Filho Amigo
Filho, leões não ficam de mau. Apenas mulheres e crianças têm esse direito.
Seja sempre firme, claro e objetivo. Cuidado com os lobos; não se una aos grupinhos julgadores que agem em bando. Esquive-se das hienas que zombam e menosprezam os outros. (Salmo 1)
Filho, quando procurar um amor, procure aquele que fecha a porta das opções, apaga às luzes do passado e abra as janelas das novas oportunidades.
Filho, algumas pessoas avistam uma árvore com interesse.
Aproximam-se buscando sombra para o cansaço, alimentam-se do fruto, recuperam as forças…
e, assim que se sentem bem, atiram o caroço contra ela.
Observe a vida dessas pessoas.
Elas não avançam, apenas transitam.
Vivem de árvore em árvore, de ajuda em ajuda, de relacionamento em relacionamento.
São incapazes de reconhecer a própria inutilidade, porque fogem do confronto.
Preferem culpar pessoas, culpar contextos, culpar circunstâncias.
Agora, observe a árvore.
Ela permanece firme, mesmo ferida.
Continua frutífera, mesmo rejeitada.
E segue grata, porque sabe quem é
independente de quem se alimenta dela.
Filho,
Na língua hebraica, vaidade é hevel: vapor que se vê, mas não se sustenta, tudo o que parece ter forma, mas não tem peso para permanecer; esforço que não deixa legado, sucesso que não preenche, glória que evapora e correria sem propósito.
Vaidade, coisas vãs da idade, prioridade, as coisas mais importantes da idade. Com isso, entenda: o vapor da vaidade se molda àquilo que você considera mais importante em cada fase da vida. Há um tempo em que o jovem acredita que encontrar o amor resolverá todos os seus problemas. Há um tempo em que o homem adulto pensa que, ao alcançar o sucesso, estará plenamente completo.
Foi isso que Jesus nos ensinou quando falou sobre não amontoar tesouros na terra que enferrujam, que a traça consome, onde os ladrões roubam; ou seja, onde tudo é passageiro, consumível, com tempo de início e tempo de fim (Mateus 6:19–21). E Eclesiastes também nos lembra que há um tempo determinado para todas as coisas (Eclesiastes 3:1).
Por fim, meu filho, precisamos entender que aquilo que hoje parece ser o nosso foco não passa, muitas vezes, de um deslumbre, filtrado pela própria vaidade, dando importância demasiada ao que não compreendemos que tem pouco valor. Quer entender o que realmente importa? Observe a vida de um idoso e veja o que lhe restou. Observe um enterro e veja tudo o que ficou para trás.
A vaidade é tudo aquilo que a sua alma não levará consigo quando seguir o caminho que todo homem segue.
A vaidade é tudo o que nunca nos pertenceu, pois tornará ao pó, seu verdadeiro proprietário.
Na Bíblia, vemos que muitos choraram diante de Deus, Ana chorou pedindo um filho (1Sm 1:10), Davi regava sua cama com lágrimas (Sl 6:6), e até Jesus chorou (Jo 11:35). O Senhor recolhe cada lágrima em seu odre (Sl 56:8), mostrando que Ele dá valor até ao nosso pranto.
O Filho de Deus, que habitava na glória eterna, se despiu (Fp 2:6-8) e assumiu não só a forma de servo, mas também a humilhação da cruz.
Geração de 90: fez filho, sai de casa e vai criar.
Geração atual: tenho 20 anos e 2 filhos, mas quem cria é minha mãe e meu pai kkk
Vassalo de nossas almas...
Traidores de nossa patria...
Arautos da politica meros atrozes..
Filhos perdidos de mundo esquecido,
A vida floresce na dor daqueles que ousam
ser insensato."
Para poucos insanos a politica é um ato do cabresto,
Num suposto estado de alienação...
Lobos são pastores de ovelhas cegas conduzidas para um abismo...
Para poucos o homem preso em gaiola toma forma.
Simbiose do ser atônito e o ser teórico ganham forma num novo contexto.
Amado Filho!
A sua existência é a prova mais viva de que Deus opera milagres imensuráveis no nosso cotidiano.
Cada ano de sua vida é um novo capítulo de uma história que eu jamais imaginaria escrever, mas que me preenche de um amor que transcende o tempo e a finitude cobrada pela vida terrena.
A sua chegada foi como o raiar de um sol que afugentou as minhas sombras, e a sua presença é a âncora que me mantém firme até nas mais tempestuosas marés.
Agradeço sempre a Deus por ter me dado a graça de ser seu pai, por ter a oportunidade de vê-lo crescer e ser o "Homem da minha vida".
A sua bondade, força e capacidade de me salvar até de mim mesmo — são dons preciosos que eu guardo no coração.
Que a Santíssima Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — continue a iluminar o seu caminho, derramando sobre você toda sorte de bênçãos, saúde, paz, alegria e amor.
Meu filho, a vida pode ser finita, mas o meu amor por você é infinito.
E a cada novo ano, a certeza desse sentimento só cresce.
Repito, com o coração transbordando de gratidão: te amo, filhão!
Feliz aniversário!
Com todo o amor e carinho embrulhado na certeza de não ser o melhor pai do mundo, mas ornado em laços de certeza de ser agraciado com o melhor filho que eu poderia ter.
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!
Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.
Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.
Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.
Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.
Lugar pequeno, porém disponível.
Pobre de si, rico de entregas.
E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.
Feliz e abençoado Natal!
O Filho do Homem jamais teria vindo ao mundo para agradar alguém senão o Criador.
A Perfeição d'Ele não agradou a todos, mas Ele não deixou de ser Perfeito.
Há, nessa constatação, um incômodo silencioso que atravessa os séculos: a Verdade não negocia a sua essência para caber nas expectativas humanas.
E talvez seja justamente isso que mais nos desconcerta.
Estamos tão habituados a medir valor pela aprovação alheia que nos esquecemos de que o que é absoluto não se curva ao aplauso — nem se diminui diante da rejeição.
A perfeição, quando encarnada, expõe imperfeições.
E isso fere.
Não porque a luz seja agressiva, mas porque revela aquilo que preferíamos manter na penumbra.
Por isso, não é surpreendente que o que era íntegro tenha sido contestado, que o que era puro tenha sido acusado, que o que era verdadeiro tenha sido negado.
A rejeição, nesse caso, não foi falha da perfeição — foi reflexo da incapacidade humana de suportá-la sem resistência.
Há também uma lição desconfortável nisso: agradar a todos pode ser, muitas vezes, um indício de concessão excessiva.
Quem se compromete integralmente com a verdade inevitavelmente desagrada aqueles que se alimentam de ilusões.
E isso não é arrogância — é coerência.
Vivemos, ainda hoje, sob a tentação constante de adaptar princípios para evitar conflitos, de suavizar convicções para garantir aceitação.
Mas a história daquele que não negociou a sua essência nos confronta com uma pergunta inevitável: até que ponto estamos dispostos a abrir mão do que é verdadeiro apenas para sermos bem vistos?
Talvez a grande contradição humana seja desejar sentido, mas rejeitar aquilo que o sustenta quando ele exige transformação.
Queremos a paz, mas resistimos à verdade que a antecede.
Queremos a luz, mas evitamos tudo que ela ilumina.
A perfeição não deixou de ser perfeita porque foi rejeitada.
E, do mesmo modo, a verdade não deixa de ser verdade porque é desconfortável.
No fim, permanece um chamado silencioso: viver não para agradar aos olhos instáveis dos homens, mas para corresponder àquilo que é Eterno — ainda que isso custe incompreensão, ainda que isso exija coragem, ainda que isso nos afaste do aplauso fácil.
Porque, no fundo, agradar a todos pode até trazer aceitação…
mas somente a Verdade sustenta a essência.
O Filho do Homem jamais nos permitiria experimentar a tempestade se Ele não tivesse autoridade sobre ela.
Há, nisso, um desconforto inevitável: o de admitir que certas dores não são acidentes, mas permissões.
E, mais ainda, que essas permissões carregam um Propósito que raramente se revela no momento em que mais desejamos entendê-lo.
Se Ele tem autoridade sobre a tempestade, então o vento que nos desestabiliza não sopra à revelia.
Não há descontrole no caos que nos atravessa — há, sim, um controle que não nos pertence.
E é justamente isso que nos inquieta: não é a tempestade em si, mas o fato de não sermos senhores dela.
Costumamos associar investimento divino a proteção visível, caminhos suavizados, respostas rápidas.
Mas talvez o investimento mais profundo não esteja naquilo que Deus nos poupa, e sim naquilo que Ele nos confia para suportar.
Há uma diferença silenciosa entre livramento e preparo — e, muitas vezes, confundimos o segundo com abandono.
Porque quem é pouco exigido pode até viver mais confortável, mas dificilmente se torna mais forte.
Já aquele em quem se investe pesado, inevitavelmente, será confrontado com ventos que testam não apenas sua resistência, mas sua fé na condução do próprio Deus que permitiu a tempestade.
E então surge a pergunta que poucos têm coragem de encarar: se Ele pode acalmar o mar, por que nem sempre o faz de imediato?
Talvez porque o maior milagre não seja o mar que se aquieta, mas o coração que aprende a não afundar enquanto ele ainda ruge.
No fim, a tempestade não é apenas sobre destruição ou medo — é sobre revelação.
Revela o quanto confiamos quando não controlamos, o quanto permanecemos quando tudo convida a desistir, e o quanto realmente acreditamos que Aquele que permite o vento continua sendo o mesmo que sustenta o barco.
Se Deus investe pesado, é porque enxerga além do que suportamos ver em nós mesmos.
E isso, embora muitas vezes doa, também dignifica.
Pois não há tempestade autorizada pelo Filho do Homem que não carregue, em si, a semente de um Propósito Maior do que o próprio medo que ela provoca.
Ele não alisará a cabeça dos nascidos para o céu.
AMOR,EU SEI QUE TU ESTÁS AÍ.
Catarina Labouré.
Filho é para ti que insuflo estas palavras empregnadas de amor e o amor é inegavelmente coragem para todos os momentos.
Recorda-ti desse sentimento no âmago do teu íntimo e diante da dor mais profunda que te faz verter lágrimas dorídas, mergulhes na solidão que sentes em teu inexprimível sofrimento para dizeres: _ Amor! Eu sei que tu estás aí. Vem ser minha companhia visível.
No momento da raiva incontrolável que fadiga as fibras de todo o teu cérebro à afetar teu corpo o entorpecendo em dormência estática. Vai no teu íntimo e evoques esse puro sentimento inato a todos,mas tão postergado,o amor, digas tu em profunda e emocionada rogativa: _ Amor, eu sei que estas aí.
Diante da ofensa que lançan-ti sem misericórdia na face vos procurando fulminar maldosamente os teus sagradas idéias refugia-ti no pensamento próprio procurando se firmar vai secretamente em teu caminho entronizado ainda pela luz que tu amas sem ser enfadonho e grite para dentro de ti: _ Amor, eu sei que estás aí.
Quando as perseguições te espreitarem por onde quer que vás, nutra-ti de coragem,siga adiante mal grado os perigos penses alegre e evoques as figuras dos perseguidos injustamente e aparentemente vencidos, libertes junto as vozes e exemplos desses mártires repetindo--lhes a inolvidável vivência e cantes junto a esse coral: _ Amor, eu sei que estas aí.
Na alegria que vives mesmo que embora poucas vezes,pois a presença da solidão não vos esqueces, não olvides a missão da simples flor que mesmo na escuridão e esquecida não deixa de evolar a beleza e o perfume que lhe faz sobrepor o desprezo e com a mesma resiguinaçao fazes emitir de tua fala tristonha,mas confiante no porvir: _ Amor,eu sei que estas aí.
Segue meu filho! Redimido porque em todos os instantes nunca permitista estares só e revoltado.O amor te acompanha e vos atende. As noites poderão ser solitarias,exteriormente frias mas em ti fostes fiel e o amor vos dirá:-Amado,eu aqui em tua porta,ansioso para que tu a abras para mim e ser contigo.
Votos de muita paz.
Ser filho(a) de pais separados é estar, permanentemente, numa batalha sem instrumentos ofensivos ou defensivos.
Eu tinha tudo...
Quando criança, tinha tudo pra ser egoísta;
Filho único, ganhei sempre o que quis... mas sempre me acompanhou o aprendizado e o valor que as coisas tem;
Das mais simples, e pra falar a verdade: sempre dei mais valor a gado de osso e batata que a playmobil;
Na adolescência tinha tudo...
Tudo pra me revoltar, pra questionar
Tinha tudo pra ser um rebelde como o mundo espera
Mas também tudo me foi ofertado, para fugir a estatística e ser BOM!
A escolha sempre foi minha!!
O meu tudo sempre resulta daquilo que faço; de bom e ruim
Já homem, não sabendo o que seria tudo pra mim...
Fui atrás, busquei! corri... mas sem saber pra onde .
Sem saber onde tudo estava, onde tudo se escondia.
Mesmo assim, acredite! mesmo assim tudo que eu quis, alcancei!!
Com o tempo, buscando meu tudo...
Alcançando meu tudo...
Entendendo que tudo é difícil de se ter, mas tudo vale a pena !!!
Vivo tudo o que sinto vontade de viver;
Aprendi que posso tudo!
Aprendi que o TUDO é do tamanho do meu esforço
Que sou o responsável pelo meu TUDO
E que TUDO que tenho e sou
É de minha própria responsabilidade!!!!
E que o meu tudo pode mudar
De repente meu tudo, torna-se ser tudo pra alguém
Meu tudo pode ser pouco, pode ser muito...
Mas pra mim é TUDO!
a mãe cria o filho com todo amor e carinho pra ele crescer e colocar no facebook que trabalha na VASP.
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