Filosofia Jurídica
Misturo filosofia, religião e ciência
Misturo algumas coisas que eu sei que te atenta
Conheci uma Deusa que mistura tudo com pimenta, então nem tenta
A primeira promessa da verdadeira filosofia é o sentimento de companheirismo, simpatia e comunhão com outras pessoas.
Alguns fazem uso da filosofia como quem decora uma taboada, sem nunca explorar a fórmula que os aproxime de onde a experimentação pode conduzi-los.
A depressão tira sua inocência e felicidade e devolve sua filosofia e você vive como um zumbi intelectual.
Naturismo é um ato muito maior do que ficar nu entre pessoas: é uma filosofia de vida que não tem início quando o naturista descobre seu corpo pela primeira vez, mas quando ele descobre a sua mente para um mundo idealizado no qual as pessoas não precisam de limites impostos pelas roupas para se respeitarem entre si.
O mundo está vivendo uma filosofia perturbada de está amparando em Deus somando o tempo que segue a Deus, por ventura Deus é o inss, que no final o tempo de contribuição será aposentadoria misericórdia, não conheço nenhum benefício somando para com Deus, a escolha de amar é livre de Deus com o ser humano.
Todas as Lutas são lindas, todas têm a sua filosofia, são artes que nos ensinam a ter respeito, controle e disciplina, sendo que em todas as academias existem vários bons meninos e também boas meninas.
É uma espécie, um investigador crítico, usa como referências a filosofia e a psicologia sobre tudo ele cria opiniões a cerca da religiosidade, da crença, dos costumes, do comportamento, do estado de saúde. “Crença é Crença, Saúde é Saúde”. Esta é uma causa dele, que apenas mostra o seu ponto de vista, sua incoerência, sua razão, seu estado de espírito, sua diferença, sua ignorância. Para todos os meios ele cria um estado de sobrevivência quase infalível, sem formalidade alguma, de credulidade básica, comedido e verdadeiro na maioria das vezes, porque noutras vezes as pessoas precisam de mentiras para superficialmente estar felizes. (A. Valim).
"Aquele que julga-se capaz de anunciar que filosofia é inútil em sua vida; é um tolo! Pois seus argumentos fazendo parte de alguma filosofia mostram o quanto leigo é o ser. O tolo inutiliza o ar que não respira, mesmo que seja o mesmo que seus pulmões precisem para fazer o corpo respirar. A filosofia é o ar! Que está no ambiente ou mesmo dentro de cada um".
"A filosofia tem seu lado insensitivel, basta pensar por perspectivas que não são habituais, a insensibilidade na filosofia co-cria a sensibilidade: quantos se debruçam a pensar na janta, quantos debruçados ficam a não pensar na janta, quantos não se debruçam a pensar na janta, quantos nem sabem pensar o que é janta... O bullying ( Bullying é uma palavra de origem inglesa que significa “intimidação”. O termo é uma derivação de bully que, por sua vez, significa “valentão”. Bullying ficou conhecida, então, como as formas de atitudes agressivas – sejam elas verbais ou físicas – que acontecem sem aparente razão ou motivação clara.) se torna, em filosofia, a arena de seleção natural, em evolução das espécies, como percebemos em biologia. Quantos sofrem o bullying e não sobrevivem, quantos sobrevivem, quantos vencem e se tornam algo melhor do que eram, quantos sabem o que é bullying, quantos nem sabem como entrar nesta arena, quantos entram no bullying e nem sabem onde estão, quantos nem sabem o que é bullying em pensamentos que se cruzam... Alguns filósofos decifram a ' Não violência '; outros decifram a ' Violência '; outros decifram a inexistência de ambas, outros nem chegam a decifrar. O termo, que se torna uma convenção humana, filósofo desfragmentador, para mim, segue uma direção; a unir a violência com a não violência por tal motivo os conjuntos fraco e forte completam, melhor, a união... Um não sobre põem o outro, digo, um não existe sem o outro. O que, de fato, continua é a seleção natural ou em termos filosóficos, seria, o aperfeiçoamento do saber... O seleção natural está para a impermanência como em contraponto a impermanência está para a seleção natural. Neste sentido, observando com simplicidade, compreende-se que tudo é verdade; o que é natureza na verdade é seu nível de poder, termo criado por mim, e "o nível de poder da verdade" define o que é simples e o que é complicado ao ser vivo. Não pode uma multidão caminhar pela mesma estrada sem danos à uma das partes, está uma analogia necessária, percebi que a estrada nem sempre sofre maiores danos por 'aceitar' as regras do bullying, assim seu aperfeiçoamento é necessário para suportar ' a multidão ', em contraponto ver a multidão não se aperfeiçoar para enfrentar a estrada define qual parte está com nível de poder maior para enfrentar a seleção natural ou impermanência (aperfeiçoamento do saber). Sempre poderemos ver mais estradas do que multidões nas linhas do tempo no espaço. Isso é um bom sinal, ou seja, aprender com um bom exemplo é um ótimo início para justificar os nossos fins...
Conclusão desta postagem, para infortúnio daqueles que tem nível de poder fraco, não necessito de uma multidão e sim de uma estrada!
Estou cuidando de minhas verdades, as simples e as complicadas, e elas irão me aperfeiçoar para sobreviver em um ambiente naturalmente bom para um ser com nível de poder elevadíssimo."
ARTE/RELIGAÇÃO/FILOSOFIA
"A Filosofia desenvolve o aperfeiçoamento da visão do filósofo, e a arte desenvolve o aperfeiçoamento do sensor do artista. Filósofo, religioso e artista forma um organismo vivo, um corpo dividido em três níveis. Usar o sensor sem que esteja aperfeiçoado à exposição é o ato de censurar com violência algo que desconhece as propriedades da arte exposta, a anorexia no ser vivo é a punição por violar a lei universal. O anorexo censura sem conhecimento aquilo que lhe forteleceria, é por isso que justifica com o fanatismo o seu sofrimento ou doença, porque só o fanatismo justificará sua imprudência, imperícia e negligência ao aperfeiçoamento do artista que de fato é. Para outro lado a filosofia desenvolve a visão das punições e antecipa as ações que devem aperfeiçoar o filósofo. Usar a visão sem que esteja aperfeiçoada danifica a interpretação da imagem e desenvolve a obesidade como punição por violar a lei universal, ver a luz torna-se um sofrimento ou doença no filósofo. Como um religioso, ser religioso é um ato de neutralidade (equilíbrio) ao ver e sentir sem violar a lei universal, não adoecer. O fanatismo da visão gera a obesidade no filósofo, um obeso incapaz de sair do lugar, porque sua insensibilidade lhe anestesia com profundidade conhecida por neurastenia. Excesso é por outro nome conhecido, fanático! Cometer um ato excessivo é como dizer: cometer um ato fanático.
A religação da arte na filosofia/Filosofia na arte impede que haja fanatismo, ou melhor, excessos e assim o religioso (aquele que faz a religação) surge e sua postura é sensível dotada de poderosa visão do universo, ele é um com um verso no tempo e espaço."
"Fogo no circo vs Circo no fogo"
... Sou cavalariano indomável da filosofia como 'Pai aço' que, usando sua confiança, não coloca 'fogo em circo', pois coloco 'circo em fogo'...
Volos pro veritas
Trimegistus
O verdadeiro homem sob a perspectiva do Caráter do Criador e da filosofia perene…
Com imenso júbilo, aprofundemos a concepção do verdadeiro homem, expandindo os horizontes do entendimento e desvendando as sutis camadas de sua existência sob a perspectiva do Caráter do Criador e da filosofia perene.
No âmago mais profundo de sua essência, o verdadeiro homem é o reflexo da Imago Dei, a imagem do Divino impressa em sua alma. Tal marca inextinguível confere-lhe uma dignidade inerente e um potencial ilimitado para a excelência moral e espiritual. Consciente de sua herança sublime, ele se dedica, incansavelmente, a desvendar as camadas de sua natureza, almejando conformar-se ao arquétipo primordial.
Sob uma perspectiva filosófica, sua trajetória consiste em uma incessante busca pela autognose, o conhecimento de si enquanto microcosmo do universo e elo na vasta cadeia do ser. Ele reflete sobre as questões fundamentais da existência: o propósito da vida, a realidade última, o significado do sofrimento e da alegria. Sua mente, ávida por sabedoria, nutre-se dos ensinamentos dos filósofos, poetas e místicos, integrando múltiplas visões para moldar sua própria compreensão do mundo.
Para este homem, a moralidade transcende a mera imposição de regras; é um código intrínseco, inscrito em sua consciência, em harmonia com a ordem cósmica estabelecida pelo Criador. Ele cultiva as virtudes cardinais – prudência, justiça, fortaleza e temperança – como fundamentos de sua existência: a prudência ilumina suas escolhas, a justiça o move a dar a cada um o que lhe é devido, a fortaleza o sustenta nas adversidades, e a temperança regula seus apetites e paixões.
Sua inteligência transcende a acumulação de informações e eleva-se à sabedoria: a habilidade de aplicar o conhecimento com discernimento e clareza. Ele questiona, pondera e evita juízos precipitados. Sua mente é como um farol que dissipa as sombras da ilusão, iluminando os caminhos da verdade.
No âmbito das emoções, o verdadeiro homem não as reprime, mas as compreende e governa. Reconhece o valor da alegria, da tristeza, da ira e do temor, mas não se submete a seu domínio. Cultiva a inteligência emocional, exercendo a capacidade de entender e harmonizar seus próprios sentimentos e os dos outros, construindo relacionamentos alicerçados na empatia e na compreensão mútua.
Sua vontade, firme e orientada por princípios, não se deixa arrastar pelas correntes das opiniões alheias ou pelos apelos efêmeros do momento. Sua determinação é temperada pela humildade, reconhecendo a falibilidade de seus planos e a intervenção da Providência em seus caminhos.
Nas relações interpessoais, ele pratica a alteridade, colocando-se no lugar do outro e compreendendo suas perspectivas e necessidades. Sua comunicação é clara, honesta e permeada de respeito, evitando toda forma de maledicência ou manipulação. É um amigo leal, um companheiro fiel e um agente construtivo no seio da comunidade.
Sua espiritualidade, intrínseca à sua natureza, busca a conexão com a fonte de toda existência. Essa aspiração pode expressar-se de múltiplas maneiras: por meio da religião, da contemplação da natureza, da meditação ou do serviço altruísta. Ele reconhece a transcendência como dimensão essencial da vida humana e anseia por compreender seu lugar no cosmos.
Para ele, o trabalho transcende a mera subsistência, convertendo-se em um veículo de expressão de seus talentos em prol do bem comum. Empenha-se com diligência e integridade, assumindo a responsabilidade de cumprir suas tarefas com excelência e contribuir para o progresso coletivo.
Diante das adversidades, demonstra resiliência e coragem inquebrantável. Enxerga nas dificuldades oportunidades de crescimento e aprendizado. Sustentado pela fé nos momentos de provação, é impulsionado pela esperança a perseverar em sua jornada.
A humildade é a marca distintiva de seu caráter. Reconhece suas limitações e evita gloriar-se de suas conquistas. Sua autoconfiança está imune à arrogância, e sua busca por aperfeiçoamento é constante. Aprende com seus erros e se mantém receptivo a novas perspectivas.
A gratidão permeia sua existência. Ele valoriza as bênçãos recebidas e manifesta apreço pela vida, pelas pessoas e pelas oportunidades. Sua atitude positiva e sua sensibilidade para encontrar beleza no cotidiano enriquecem sua trajetória.
O verdadeiro homem é um eterno aprendiz, consciente da infinitude do saber. Cultiva a curiosidade intelectual e busca expandir horizontes por meio da leitura, da observação e do diálogo. Sua mente permanece aberta e receptiva a novas ideias.
Sua liberdade é exercida com plena responsabilidade, reconhecendo que suas escolhas têm consequências. Age de forma ética e consciente, respeitando os direitos e a dignidade dos outros. Sua autonomia é um meio de realizar seu potencial e contribuir para a construção de um mundo mais justo.
A integridade é o alicerce de sua vida. Há coerência entre pensamento, palavra e ação, e ele rejeita a hipocrisia. Sua palavra é confiável, e seus compromissos são honrados. Sua reputação reflete o caráter imaculado que sustenta sua existência.
Em relação ao Criador, cultiva reverência e admiração. Reconhece a transcendência e busca viver em harmonia com os princípios espirituais que regem o cosmos. Sua fé, seja expressa em uma religião ou em espiritualidade pessoal, nutre sua alma e confere sentido à sua caminhada.
A beleza é sua fonte de inspiração. Ele aprecia a arte, a música, a natureza e todas as manifestações da criatividade, permitindo que sua sensibilidade estética enriqueça sua experiência e o conecte às esferas mais elevadas do ser.
Em síntese, sob a orientação do Caráter do Criador e a luz da filosofia, o verdadeiro homem é um ser em constante aperfeiçoamento, buscando a plenitude de suas capacidades intelectuais, morais e espirituais. Sua existência é uma jornada de autodescoberta e serviço, pautada pela busca da verdade, pela prática da virtude e pela aspiração à transcendência. Ele é um exemplo de integridade, resiliência e da magnificência do espírito humano em harmonia com sua origem divina.
