Fernando Pessoa Mudanca
A rotina unida a disciplina nos ajudam a manter o ritmo das coisas e nos fazem enxergar com mais clareza e nitidez as nossas prioridades e metas, pois sem elas não teremos força suficiente para chegarmos onde queremos e desejamos.
Sua melhor desculpa para não querer mais seguir em frente não pode ser maior do que seu desejo de querer vencer e se realizar.
O que é mais preocupante:
Crer em Deus, céu e inferno ou conviver com uma dúvida até a morte? É mais cômodo escolher o que não conseguimos explicar pela lógica ou razão humana do que ativarmos o lado espiritual e enxergamos de fato!
O ateu nega a existência de Deus e consequentemente seu princípio de justiça, mas na verdade ele devia mesmo era ter medo do diabo e do inferno.
É quase que indiscutível e indubitável não percebermos que todo o ser humano ao nascer não tenha de fato uma forte tendência ou inclinação psicossocioespiritual a se tornar “teísta” e não o contrário. Isso é inato ao ser humano como algo espontâneo, natural, evidente, claro, lógico e chega ser algo intuitivo e empírico para quem [O] busca. Haja vista, intrinsecamente, termos esta cognoscível e cognitiva predisposição em ser o que fomos biologicamente arquitetados a ser.
Você já parou para pensar que toda sociedade, povo ou nação têm a ideia de uma divindade seja no passado, hoje ou amanhã? Em qualquer tempo histórico houve e haverá essa sensação intuitiva. Sabe por quê? Porque nascemos programados para crer e buscar descobrir o nosso Designer, pois a criatura só se realizará no Criador.
O teísmo é um padrão universal enraizado no ser e o ateísmo um desvio do padrão local aprendido ou imposto.
Não se escolhe, momentaneamente, ser ateu, mas as situações adversas podem ter uma força implacável para impulsionar a se fazer essa escolha permitida (por si mesmo).
Não se nasce ateu, mas as circunstâncias pragmáticas da “FERIDA” da vida é que podem levá-lo aos diferentes tipos de ateísmos.
O humanismo do século XIV fora uma corrente filosófica que colocava os seres humanos como os mais importantes numa relação ou escala de prioridades, no centro do mundo. Foi através do movimento humanista que surgiu o Renascimento.
A ideia axiológica de um ser inteligente criador é unânime praticamente em todo ser humano. Pois Ele é inexorável ao ateísmo. Quem crer “busca” aceitar e se rende, quem não “evita” mimetizando-se nos ateísmos.
Deus é o que de fato se verbaliza ser, mas só se tornará se permitirmos e acreditarmos no íntimo do nosso ser!
Deus não existe no conceito vocabular, mas no conceito metafísico, uma vez que Ele é em essência sendo imune a coação externa! Pois Ele é quem origina a ideia de existência.
O raciocínio dedutivo é assim: "Todos os seres humanos sentem no íntimo que existe um Criador. Eu sou um ser humano. Portanto, existe um Criador." A conclusão ( "existe um Criador") é derivada das duas premissas ( "Todos os seres humanos sentem no íntimo que existe um Criador e Eu sou um ser humano"), a lei da lógica de predicados chamada instanciação aplicando universal.
No raciocínio indutivo, o papel das premissas é fornecer um forte apoio à conclusão, mas a verdade da conclusão não é garantida, porque este tipo de raciocínio não usa leis universais (tais como as leis da lógica) para chegar à conclusão. O seguinte trecho é exemplo de raciocínio indutivo: "Eu sinto no íntimo que exite um criador e todos os seres humanos nascem com inclinações para crer em Deus. Portanto, todas as pessoas são teístas." Neste caso, o raciocínio é correto porque a premissa apoia a conclusão, mas a conclusão é falsa, uma vez que existem pessoas ateístas.
O que é a ferida da vida?
Frustração
Engano
Revolta
Indignação
Decepção
Angústia
Cada termo terá seu papel de nos afastar ou nos aproximar mais da... tal ação mudará nossa trajetória de vida.
