Filho Amigo
Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!
Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.
Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.
Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.
Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.
Lugar pequeno, porém disponível.
Pobre de si, rico de entregas.
E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.
Feliz e abençoado Natal!
O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.
A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.
Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.
E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.
Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.
A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.
E isso fere.
Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.
Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.
A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.
Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.
Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.
E isso não é arrogância — é coerência.
Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.
Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?
Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.
Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.
Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.
A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.
E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.
No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.
Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…
mas somente a Verdade sustenta a essência.
O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.
Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.
E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.
Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.
Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.
E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.
Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.
Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.
Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.
Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.
Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.
E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?
Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.
No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.
Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.
Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.
E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.
Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.
Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.
Às vezes, o Barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem Autoridade até sobre a Tempestade.
Quando eu era mais Medo que Fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais Fé do que Medo, já posso Vê-lo — vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Ele sempre está agindo!
Porque há Tempestades que não chegam para anunciar a nossa ruína, mas para revelar, de maneira mais profunda — Quem verdadeiramente governa o Barco.
Há momentos em que o Senhor não acalma imediatamente o vento, não porque tenha perdido o controle, mas porque também deseja transformar o nosso olhar.
A Tempestade, que antes ocupava todo o horizonte, começa a perder a sua grandeza quando os nossos olhos aprendem a reconhecer Aquele que vem ao nosso encontro.
A Fé não é a ausência de ondas, tampouco a garantia de que nunca sentiremos Medo.
Fé é aprender que a dimensão das ondas, da turbulência, não determina o tamanho do nosso Deus.
É compreender que, mesmo quando não conseguimos discernir os Seus movimentos, a aparente ausência de intervenção não significa ausência de ação.
Pedro, ao caminhar sobre as águas, descobriu que era possível dar passos extraordinários enquanto os olhos permaneciam em Cristo; mas também descobriu como o Medo pode ganhar voz quando a força do vento passa a ocupar o centro das atenções.
Talvez amadurecer espiritualmente seja justamente isso: não fingir que o vento não existe, mas recusar-se a tratá-lo como se fosse soberano.
E há algo ainda mais precioso: antes de Pedro clamar, Jesus já estava ali.
Antes da mão do Mestre segurá-lo, a presença do Mestre já rompia a distância.
Antes do mar se aquietar, Cristo já era Senhor sobre ele.
Por isso, aos meus — consanguíneos e em Cristo — digo: tende bom ânimo!
Não façam da Tempestade a interpretação definitiva da própria história.
Não confundam demora com abandono, silêncio com indiferença, nem águas agitadas com a falência das promessas de Deus.
Nem sempre saberemos por que o barco balança tanto; nem sempre compreenderemos os caminhos pelos quais o Senhor nos conduz.
Mas podemos descansar nesta certeza: o vento não tem a última palavra, o mar não estabelece os limites de Cristo, e a Tempestade jamais ocupará o Trono que pertence ao Senhor.
Que, nos dias de calmaria, sejamos gratos.
Nos dias de Vento Forte, sejamos perseverantes.
E, quando as ondas tentarem roubar-nos a visão, a atenção, que a nossa alma se lembre de olhar novamente para Jesus.
Porque a nossa segurança definitiva nunca esteve na estabilidade do barco, mas na soberania d’Aquele que tem Autoridade até sobre o mar.
O Barco pode balançar.
O Vento pode soprar.
As Águas podem se levantar.
Mas Cristo continua sendo o Senhor.
E, se Ele vem ao nosso encontro caminhando por sobre aquilo que nos ameaça, então até a Tempestade pode se tornar cenário de uma grande revelação: aquilo que para nós parece impossível continua debaixo dos Seus pés.
Tende bom ânimo.
Ele está presente.
Ele reina.
Ele sempre está agindo!
Amém?
Filho do Vento, do Sol e da Brisa, prefiro o horizonte de um planalto verdejante ao teto de qualquer morada. Minha felicidade é o céu aberto.
" 'Você está trabalhando?' Perguntou o pai furioso ao filho amoroso. 'Por quê? O senhor está empregando?' Respondeu (perguntando) o filho paciente ao pai insistente!"
Frase Minha 0172, Criada no Ano 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"A festa do filho da minha amiga foi no Chão de Brincar. Não entendeu? Se eu tivesse dito 'playground' teria entendido? Poizé!
Frase Minha 0554, Criada no Ano 2012
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Se eu for mesmo filho de um barbeiro com um banqueiro (que me adotaram) e como estão espalhando, pelo menos posso dizer que filho da mãe fui um dia, mas não sou mais: eu fui abandonado por ela num banco de praça, Buáaa!"
Texto Meu No.1028, Criado em 2021
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
" 'Plantar a Árvore' é simples e dá algum prazer. 'Fazer o Filho' dá muito prazer, é marcante e resulta em algo maravilhoso. Já 'Escrever o Livro' pode ser o mais difícil, o mais oneroso e cujo resultado nem sempre é o esperado!"
TextoMeu 1214
📙
"Perguntei ao filho de uma das Minhas Cunhadas o que ele faz tanto na Internet. Ele me chamou de Tio e disse que é "Influencer". E o 'Rapagão' tem apenas 15 Anos e muita espinha no rostinho. Impressionante!"
TextoMeu 1237
😬
*Pro Zé Beleza*
Sou filho do Zé Beleza, pode ter certeza,
Aqui não mora tristeza.
Ele passou deixando riso na calçada,
E proeza em cada fala contada.
Era mestre de causo e de solução,
Transformava aperto em gargalhada e união.
O que ele deixou não foi só saudade,
Foi luz, foi jeito, foi humanidade.
Se o mundo perguntar quem foi esse homem,
Diz que foi aquele que fazia tristeza ir embora.
E que o filho dele seguiu o costume:
Espalhar alegria por onde for.
(Saul Beleza)
"O filho pródigo optou pela periferia da vida.
Mas, um dia ele voltou à casa do pai...!"
☆ Haredita Angel
"O Senhor, que é pai, mãe, filho e espírito santo,
dai-me poder escolher os meus sonhos antes de dormir..."
Amém!
☆Haredita Angel
Mãe ama...
Mãe ama quando o filho é sementinha dentro de si, entre enjôos e vômitos.
Mãe ama quando escolhe o berço e todo o enxoval do seu bebê.
Mãe ama entre as dores dilacerantes do parto.
Mãe ama quando pega seu bebê nos braços pela primeira vez entre risos e choros, já esquecida das dores.
Mãe ama ao escolher um nome entre tantos...
Mãe ama quando arruma o quartinho,
a moradia, o colégio...
Mãe ama na saúde e na doença, nos bons momentos e nos momentos não tão bons.
Mãe ama quando vigia, aconselha, berra, grita, pune...
Mãe é assim: - sol e chuva por fora e por dentro um arco íris; - Amor em todas as cores! .
Haredita Angel
29.01.23
"Plantar uma Árvore e Fazer um Filho é 'facinho'. Quero ver é, nos dias de hoje, escrever um livro... A concorrencia é 'grande e forte'!"
TextoMeu 1399
1557
"Naquela outra Comunidade, o pai Ateu iria repreender o filho, que pediu a visita do Papai Noel. No exato momento voou uma frigideira de ferro na cabeça do pai Ateu. Estão dizendo que foi coisa de Deus, mas eu tenho dúvidas!"
1565
" 'Saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu!' Não conheço definição de Saudade mais forte do que essa. Isso é ser Criativo e saber trabalhar o texto. (Composição 'Pedaço de Mim', de Chico Buarque. Não é também de Minha Autoria porque ele não me convidou!)"
1720
"Imagino um desses 'Caminhantes Estrategistas' explicando para o filho: 'Papai vai Caminhar, para assustar um certo Ministro e fazer com que ele liberte o Acusado de Golpe'. Não é impressionante? Poizé!"
0172 " 'Está trabalhando?' Perguntou o pai furioso ao filho amoroso. 'Por quê? O senhor está empregando?' Respondeu (perguntando) o filho paciente ao pai insistente!"
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