Fernando Pessoa Poema Hora Absurda
todas as noites antes de dormir meus pensamentos se volta pra você meus sentidos, o meu amor fica a flor da pele.
Quero ir Pro Mar, Em Seus Braços Quero Me Afogar De Amor, Porque Agora Sei Que o Meu Amor Esta Lá Me Esperando De Braços Abertos é Sei Que Nunca Vou Me Arrepender De Ter Conhecido Você.
O homem em sua infinita ignorância criou as religiões, e em sua total falta de lucidez a respeito da vida, acredita cegamente que Deus em sua infinita sabedoria adotou uma religião para seguir.
São nos seus erros ortográficos e na sua dificuldade de se expressar através da escrita é que eu realmente sinto você ao meu lado.
- eu quero ir além, quero ser diferente, ter tudo diferente, quero fazer o que gosto e experimentar o que nunca provei. quero conhcer o mundo, os cantos menos visitados, pessoas que possam me ensinar algo, que me ensine a viver do meu jeito, da forma que eu gosto, sem me importar com algumas atitudes e reações. eu quero voar, quero sorrir, quero chorar, dançar, dormir, brisar, viajar, enfim, eu quero ir além, ser o que eu quiser ser, sem saber no que vai dar... (palavras do meu coração)
Sei que não vão acreditar, mas isso vem de mim, da minha alma. :)
É muito estranho. Mas eu prefiro pensar que essa melhora inexplicável seja uma prova da existência de Deus, e de que ele me protege.
Não importa quantas moedas você joga na fonte, ou o número de dedos que você cruza, se não é pra ser, não vai ser.
Não sei se será possível à gente escolher as próprias verdades, elas mudam tanto. Não só por isso, nossas verdades quase nunca são iguais às dos outros, e é isso que gera o que chamamos de solidão, desencontro, incomunicabilidade.
Às vezes parece que o mundo inteiro se vira contra mim. É como se nada mais se encaixasse, como se não existisse mais certo e errado. Às vezes percebo como tudo está diferente, como tudo muda com o decorrer do tempo. As coisas vêm e vão. Os sentimentos, as histórias, os problemas, as soluções, as tristezas, as alegrias. Vêm e vão, como se fosse simples, como se tudo se resumisse a isso.
A alegria de uma criança é a coisa mais verdadeira que existe. Não prive sua criança de sorrir e brincar, aproveite e pegue carona, aprenda a ser feliz como uma criança.
Lições que a vida ensina... Agora que tudo perdeu a magia, se magia houve e havia, eu não consigo mais ver nenhum anjo em você.
Então a suspeita bruta: não suportamos aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós. Afirmou, depois acendeu o cigarro, reformulou, repetiu, acrescentou esta interrogação: não suportamos mesmo aquilo ou aqueles que poderiam nos tornar mais felizes e menos sós? Não, não suportamos essa doçura.
Puro cérebro sem dor perdido nos labirintos daquilo que tinha acabado de acontecer. Dor branca, querendo primeiro compreender, antes de doer abolerada, a dor. Doeria mais tarde, quem sabe, de maneira insensata e ilusória como doem as perdas para sempre perdidas, e portanto irremediáveis, transformadas em memórias iguais pequenos paraísos-perdidos. Que talvez, pensava agora, nem tivessem sido tão paradisíacos assim.
Imagine um mundo de coisas limpas e bonitas, onde a gente não seja obrigado a fugir, fingir ou mentir. Onde a gente não tenha medo nem se sinta confuso (não haverá a palavra nem a coisa confusão, porque tudo será nítido e claro). Onde as pessoas não se machuquem umas às outras, onde o que a gente é apareça nos olhos, na expressão do rosto, em todos os movimentos.
Não sei como me defender dessa ternura que cresce escondido e, de repente, salta para fora de mim, querendo atingir todo mundo. Tão inesperada quanto a vontade de ferir, e com o mesmo ímpeto, a mesma densidade. Mas é mais frustrante. Sempre encontro a quem magoar com uma palavra ou um gesto. Mas nunca alguém que eu possa acariciar os cabelos, apertar a mão ou deitar a cabeça no ombro. Sempre o mesmo círculo vicioso: da solidão nasce a ternura, da ternura frustrada a agressão, e da agressividade torna a surgir a solidão. Todos os dias o ciclo se repete, às vezes com mais rapidez, outras mais lentamente. E eu me pergunto se viver não será essa espécie de ciranda de sentimentos que se sucedem e se sucedem e deixam sempre sede no fim.
Eu digo meu-bem assim desse jeito, do jeito que eu bem entender. Digo e repito: meu-bem-meu-bem-meu-bem. Pego no seu queixo a hora que eu quiser também, enquanto digo e repito e redigo meu-bem-meu-bem.
Eu amo você. Teus segredos, vou aprender a decifrar. Teus desejos, me ensina a realizar. Eu te estudo, te admiro, te espero. Será que um dia vai me amar?
Ela sabe que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo!
