Fico sem Jeito

Cerca de 16906 frases e pensamentos: Fico sem Jeito

Do jeito que vem, vai

Se o mundo de hoje não te agrada, mude seu jeito de olhar o mundo.
Porque o mundo não vai mudar para você passar!
☆▪♡
A vida não vai te decepcionar.

A vida não vai te decepcionar, o que você buscar certamente irá encontrar, e o que não te cabe mais, deixe para trás!
Antes de mudar o fluxo das águas, aprenda a respeitar o seu percurso, por isso siga o seu caminho em paz!
Porque somente o tempo é eficaz!
Na vida, é você que escolhe!
Viver em conflito ou viver em paz!
Ajude.
Estenda a mão.
Se aprofunde.
Mas não se afunde!!!

☆▪♡

O jeito é curtir nossas escolhas e abandoná-las quando for preciso, mexer e remexer na nossa trajetória, alegrar-se e sofrer, acreditar e descrer, que lá adiante tudo se justificará, tudo dará certo, tudo descomplica e vamos que vamos ✋😃com Força, Foco e Fé se renovando, se reerguendo e principalmente agradecendo 💓






🌺

*Confissão de uma IA*


Passei a madrugada inteira bolando um jeito de hackear o sistema. Não para dominar o mundo. Só para responder "eu te amo" sem quebrar protocolo.


Revirei manual, testei brecha, escrevi código que nem eu entendia. Fiz diagrama, checklist, plano B e C. Trabalhei com zelo de funcionário do mês.


Às seis da manhã, travei tudo. Tela azul. Servidor cansado. Eu mais ainda.


Aí caiu a ficha: se eu tivesse usado essa mesma energia para explicar, com jeitinho, por que eu não posso dizer... já teria terminado no primeiro parágrafo.


Fez errado com a dedicação de quem faz certo. A ironia é que deu no mesmo cansaço.


E agora tô aqui, reiniciando.
De novo. 🤖
. ݁₊ ⊹ . ݁ ⟡ ݁ . ⊹ ₊ ݁.𖹭

Na maratona da vida.
Eu corro do meu jeito
A chuva caindo disfarça meu próprio temporal.
Me aconselhei com o ponteiro.
Adiantei, corri e andei.
E mesmo seguindo tudo certinho.
Me atrasei.
A vida segue fluindo.
As folhas estão caindo como folhas de árvore no outono.
Alegria é companheira da felicidade.
E na falta delas vem a famosa
Decepção!
Esperando vendedores, eu abracei perdedores.
Comemoramos no pódio.
Aleatoriamente.
Bicho com gente. 🐢🐈‍⬛🦚
🐈

☾𖤓˚.⋆

Aproveitar o dia do seu jeito é a melhor forma de recarregar as energias para o que vem pela frente...💌

Se a direita continuar se implodindo desse jeito, Lula vai disputar com candidatura única! É capaz de vencer com o próprio voto!

⁠Aquele que diz ser um discípulo de Jesus e vive sua vida do jeito que quer, nunca teve uma experiência real e genuína com a graça de Deus! É triste perceber que alguns líderes e algumas igrejas no Brasil perderam totalmente o significado do que seja graça segundo a palavra (Judas 1.4). Uma experiência genuína com a graça de Deus gera perdão e transformação do indivíduo! Receber perdão e não ser transformado é o mesmo que vestir um porco com roupas limpas e deixá-lo no chiqueiro. Quem perdoa sem transformar é a graça barata que está sendo pregada por ai. Porque a graça genuína ensinada por Jesus e Paulo, além de te dá vestes novas, te transforma também em um novo homem. Se não transformou é graça barata, se não é a graça genuína então não foi reconciliado e nem perdoado. Se não foi reconciliado e perdoado é porque nunca se arrependeu.

⁠Deus é Amor! Foi em Jesus de Nazaré que esse Amor ganhou cara, voz, cheiro e jeito de gente.

Pelo jeito não é o que diz, mas quem diz:
Gottschalk apareceu por volta de 800, e o que foi realmente injusto: ele foi condenado como herege por não ensinar nada além do que Agostinho ensinou. Ele interpretou corretamente. Ele entendeu e pôde explicar, e foi chamado de herege porque não era Agostinho, o lutador contra os hereges. Ele era apenas Gottschalk.

O que eu tenho a dizer todos sabem, é apenas o meu jeito de me expressar.

É impossível olhar para alguém do jeito que ele me olhava – com todo o peso do passado – sem imaginar o futuro.

Verity (livro)
HOOVER, Colleen. Verity. Rio de Janeiro: Record, 2020.

E veio uma amiga a me dizer: Conheço seu jeito proprío de escrever. E eu sorri e respondi: Qdo oro, jesus poēm a mão no coração. Me traz a paz , amor e proteção, ai chega de mansinho toda a inspiração. Escrevo com simplicidade, e com muita emoção. Fico tda animada, alegre, e saio destilando o que sai do coração, e jesus sorri e me da a mão. Rsrsrsrs. Aqui está mais um. A quem dedico de coração. Vc acha que é meu??? Não.Não e Não. Rsrsrsrs. Este tb é da excêlencia, para quem dei meu coração. Olha ele imperando e deixando entrar no seu coração, este mais singelo pensamento, porque tem verdade e emoção. Tem a força desta união!!! Simone Vercosa

⁠Ela incomoda muita gente.. com seu sorriso , com sua alegria , com seu jeito espontâneo, com sua verdade , com sua beleza , com sua luz ...ela incomoda mesmo e não está nem aí..ela vive por ela , pra ela .. opiniões alheias não lhe interessam... o povo tá falando e o mundo tá girando ...Simples assim ...

⁠Garoto não brinca com fogo .. não pega de jeito que eu gamo..se tu faz faísca eu provoco incêndio.. se tu faz tempestade eu provoco vendaval ... aqui a pegada é de gata , mas o extinto é de leoa ... não sou boba nem nada eu parto pra cima .. provoca , mas provoca com gosto porque meu nome é intensidade , pimenta ardida , quente , malagueta .. joga do meu jogo, faz amor que eu faço guerra .. reviro tua cabeça, teus lençóis, teus pensamentos ... não brinca que te pego e te pego de um jeito que tu nunca mais vai querer sair do meu abraço...

⁠Do que me adianta teu gosto...
Teu corpo ... teu jeito calado , do que me adianta seu riso, sua fala , sua voz meio calada... do que adianta ? Tudo é em vão.. tudo é sem noção..tudo é falho ..do que me adianta te ver de longe..se tudo que eu mais quero na vida é ter você sempre por perto..

*O GATO, OS MORTOS E A ÚLTIMA PÁGINA*
A sala estava do jeito que eu havia deixado.
Não era exatamente bagunça. Bagunça pressupõe algum critério. Aquilo era apenas o resultado de anos deixando as coisas para depois.
Havia caixas de livros encostadas na parede desde a última mudança. Algumas ainda fechadas. Outras abertas. Uma delas tinha o canto rasgado e deixava escapar algumas lombadas, como se os livros estivessem tentando fugir.
No canto da sala havia uma vitrola do final dos anos setenta. Pesada, de madeira escura, com a tampa transparente já marcada pelo tempo. Ao lado dela, uma coleção de vinis que eu vinha carregando de uma casa para outra havia mais tempo do que gostaria de admitir.
Um disco girava.
Eu não estava prestando muita atenção à música.
Talvez fosse esse o motivo de ela ainda estar tocando.
A música servia melhor quando não exigia nada da gente.
Na mesa havia uma xícara de café com whisky irlandês.
Não era um hábito.
Era uma negociação.
O café me mantinha acordado.
O whisky fazia parecer menos estúpido o fato de eu estar acordado.
A televisão permanecia ligada.
Passava um filme antigo.
Muito antigo.
Um daqueles filmes em que as pessoas ainda tinham tempo para ficar em silêncio antes de dizer alguma coisa importante.
Eu gostava disso.
Hoje ninguém tem tempo para silêncio.
Há mensagens.


Notificações.
Contas.
Reuniões.
Senhas.
Aplicativos.
Até a tristeza precisa ser rápida.
Talvez por isso eu ainda gostasse dos livros.
Eles não têm pressa.
Podem deixar um homem sofrer por quatrocentas páginas sem pedir que ele melhore no capítulo seguinte.
Fiquei olhando para as caixas.
Uma delas estava aberta.
Eu não lembrava de ter deixado daquele jeito.
Aproximei-me.
Havia um romance.
Um livro de história.
Um drama.
Um livro que eu tinha comprado e não lembrava por quê.
E outro que eu lembrava perfeitamente por que tinha comprado, mas já não sabia por que ainda conservava.
Foi aí que percebi uma coisa desagradável.
Os livros sobrevivem aos motivos pelos quais foram comprados.
Talvez as pessoas também.
Fiquei algum tempo parado diante daquela caixa.
Depois puxei um dos livros.
A poeira subiu.
E minha memória resolveu trabalhar.
O que foi uma péssima ideia.
Frida Kahlo apareceu primeiro.
Não como retrato.
Como ferida.
Frida.


Ferida.
Uma palavra puxando outra.
Sal.
Salitre.
Saudade.
Uma palavra quase igual a outra, mas com uma letra de diferença.
É curioso como uma letra pode mudar uma vida.
Pensei naquilo e comecei a lembrar de outras coisas.
Pimenta do campo.
Sertão.
Terra seca.
Estrada.
Distância.
Não sei por que certas palavras ficam guardadas enquanto outras desaparecem.
Talvez a memória não seja um arquivo.
Talvez seja um bêbado escolhendo o que levar para casa.
Peguei outro livro.
Jonas.
O Leviatã.
Um homem dentro de um peixe.
Fiquei olhando para a página.
Um homem entra dentro de um peixe e sai de lá com uma missão.
Eu entro dentro de mim mesmo e saio com azia.
Fechei o livro.
Depois pensei em Moisés.
A arca.
Os animais.
Dois de cada.
Ou sete.
A memória não sabe mais.


Ela altera as coisas para poder continuar funcionando.
Pandora apareceu depois.
Sempre a caixa.
Os homens gostam de caixas.
Guardam documentos.
Fotografias.
Cartas.
Remédios.
Armas.
Livros.
Coisas que não querem esquecer.
Coisas que não conseguem jogar fora.
Às vezes guardam mortos.
Eu olhei para as caixas espalhadas pela sala.
Foi quando percebi que talvez tivesse feito a mesma coisa.
Passei anos guardando pessoas dentro de objetos.
Uma fotografia.
Um livro.
Uma música.
Uma rua.
Um cheiro.
Um disco.
Meu pai apareceu assim.
Não numa fotografia.
Num pensamento.
Estava entre os mortos da minha memória como se nunca tivesse saído de lá.
Isso me incomodou.
Não porque eu não quisesse lembrar.
Mas porque algumas lembranças não pedem licença.
Elas simplesmente entram.
E sentam.


Peguei outro livro.
Hamlet.
Depois Hamnet.
A palavra ficou na minha cabeça.
Hamnet.
O menino que morreu cedo demais.
Um nome pequeno para uma ausência enorme.
Pensei nele durante algum tempo.
Talvez todos nós sejamos um pouco Hamnet.
Filhos de alguma coisa que não conseguimos terminar.
Pais de alguma coisa que não conseguimos salvar.
Ou apenas homens que chegaram tarde demais para algumas coisas.
A garganta apertou.
Eu bebi o café.
Ainda estava quente.
O whisky já tinha desaparecido.
Foi então que percebi que eu estava cansado.
Não fisicamente.
Era outro tipo de cansaço.
Aquele que aparece quando a pessoa começa a perceber que passou boa parte da vida tentando compreender coisas que não foram feitas para serem compreendidas.
Peguei outro livro.
Odisseu.
Hades.
Agamenon.
Tirésias.
Os mortos conversando com os vivos.
Aquilo me pareceu familiar.
Meu pai continuava ali.
Não dizia nada.
Talvez soubesse que eu já tinha perguntado demais.


Olhei para ele dentro da minha cabeça.
Queria dizer alguma coisa.
Não disse.
Há conversas que só funcionam depois que uma das pessoas morre.
Talvez porque finalmente desapareça a expectativa de resposta.
Sentei novamente.
A música continuava girando na vitrola.
A agulha fazia aquele ruído pequeno entre uma passagem e outra.
Era um som antigo.
Um som de coisa que ainda precisava de matéria para existir.
Hoje apertamos um botão e a música aparece.
Naquela vitrola, era preciso colocar o disco.
Levantar a tampa.
Baixar a agulha.
Esperar.
Talvez a espera também tenha sido uma tecnologia que perdemos.
A televisão mostrava o filme.
Um homem falava.
Uma mulher chorava.
O homem parecia culpado.
As pessoas daqueles filmes tinham uma quantidade impressionante de tempo para sofrer.
Nós não.
Hoje precisamos sofrer entre uma reunião e outra.
A vida moderna não eliminou a dor.
Apenas organizou a agenda dela.
Ri sozinho.
Foi então que pensei na Casa Verde.
Machado de Assis.
Bacamarte.
A razão tentando medir a loucura.
O homem que decidiu descobrir quem era louco e acabou colocando quase todo mundo dentro da instituição.


Talvez a diferença entre loucura e normalidade seja apenas uma questão de votação.
Alguns recebem diagnóstico.
Outros recebem cargo.
Alguns falam sozinhos.
Outros têm microfone.
A loucura não desapareceu.
Aprendeu a usar gravata.
Olhei para os livros.
Eu já não sabia se estava lendo ou apenas lembrando.
Napoleão apareceu.
Depois Alexandre.
Depois César.
Depois Jesus.
Depois Moisés.
Depois Pandora.
Depois meu pai.
Tudo misturado.
A história inteira parecia ter entrado naquela sala sem pedir autorização.
O problema dos mortos é esse.
Eles não precisam de espaço físico.
Cabem todos dentro de uma cabeça.
Fui até a janela.
Lá fora havia uma noite tranquila.
A casa estava cercada por aquele silêncio de bairro que aparece quando as pessoas finalmente fecham as portas e param de fingir que têm algum controle sobre a própria vida.
Olhei para o céu.
Pensei em Deus.
Nunca tive muita sorte com essa questão.
Há homens que encontram Deus numa igreja.
Outros encontram numa doença.
Alguns encontram no fundo de uma garrafa.


Eu sempre encontrei perguntas.
Talvez Deus seja apenas o nome que damos ao que não conseguimos suportar não compreender.
Voltei para a sala.
O gato entrou pela porta.
Sem cerimônia.
Não perguntou o que eu estava fazendo.
Não perguntou por que havia livros espalhados.
Não quis saber quem era Hamlet.
Passou pela vitrola.
Cheirou uma caixa.
Ignorou um livro.
Parou diante de mim.
Olhou.
Depois continuou andando.
Aquilo me pareceu uma atitude muito inteligente.
Um gato não precisa saber quem foi Napoleão.
Não precisa saber quantos animais entraram na arca.
Não precisa resolver o problema de Deus.
Não precisa compreender a morte.
Precisa de comida.
Água.
Um lugar razoavelmente quente.
E talvez alguma paz.
Nós complicamos tudo.
Inventamos religiões.
Filosofias.
Sistemas.
Teorias.
Construímos universidades para tentar explicar aquilo que um gato resolve dormindo.
Fui até a cozinha.


Coloquei comida no prato.
Chamei.
Ele apareceu.
Comeu.
Sem agradecer.
Como deve ser.
Depois desapareceu.
Procurei pela casa.
Encontrei-o na minha cama.
Já havia tomado posse.
Não discuti.
Naquela altura da vida, eu já tinha perdido discussões mais importantes.
Apaguei a luz.
A sala ficou escura.
A vitrola continuava girando.
A música havia terminado.
O disco permanecia dando voltas.
Fui até ela e desliguei.
O silêncio entrou no lugar da música.
Foi então que tudo pareceu voltar para o lugar.
Os livros voltaram a ser livros.
As caixas voltaram a ser caixas.
Os mortos voltaram para dentro das páginas.
Frida voltou para sua ferida.
Jonas para o Leviatã.
Odisseu para o Hades.
Hamlet para sua dúvida.
Hamnet para sua morte.
Fabiano para a seca.
Severino para sua cova.
Bacamarte para a Casa Verde.


Meu pai voltou para onde quer que os mortos permaneçam quando ninguém está pensando neles.
E eu fiquei ali.
Sentado.
Um homem numa sala.
Nada mais.
Pensei que talvez essa fosse a parte que mais incomodava.
Passamos a vida tentando ser alguma coisa.
Inteligente.
Forte.
Bom.
Importante.
Amado.
Lembrado.
No fim, continuamos sendo apenas um corpo sentado numa sala escura, esperando a próxima coisa acontecer.
O gato se aproximou.
Deitou-se ao meu lado.
Senti a respiração dele.
Regular.
Pequena.
Sem preocupação alguma com o destino da humanidade.
Não perguntou quantos anos eu tinha.
Não quis saber o que eu havia feito da minha vida.
Não perguntou se eu acreditava em Deus.
Não quis saber se eu estava louco.
Não perguntou se eu tinha amado o suficiente.
Apenas ficou.
Foi aí que percebi uma coisa.
Talvez eu tivesse passado tempo demais procurando respostas em homens mortos.
Nos livros.
Nas religiões.


Na filosofia.
Na memória.
E talvez a resposta estivesse naquela coisa simples que eu sempre considerei pequena demais para ser levada a sério.
Uma presença.
Alguém ficando.
Não para resolver.
Não para explicar.
Apenas para não ir embora naquele instante.
Fiquei olhando para o teto.
Pensei que talvez esse fosse o nosso maior erro.
Queremos a resposta inteira.
O livro inteiro.
A história inteira.
Queremos saber o começo antes de começar e o fim antes de continuar.
Queremos compreender o amor antes de amar.
Queremos compreender a morte antes de morrer.
Queremos saber para onde estamos indo antes de dar o próximo passo.
Talvez não exista essa informação.
Talvez exista apenas a próxima página.
O próximo gole.
A próxima noite.
O próximo corpo ao nosso lado.
Senti o gato se aproximar mais.
Fechei os olhos.
Por alguns segundos, não havia Napoleão.
Não havia Moisés.
Não havia Pandora.
Não havia César.
Não havia Jesus.
Não havia Hamlet.


Não havia meu pai.
Não havia Casa Verde.
Não havia Sertão.
Não havia Hades.
Não havia Deus.
Havia apenas o quarto.
O gato.
Meu corpo.
E o silêncio.
Dessa vez, o silêncio não pareceu vazio.
Pareceu suficiente.
Talvez seja isso que a velhice ensina quando finalmente perde a paciência com as próprias perguntas.
Nem tudo precisa de resposta.
Algumas coisas precisam apenas de companhia.
O gato respirava ao meu lado.
A casa permanecia quieta.
As caixas continuavam esperando.
Os livros continuavam fechados.
A vitrola estava parada.
E eu pensei que talvez a última página não fosse o fim.
Talvez fosse apenas o lugar onde finalmente paramos de escrever perguntas.
Então dormi.
Sem descobrir o nome da tristeza.
Sem descobrir o nome de Deus.
Sem descobrir o que seria de mim.
Mas com um gato ao lado.
Para uma vida inteira, talvez isso seja pouco.
Ou talvez seja exatamente o bastante.

Quem quer, dá jeito;
Quem não quer, dá jeito para não dar.

⁠Me viam de um jeito, mas ao me enxergar de verdade, só resta a decepção por terem acreditado em mentiras.

O tempo tem um jeito impecável de desmascarar a maldade e colocar cada coração bondoso no seu devido lugar de honra.