Filósofos da Ciência
Antes da ciência explicar a formação geológica da terra e o avanço da medicina, a sabedoria divina criou a mente humana para desfrutar da sua existência terrena e singular.
Os homens têm muita ciência para descobrir coisas novas; mas, não tem sabedoria para viver a nova vida em Cristo.
Se a ciência faz o amor desaparecer, logo podemos saber que haverá uma fissão conjugal e familiar interminável, já que a internet rola sempre à noite na cama, só para fazer uma conexão com a mente humana.
O triplé da ignorância humana é o dinheiro, a ciência e o poder político, onde muitos morrem ou se lascam pelas arrogantes pretensões de sua alma.
A ciência, assim como a Bíblia, não perde a sua credibilidade, porque a sua origem e os seus resultados partem de um só princípio: viu Deus que era bom.
Que a sabedoria seja entendida e adquirida com certa habilidade de proclamar a cresça em ciência;
E que o procedimento das minhas parábolas sejam vistas como um provérbio exato dando razão as escolhas lineares horizontais;
Minha equidade prevalece nas mãos de quem me ler, desenvolvendo enigmas no qual me tenha siso habitual;
A prudência que nos cabe é a evolução de nossa sensatez que não consinta nossa inocência;
Meu mundo é tão diferente do que vivem, mas esperando que minha ciência se faça correta ou aceita aos que querem me entender;
Não sou mais que ninguém, mas também não sou menos sou o início do meu saber que supera cada obstáculo insensato ao meu caminho;
Me viram como um poeta, mas sem versos destemperados que pudesse resolver a vida em esperanças;
Tenho a ciência do bom humor matinal
A minha positividade satisfaz as expectativas de um profissional
Transformar a ansiedade de trabalho em vivência na satisfação!
Agora eu te pergunto!
Como está o seu coração?
Devemos nos cuidar fazer um chek up de 6 em 6 meses...
Precisamos procurar
Esse é mais um texto que eu passo com alegria
Para toda a equipe, recebam meu bom dia!
É pela "loucura juvenil e temporária " que na madura essência tomamos ciência dos nossos erros e muitos abusos...”
O espiritismo é uma ciência vibracional desde a raiz, que pode ser estudada por adeptos de qualquer religião.
O espiritismo como uma religião é uma farsa e típico de arrependidos mas como uma ciência espirita para reforma do caminho moral é um caminho prodigo a ser estudado.
Acredito em um espiritismo ecumênico como uma ciência religiosa maior, se afastando um pouco do racismo kardecista que depõe contra toda idéia de espiritualismo eterno e universal. Afinal a alma não tem cores ou gêneros, que são aspectos limítrofes da matéria nesta dimensão.
A politica numa conceituação moderna, diz que a política é a ciência moral normativa do governo e da sociedade civil, mas dentro de um conhecimento pode ser o conjunto das relações de regularidade e concordância dos fatos, modos e tópicos regulamentares com os motivos que inspiram as lutas em torno do poder do Estado, entre os Estados e entre toda Sociedade, que por maioria das escolhas livres promulgam o poder.
Sempre gostei dos números pares, me dão a impressão que a matemática é uma ciência difícil no objetivo de encontros com os semelhantes.
Na ciência em todo mundo, ainda existem santos e santas não religiosos a favor da vida. Como na medicina ainda existem médicos e medicas por sacerdócio angelicais não corrompidos pela materialidade lucrativa das grandes industrias farmacêuticas em favor do sofrimento e da dor.
Não existe progresso sem a ciência! Não existe desenvolvimento sem cultura, educação e livre informação!
Qualquer político que seja contra isso tudo, não tem boa intenção, caráter, dignidade e nem a mínima capacidade para conduzir uma nação
O Direito é uma ciência que nos rege, mas quem são seus donos, quem decide o que ele protege?
Direito e poder, um jogo sutil, onde a lei é o véu que encobre a realidade, e as classes dominantes, em seu controle habilidoso, usam o sistema jurídico para manter sua supremacia.
O Direito é um instrumento de dominação. As classes dominantes o utilizam como escudo para manter o status quo, o poder, o escuro.
Fruto de um embate histórico e social, o direito é o campo onde isso se esconde. É um espelho da sociedade, onde as ideologias se manifestam. A história do direito é a história da luta, das classes em disputa pelo poder e pela definição do que é justo. Portanto, não há como negar, que o direito é um reflexo, de quem domina e quem vai lutar. Não é uma entidade neutra, é claro, mas sim um instrumento de controle, onde os dominantes estabelecem a norma, e definem quem pode, quando e onde; em última instância, pelo direito impõem sua vontade, enquanto os oprimidos lutam pelo seu espaço e sua liberdade. É na dialética do conflito que o direito se transforma, e a justiça surge como um ideal a ser alcançado.
A história do direito uma vez entendida como tal, também pode ser vista como uma história de resistência, como uma luta que continua, sempre renovada e atual, para que a justiça seja o horizonte da nossa emancipação.
A justiça parece cega, mas enxerga muito bem quem tem o poder, quem tem a força, quem tem o bem. E assim, as desigualdades se perpetuam enquanto o direito é usado para que elas fluam.
O Direito pode ser esse instrumento de dominação, mas também pode ser um caminho para a transformação. Cabe a nós delimitar qual será o seu destino.
A justiça, que deveria ser imparcial, na prática é influenciada pelos mais poderosos, que moldam as leis e regulamentos para favorecerem seus próprios interesses.
A estrutura legal é como um muro, que separa os que têm e os que não têm, onde os ricos e poderosos se protegem, e os pobres e desfavorecidos são condenados. Contudo, a resistência não está morta, há aqueles que lutam por mudanças, que buscam uma sociedade justa e igualitária.
Por isso, devemos olhar para além das leis, e questionar a natureza do poder para construir uma sociedade onde a justiça seja real, e o direito seja um instrumento para o bem comum.
É nesse embate que o direito transforma-se, de instrumento de dominação, a arma da libertação, para aqueles que ousam lutar, que se revoltam, e fazem da justiça uma questão de afirmação, um meio para a emancipação. Uma afirmação do direito, em essência, como um bem social, e não um braço de uma sociedade desigual, que antes usado para manter a desigualdade e os privilégios preservados.
O que é preciso? Despir o direito de toda a sua ideologia, e enxergá-lo como uma prática histórica e social que pode promover a autonomia. Deve-se voltar para a análise crítica, sem despeito, e entender como as leis se originam e se aplicam, e como os interesses das classes dominantes as influenciam. Enxergando o direito como ele é, uma construção que reflete as relações de poder e as lutas políticas de cada época, que moldam a sociedade e o seu viver. Nãocomo um conjunto de regras abstratas e universais, como um dado da natureza, mas sim um produto social que define o que é justo ou desigual.
Nosso corpo
não é simples máquina
como invoca a ciência - tampouco,
uma culpa como nos fizeram crer
certos axiomas religiosos, observa
Eduardo Galeano... Em nosso corpo,
caríssimos, toda diligência e celeridade
conduzindo nosso espírito
rumo ao conhecimento e
autoiluminação!
