sutil
É para corrigir essa distância
Que a literatura nos importa

(Roland Barthes)


“CAMPO DE TRIGO COM CORVOS”, Contos, o que realmente é? Primeiro: é um livro de contos, ficções, histórias, causos, narrativas e as chamadas acontecências, todas no belíssimo palco histórico e boêmio de Itararé. Segundo: a maioria dos contos premiados em concursos literários de renome, ou mesmo no próprio Mapa Cultural Paulista, representando Itararé. Terceiro: a prosa poética do autor, sua linguagem típica do “Itarareês” com o peculiar e todo próprio surrealismo e mesmo o realismo fantástico, para não dizer de, aqui e ali, um chamado transrealismo. E, o melhor de tudo: papo de bar. Na calada da memória, as bebemorações (ou rememorações) e um piá...o guri Silas contando, como se trazendo a sua infância consigo na linguagem, nos parágrafos. Para não dizer dos finais hilários ou, ponhamos: encantados. Bela capa, com autorização do Museu Van Gogh da Holanda. Orelhas bem trabalhadas. O autor tem o que se dizer dele. Prefácio arrebatador. De um poeta, ficcionista e ensaísta premiado de Portugal, o Prof. Dr. Antero Barbosa, acadêmico e professor universitário. Descasca literalmente o estilo do Silas, técnicas, vôos, criações, enlevos, símbolos de perplexidade. E valoradamente dá nomes elogiosos aos criames diferenciados do autor. Última capa, as citações de lugares midiáticos em que o Silas saiu, foi reportagem, ou entrevistado, da Folha à Jovem Pan, por exemplo. Depois e finalmente, o conto Anistia. Premiado. O macro espaço-Brasil trazido à Itararé e um menino contando. Da ditadura ao fim dela com a Era Collor e suas carroças coloridas. O muro como símbolo, metáfora. Lembra J.J.Veiga mas vai em veio próprio. Guardação. Um baita causo de Itararé. Bem construído, costurado, com um final pra lá de feliz e risador, ridente, sei lá. Boêmio...um continho joiado...lindo. Mimo. Caso de notívago. Câncer... então é um papo rueiro, de bar risca-faca, de roda de contadores de palha. O Anão é tão bonito que pinta virar filme, pelo que soube. Gente de arte (teatro, rádio, música) em Itararé de olho. Mágico. Justiça, então, tem um final altamente criativo, quase um achado fora de série. Escrever é um ato de sobrevivência, disse Eduardo Subirates (filósofo espanhol). O Apanhador de Cerejas, quando revela o que está realmente havendo (narrador direto), você sofre e chora e volta a reler para compreender a dor do narrador. A pior coisa é não sentir absolutamente nada, diz o rock do U2. Campo de Trigo Com Corvos é o melhor conto do livro. E o final se revela na última palavra. Você vai lendo, seguindo na contação do menino, quando se vê? Corvos, trigais, campos e, loucura-lucidez. Azul e amarelo, como a capa. O Inventor é cênico, fílmico, e um final que arrebata, literalmente. Endoenças é conversa de filha pra pai. Tudo em Itararé, chão e estrelas. E lágrimas. Congonha (ko goy – do tupi: o quê mantém o ser?), o conto mais premiado do autor. Como é que pode um final desses? Depois vem o Causo do Gibão e você tem ali uma graceza impressionante, andando com o autor pela narrativa e sua tessitura. O Enterro, então, é o melhor “causo” do livro. Por si só daria já um romance e tanto. Um pandareco, como volta e meia diz o autor, entre maleixo, cainho, guaiú, morfético, caipora lazarento (beirando um regionalismo sulino até), etc. Quando você pensa que já está bom, a mimese do O Osso. De novo você fica pensando: como pode escrever isso? Onde acha isso tudo? Técnica, estilo, domínio, condução, talento. Coió é triste, duro, o conto mais pungente do livro maravilhoso. O causo O Velho Martinho é bem contado em Itararé, o autor recupera pessoas, falas, expressões, dando registro à voz do povo, vox dei. E bota gente real: Tepa, Jorge Chuéri, lugares, bares (principalmente). Quando a Tragédia Bate à Sua Porta, foi elogiado e considerado belo e fílmico quando em debate online, pelo João Silvério Trevisaan. E O Silas Já foi premiado no Concurso Ignácio Loyola Brandão, Paulo Leminsky, Ligia Fagundes Telles, Salão de Causos de Pescadores da USP, etc. e tal. Então o conto de amor que faz você chorar. Ele Ainda Está Esperando. Um final que relembra kafka mas sem deixar de enlevar a leitura em prosa poética e ficar pensando no estupendo processo de criação com suas lógicas e ilogicidades maviosas, plangentes. Quando você pensa que acabou, um continho quase que meio infanto-juvenil, e o menino de novo que, na maioria das obras narra, conta, detalha, especifica, volta inteiro e completo com o conto sobre a bicicleta de um tio. Marquesinha, Periquitada. Você não leu? Não sabe o que está perdendo. Cada um arrasta um corpo atrás de si, debaixo do sossego das estrelas, disse Fernando Pessoa. Isso tudo e muito mais é CAMPO DE TRIGO COM CORVOS. Jóia rara.
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L.C.A – Professora, Área de Designer Gráfico -E-mail: [email protected]
Blogue: www.artistasdeitarare.zip.net

Autor: Silas Correa Leite - E-mail: [email protected]
Site: www.itarare.com.br/silas.htm

Inserida por poesilas

A política é a real ciência da palavra.

Inserida por jhlferreira

Defino ciência como a categorização da forma de se chegar a algo já existente, porém, não apresentado à intelecção de forma espontânea pelo homem

Inserida por drdermeval

"Milagre é tudo aquilo que houve intervenção Divina e que a ciência não conseguiu explicar por meio do ceticismo científico."

Inserida por hagp

A ciência busca a Deus pelos fatos, mas os que são Dele, o buscão, pela fé.

Inserida por MarioSilva

O Amor não é uma ciência… não á regras, não á leis, não á resultados certos ou destinos traçados... É algo que não se pode explicar com simples palavras… é o cheiro do mar, é uma leve brisa, é o brilho de uma estrela e o calor de um raio, é aquilo que nos dá vida e cor á nossa simples existência. Não são palavras de um escritor frustrado, nem teorias de um falso filósofo que ditam as regras. O Amor são sentimentos genuínos, em que um pequeno gesto ou um simples sorriso cúmplice é que governam.

Inserida por lalas

Antes, sonhava-se com o futuro. Hoje, o futuro é o presente. Seria a ciência o segundo Deus?

Inserida por danianaoliveira

Antes, sonhavamos para realizar. Hoje, realizamos pra sonhar. São os tempos da ciência e da tecnologia.

Inserida por danianaoliveira

Cada cientista tem uma visão da ciência que pratica que lhe é própria e diferente das visões de outros cientistas. É claro que há muito acordo também, mas essa diversidade de visões é uma das forças do empreendimento científico -- que está sempre a se renovar e se autoreconstruir.

Inserida por fprosdocimi

A ciência se constrói no fazer.

Inserida por fprosdocimi

Sempre me pareceu estranho que todos aqueles que estudam seriamente esta ciência (a matemática) acabam tomados de uma espécie de paixão pela mesma. Em verdade, o que proporciona o máximo prazer não é o conhecimento e, sim, a aprendizagem, não é a posse, mas a aquisição; não é a presença, mas o ato de atingir a meta.

Inserida por Lukinha1579

Não tem como eu falar sobre a evolução da ciência, porque a evolução é tenteada pelo homem.

Inserida por CarolinadeAlmeida

A ciência descreve as coisas como são
A arte, como a gente ver
A religião, o jeito correto de ser
A poesia, une tudo e se põe a escrever
Fazendo dessas coisas, algo gostoso pra se ler.

Inserida por ClebioCarvalho

“A ciência Viva Parece Está Morta.”

Inserida por LINARTT

Muito em breve a ciência falara mais alto, tão alto que o mundo inteiro vai ouvi, e não terá como negar.

Inserida por cello743

A ciência trabalha com duas mãos; em uma das mãos leva a imaginação, e na outra, a invenção.

Inserida por adelmar

Às vezes os livros já não tem mais lógica, a ciência não ha mais razão e nem a religião paz, é como minha mente estivesse no vão entre o infinito e o eterno.

Inserida por junioralves

A ciência séria não vive de previsões, nem de adivinhações e nem de alquimia..

Inserida por bernardosystem