Filosofia

Cerca de 13996 frases e pensamentos: Filosofia

⁠O homem se transforma no que acredita ser.

Inserida por fausto_luiz_1

⁠Nada do que existe, existe fora do eu,o eu é o responsável por todas as crenças.

Inserida por fausto_luiz

⁠Nossos atos são motores de transformação.

Inserida por diego_kubis

⁠A contradição é por muitas vezes o caminho do sábio até encontrar a verdade. É, entretanto, a casa do tolo que não aceita um pensamento diferente do seu.

Inserida por Eukabesht

⁠"O coração sem Amor, a beleza sem sinceridade e a inteligência sem virtude são como um alimento insosso, não tem graça nenhuma."

Ronald Sanson, in 'O Poder do Amor'

Inserida por quimbanda

⁠sonhar
assegurava
ao homem
a capacidade
de permanecer
vivo

Inserida por AnaScuro

⁠estar no mundo
entre a profundidade
de ser carne e sentimento

Inserida por AnaScuro

⁠O abismo é uma sedução provocadora
Um beijo na boca da maldade
Um tapa na cara do perigo
Se for me amar por vaidade
Eu prefiro ser temido

Pra não dizer que não falei das flores
Colhi na praia do pacífico
Naveguei até a ilha dos amores
E vi o bom selvagem tímido.

Inserida por auri_pilatti

⁠Existe um momento certo para conquistar as pessoas, e um para deixá-las ir.

Inserida por fausto_luiz_1

⁠A poesia reflete mais a realidade do que a prosa.

Inserida por Washingtondesousa

⁠Grande parte das pessoas que estão ao seu lado, tendem a procurar vantagem em alguma coisa, mas uma pequena parte delas, tendem a lhe oferecer alguma vantagem.

Inserida por fausto_luiz_1

⁠Se você viver com medo da existência, ela vai brincar com sua vida.

Inserida por aricelio_santos

⁠O destino...

Deus preparou o caminho para mim.

Inserida por GabriellaOliveira5

⁠Expressar o humano não é arte, é uma gritaria; toda arte por natureza deve ser fingida. Se me dissestes que a gritaria pode ser arte, responder-te-ia, o belo pode ser nauseante e o agradável poderia vim a não ser prazeroso? De imediato poderia replicar que as duas coisas não necessariamente têm que andar separadas, argumentando para isso, talvez, em termos de pulsões, treplicaria, então, não há registro deles no aparelho psíquico, pois estamos vivos sabendo que vamos morrer sem nunca ter morrido, ou seja, eles nos são simbólicos em certa medida, por isso a sensação de sermos infinitos e a morte nada, em um salto de percepção desejada, em uma sensação irrefletida e apontada para o nada (o desconhecido) e em um processo contínuo de linguagem (simbólico), o tão caro nirvana dos místicos, o encontro com o dharma _encontrando-se_, e acrescentaria, não necessariamente têm que andar separadas, mas necessariamente devem andar separadas, o próprio fato de tender denuncia isto, pois quando misturadas não seria nenhuma uma coisa nem outra, não seria agradável a priori (naturalmente), porém, como uma proposta revolucionária e inovadora e boa e genial, sim todas as coisas entrelaçadas pelo desejo, e não correlacionadas diretamente em termos de implicação lógica, mas nunca vista (sentida e compreendida), por isso o processo de apreciação se dar pela exposição e absorção do discurso, ou seja, uma dessensibilização. Em síntese, se torna um absurdo defendido, pois todos desejam ('não morrer' !?) e imune a qualquer racionalização que por natureza exige coesão lógica interna e externa, além do mínimo, ou necessário, de resultados pragmáticos, ou seja, se torna um discurso esvaziado de conceito, quando muito, de rigor. Poderias fazer a observação de que há uma falha na minha argumentação, apontando para isso que as duas pulsões tendem ao infinito por não ter assinatura no aparelho psíquico, ou seja, ambos têm a mesma força de ação e presença, digo, em termos quantitativos são equivalentes, argumentaria pois que não poderia estar mais equivocada; a morte é a verdadeira significante da questão, pois o fato de não sabermos o que é o instinto de fato por sermos seres racionais, nos faz seres de linguagem, razão e sim, morte, a morte é o que nos constitui como sujeitos e humanos, homem. A vida é o enquanto, a morte é o final, o que nos aguarda e como todo final, não é desejado, por isso nos esforçamos ao máximo para tentar deixar o enredo um pouco mais interessante, mas desde o início temos somente uma certeza, a de que vamos morrer, isto é, que a história terá um ponto final e isto nos faz diferente de qualquer outro animal, ao ponto de ignorarmos o máximo possível este fato indubitável, vivaz e límpido, porém, tenebroso. Ademais, o que nos faz ser humano é o atravessamento da linguagem, a inserção da lei, isto é, da instância do superego com a pulsão de morte. Perfazendo, somos 'seres' que morrem, no mais são produções imaginárias, por vezes delirantes, por conseguinte, mentirosas.

Inserida por Oaj_Oluap

⁠O sentido da vida é a plenitude e todas as forças do Universo são favoráveis ao homem que vive sua Lenda Pessoal.

Inserida por robertogarcia

O ser humano não nasce, sabendo tudo. ⁠

Inserida por GabriellaOliveira5

⁠Ninguém assumi os seus erros.

Inserida por GabriellaOliveira5

A pessoa morre,
seu corpo fica na terra
e o espírito não morre... ⁠

Inserida por GabriellaOliveira5

⁠Nós nascemos para cumprir a missão aqui na terra.

Inserida por GabriellaOliveira5

⁠Uma razão insuficiente


Refletimos sobre o infinito por causa da consciência da morte, ou seja, de nossa finitude. [...] Por sermos seres finitos especulamos sobre o infinito e deus, pois se fôssemos infinito não haveria o quê e para quê especular.
Obs (s): Infinito como sinônimo de eterno, ou melhor, algo além da compreensão de espaço-tempo ou qualquer conjectura, hipótese, e teoria científica, e até mesmo sistema filosófico. [..] Para além de qualquer vislumbre humano.


Segunda abordagem:

O arranjo linguístico nos impossibilita observar a unidade em cada abordagem filosófica, pois o é basilar a toda disciplina, dando a ela premissas e objeto (s) de investigação (s), objeto (s) tal (s), explicitado em suas premissas, ou implícito a ela, visualizado após a correta dedução. Seja o clássico silogismo aristotélico, as lógicas heterodoxas, ou às mais voltadas à matemática e suas aplicações, quase sempre em computação, como por exemplo, a álgebra booleana, ou a filosofia analítica com B. Russell e a posterior L. Wittgenstein, ou a abordagem dialética, e também as inúmeras escolas de filosofia desde a antiguidade clássica, todas elas têm em comum, como função determinante ou premissa fundamental, ou vetores contidos no mesmo espaço vetorial, daí a sua disposição nele serem suas nuances na história, o próprio uso da razão, ainda que não a se possa definir. Essência, o que é, sua realidade é material, derivada dela, o que é informação, interpretação, o mental, substância, causa primeira, diferentes nomes e definições que se complementam e apontam sempre para a mesma coisa, o seu sentido é, isto ou algo além, aquém disto tudo, metafísica, revelação, reminiscência e etc…Tudo se resume a uma só dúvida, é somente? E atentando-se à nossa indeterminação ao se debruçar no possível entendimento do transcendente teológico, fica em aberto às grandes questões da filosofia, pois o está, apenas isto ou …? Sendo assim, precipitado seria qualquer afirmação, pois jaz filosófica. O que aparentemente temos, é uma indeterminação, no conceitual de SPI, mas como somos seres finitos, orgânico, não sabemos se ao mais infinito chegaríamos a alguma conclusão, o que me parece ser bastante razoável propor que, dado a nossa condição evidente, o sistema da possível verdade é no mínimo, para nós, um SI.

Inserida por Oaj_Oluap