Filosofia Jurídica

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⁠É comum sentir-se perdido em determinados momentos da vida, seja na escolha de uma carreira, em relacionamentos ou em outras situações importantes. Nesses momentos, é importante lembrar que é normal não saber qual caminho seguir.Uma maneira de encontrar uma direção é refletir sobre as suas prioridades e objetivos. Pergunte-se o que é importante para você e o que você deseja alcançar na vida. Isso pode ajudá-lo a tomar decisões mais informadas e a encontrar um caminho que esteja alinhado com seus valores e metas.Lembre-se também que tentativas e erros fazem parte do processo de aprendizagem e crescimento. Não tenha medo de experimentar coisas novas e de cometer erros ao longo do caminho. Cada experiência pode ajudá-lo a aprender mais sobre si mesmo e a descobrir o seu caminho único.

⁠O conhecimento define o destino!

É fácil falar das conquistas pessoais de alguém quando o valor está no mérito, e não na luta.

Compreendendo a impermanência da vida, decidi ser eterno e viver em poesia.

A espada corta somente o que os olhos veem.

O vazio é o mestre da ausência do eu.

No vazio encontrei tudo quando compreendi que não havia nada.

Guerreiros reais estão dentro de nós.

Ninguém é maior que o seu sonho.

A partida é triste, porque verdadeiramente revela o que sentimos um pelo outro.

Não existe glória em uma missão onde a vida é subjugada e a dor é tão presente.

A despedida só é verdadeira quando ambos estão prontos para dizer adeus.

⁠Só acredito no fim,
o começo é mentira.

Aqueles que se amam sempre vão se encontrar de novo. Não importa o quão distantes estejam, sempre voltarão um para o outro. E eu farei de tudo para voltar para você, custe o que custar!

Prisão!
É racismo, preconceitos,intolerância...
Prisão é depender de alguém que te diga o que fazer do que gostar ...
Viver de opiniões alheias, é ser prisioneiro.

⁠⁠"Quando a ilusão é confortante,
a realidade, inconveniente".

A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.

A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.

O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.

A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.

" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "

A FINALIDADE FILOSÓFICA DE JEAN PAUL SARTRE.

A proposta filosófica de Jean Paul Sartre dirige-se à elucidação da condição humana em sua radical nudez ontológica: existir antes de ser. Toda a estrutura do existencialismo sartreano converge para um único fim: demonstrar que a existência humana não possui essência prévia, modelo, finalidade transcendente, natureza fixa ou fundamento metafísico que determine o agir. O objetivo central da filosofia de Sartre consiste em afirmar que o homem é o único responsável pelo próprio ser, pelo próprio projeto e pelas conseqüências de suas escolhas.

A expressão clássica que condensa essa finalidade pode ser posta da seguinte forma: o homem está condenado à liberdade. Tal condenação não designa punição, mas estrutura ontológica: o ser humano não pode não decidir. Mesmo quando parece abdicar da escolha, escolhe não escolher. Assim, a finalidade filosófica de Sartre é mostrar que o agir humano é sempre um exercício de liberdade que inaugura caminhos inéditos no mundo, inscrevendo novas possibilidades na tessitura histórica da humanidade.

Nesse sentido, a filosofia sartriana assume três propósitos fundamentais:

PRIMEIRO. Evidenciar que a liberdade não é atributo psicológico, nem ideal moral, nem disposição interna: é o próprio ato decisório. A liberdade não está guardada em um espírito abstrato, mas se concretiza unicamente no momento em que se afirma uma possibilidade e se nega outra. Após a escolha, a liberdade se recolhe, retornando somente quando nova decisão se impõe.

SEGUNDO. Explicitar que circunstâncias, pressões sociais, condicionamentos históricos e contingências não anulam a liberdade. Elas constituem o cenário inevitável da existência, mas não substituem a decisão. A finalidade filosófica de Sartre é libertar o pensamento humano da ilusão de que agir seria mero produto das circunstâncias. Para ele, nunca existe ausência de circunstâncias; o que existe é o modo pelo qual o indivíduo assume a própria existência dentro delas.

TERCEIRO. Demonstrar que cada ato individual projeta o homem no mundo, abrindo uma via inédita para toda a humanidade. Não se trata, como no universalismo kantiano, de transformar a máxima pessoal em lei universal. Trata-se de reconhecer que cada escolha cria um precedente ontológico: dali em diante a humanidade sabe que aquele caminho existe. A história humana se amplia com cada decisão singular.

Assim, a finalidade central da filosofia de Sartre é fundar uma ética da responsabilidade absoluta no interior da existência contingente. Nada pode ser atribuído ao destino, à natureza, à essência ou a qualquer transcendência prescritiva. O homem é aquilo que faz de si mesmo nas circunstâncias em que está lançado. Todo ato é uma afirmação do ser, uma projeção de mundo e um pacto de responsabilidade integral.

⁠Deus não cabe em pacotes de filosofias, não cabe em dogmas humanos, não cabe em nenhuma sistematização teológica. Deus tem que ser experimentado. Somente se relacionando com o Eterno, se entregando em fé, que poderemos experimentar essa intimidade. Mas o que se tem visto no meio evangélico é “Deus como uma doutrina, um dogma”, e não como experiência e relação em amor. Os sistematizadores de Deus não conseguem apreender a verdade de modo existencial e relacional, mas apenas lógico e racional.

"A sabedoria não vem do conhecimento de tudo, mas da aceitação de que sempre haverá algo mais para aprender."