Filósofos da Ciência
A internet desacerba aos poucos letrados, o intenso analfabetismo funcional. Principalmente aos aposentados, que pelo gesto simples de gostar, copiar e colar confundem frases, pensamentos e textos oriundos de grandes obras literárias de autores com oportunos dizeres derivados de mediunidade psicografadas.
Toda a vida sempre foi mais vibracional do que parece. As formas, as cores e as dimensões tem embutido em cada DNA seu próprio sistema vibracional complexo, que encontram se alinhados a mesma freqüência do planeta e do universo. O silencio abstrato como entendemos, só existe nos vácuos e nos buracos de minhoca. A própria rotação e gravidade de cada planeta no universo, é sonora.
O Homem Vitruviano ou Homem de Vitrúvio é um desenho de Leonardo da Vinci (1452-1519) que foi produzido em 1490 a partir das proporções ideais. Arquitetado por meio dos conceitos expostos na obra “De Architectura” do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio, a ilustração representa o ideal de beleza, harmonia e equilíbrio nas proporções mas alguns teóricos gnósticos afirmam que seja uma preposição oculta sobre o mistério histórico, sobre a crucificação, meio de tortura romana que por falta de registros historicamente até hoje pouco se sabe.
O baixo nível cultural e a falta de estudo geral do povo brasileiro tende a cristianizar a filosofia maçônica e a ciência espirita.
Infelizmente hoje as boas e aceleradas soluções processuais advocatícias brasileiras, são muito mais politicas do que jurídicas. Todo legado adquirido com os Doutores Sobral Pinto, Alyrio Cavaliere, Marcelo Caetano e tantos outros mestres da ciência do Direito, ficaram engavetados frente a indicação e a vontade politica decisória de um vereador, deputado ou governador pré analfabeto.
" A natureza em si é uma grande mestra! Podemos então conversar com Lavoisier: Na natureza nada se cria, tudo se resolve!" (CH2)
**Cientistas britânicos afirmam ter criado espermatozóides a partir de células-tronco da medula óssea feminina - abrindo caminho para o fim da necessidade do pai na reprodução.**
Aonde vamos parar?!
A ciência está passando dos limites da ética ou a ética da ciência é não ter limites?
Até que ponto a ciência deixa de ser tal e passa à ser uma aberração ética e moral?
A ciência, o mundo todo sabe... ou pelo menos, já deveria saber, é a grande inventora , entre outras coisas, de doenças mortais.
E eu fico aqui observando... refletindo...perguntando:
Aonde vamos parar?! A humanidade, realmente precisa desse tipo de ciência?!
Quando o contraditório é afastado de uma situação, é censurado, desqualificado e até criminalizado, EXISTE manipulação criminosa GRAVE, argumentos rasos, frágeis e grosseira manipulação dos FATOS.
As religiões no futuro não passarão de mitologia, pois a ciência chegará a avanços quase que inacreditáveis para os dias de hoje, por mais que as religiões tentem prender pessoas ao passado a racionalidade na busca por conhecimentos triunfará.
Comecei a ler o livro Anjos e demónios, de Dan Brown, um romance ligado à ciência que eu gosto muito.
Quando cheguei a um capítulo que fala sobre Roma, um personagem observou que o Coliseu Romano tinha as paredes destruídas e hoje não é mais nem menos que uma das grandes ironias da História. Agora é um respeitado símbolo da ascensão da cultura e da civilização humanas, fora construído para servir de palco a séculos de eventos bárbaros – leões esfomeados a despedaçar prisioneiros, exércitos de escravos lutando até à morte, violações em massa de mulheres exóticas trazidas das terras distantes, além das decapitações e castrações públicas. No coliseu faziam-se as antigas tradições de selvajaria e eram revividas todos os outonos… multidões enlouquecidas a reclamar por sangue numa cruenta batalha.
A Basílica de S. Pedro foi uma coisa que Miguel Ângelo fez bem feita.
O Vaticano é o pais mais pequeno do mundo onde S. Pedro sofrera uma morte horrível, crucificado de cabeça para baixo naquele preciso local. Repousa de cabeça para baixo naquele preciso local construído pelo famoso Miguel Ângelo que nem sonhava que o seu edifício hoje admirado mundialmente se fizesse tal barbaridade.
S. Pedro sofrera uma morte horrível e repousa agora no mais sagrado dos túmulos cinco pisos abaixo do nível do chão, exatamente sob a cúpula central da Basílica.
A luminosidade da capela é habitualmente salpicada de longos e coloridos raios de sol que rasgam a escuridão como lanças vindas do céu.
A grande castração - fora uma das mais horríveis tragédias sofridas pela arte da Renascença. Em 1857, o Papa Pio IX decidira que a representação exata da forma masculina poderia incitar à luxúria dentro do Vaticano.
Portanto, pegara num cinzel e num malho e decapitou os órgãos genitais de todas as estátuas masculinas da cidade do Vaticano e desfigurou deste modo as obras de Miguel Ângelo, Bramante e de Bernini. Recorreu-se a folhas de videira de gesso para tapar os estragos. Centenas de estátuas tinham sido imaculadas.
Pegando nestas atrocidades descritas, penso o que terá acontecido com tantos outros monumentos históricos construídos por escravos a chicote e sujeitos a tantos sofrimentos desumanos e hoje todos nós admiramos esta arte como se nada tivesse acontecido de bárbaro na sua construção.
