Ficar Calada
Tô com o saco tão cheio que a melhor coisa a fazer é ficar quieta, deitada e calada para não fazer nada que possa causar arrependimento depois.
Eu não nasci pra ficar no anonimato... Ficar calada quando tudo o que eu mais quero é gritar... Silenciar-se diante de uma situação é pura covardia... É tirar do outro o direito de defesa... Do próprio entendimento... Mas analisando bem, de repente é melhor este teu silêncio covarde que palavras vazias... Palavras que não justificariam o estrago causado vida afora... Ou melhor, coração afora... Se não tinha intenção de ficar, nem devia ter chegado... Porque chegar, fazer morada e partir assim na calada da noite, só confirma o quão covarde tu és... Sendo assim, o teu silêncio contradiz o barulho que ele faz...
A parte mais difícil de um dia é a calada da noite em meu quarto, pois é quando fico sozinho e meu celular em silêncio impossível não me recordar do seu sorriso que hoje só tenho em meus pensamentos e ao fechar meus olhos, te vejo eu meus sonho com meus olhos cheio de lagrimas implorando por sua presença
Então quando dou por mim, novamente a voz ficou presa na garganta. E mais uma vez permaneço calada. E você como sempre, com infinita ternura... Continua a dizer coisas tão lindas pra tentar me reerguer, dar força, fazer sorrir... ME PERDOA? Mais uma vez eu falhei... Queria ter sempre a palavra, e o gesto certo nestes momentos... Mas é tão difícil!!
(Alessandra Alcântara)
Eu te amo tanto, que as vezes
as palavras são desnecessárias.
Basta ficar calada...
Sentindo... Só Sentindo...
Na calada da noite sentimentos,ficam a flor da pele.
Poetas e filósofos renascem descobrimos que ainda existem pessoas que gosta de um bom café música e poesia.
Tolices do Amor
Quem já não ficou
Olhando a lua calada
Como se o seu amado
Ali pudesse estar?
E ficava sonhando acordada
Como se o tempo tivesse passado?
E se vivesse em outro lugar!
Apenas tolices de amor...
Quem já não parou
Em um quarto todo fechado
Com um retrato ao lado
Com lágrimas no rosto a rolar?
E pensava na mulher ausente
Com o coração a sangrar...
Quem já não pensou
Em fazer por amor loucuras
Crendo que está longe a ver
Que o faria para
De aos outros paracer demente
De ser tolo e até diferente
Simplemente por muito amor?
Apenas tolices do amor...
Por amor apenas tolices...
Eu jamais pegaria uma ônibus se pudesse ir de avião, jamais ficarei calada quando puder falar e jamais andarei quando puder correr, por isso não me contento com o mínimo quando posso ter muito mais.
Sofre calada
Onde vem sua força
Vermelho ficou branco
Beleza ficou fraca
Coração ficou pequeno
Mais nada resta
Luta te princesa
maior é Deus na sua vida
Ele faz a obra
Jesus disse
Vem a mim o que estais cansado,
E oprimido e eu vos aliviarei
Só ele Salva
Só ele cura
Só ele te descansa
Só ele te da a Vida
Vida Eterna
Ela preferia ficar de boca calada, deixar as coisas em seus devidos lugares. Até mesmo o mais profundo dos sentimentos, ela preferia guardar para si mesma. Ela não sabia se era medo de se machucar, ou medo de estar sentindo algo que não era verdadeiro, e que podia certamente, ferir alguém.
Ainda seguia em frente com o meu sorriso que saia robótico e eu ficava calada, que muitas vezes eu nunca consegui fazer isso. É, Layla quieta é a mesma coisa de uma criança não gostar de doce.
Retrospectiva
Menina sentada, calada, hipnotizada com o passado que vem em sua cabeça.
Fica lembrando das inúmeras façanhas cometidas e as muitas deixadas de fazer, em suas conquistas e em suas derrotas, em seus amores e desamores, na infância que há pouco passou e na juventude que está por viver, nas palavras ditas e nas magoas sentidas.
Menina que não se arrepende de nada feito e sim dos não feitos. Abortos pretendidos e deixados de lado. Hoje tem 3 filhos que ainda dão muito trabalho.
Menina com atitudes imaturas, maduras, sanadas. Cabelo desbotado, corpo gasto, mas bem aproveitado, seus olhos já estão cansados prontos para serem fechados, mas não há tristeza e sim alegria e a sensação de tarefa cumprida.
Menina que não é tão nova como gostaria, porém não é tão velha quanto a estrada, por onde passou e ainda passa sua vida. Uma menina que
não é tão menininha e sim uma senhora que em sua cadeira de balanço faz a retrospectiva da sua vida.
