Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

O melhor jeito de partilhar nossos sonhos é vivendo cada um deles.

No reino do espírito, busque clareza; no mundo material, busque utilidade.

Com palavras governamos homens.

O amor ao próximo não conhece fronteiras ideológicas ou religiosas.

Os ventos e as ondas estão sempre do lado dos navegadores mais competentes.

Ali, tudo é ordem e perfeição. Luxo, calma, e sensação.

O nosso direito de consumir felicidade sem produzi-la não é maior do que o de consumir riquezas sem produzi-las.

Acho que nós consideramos mais a boa sorte do pássaro que acordou cedo do que a má sorte da minhoca.

Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultas. Critico-as. É tão incumum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica. Às vezes é estúpida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado.

Quanta injustiça e quanta maldade não fazemos por hábito!

Quanto maior é a sua sabedoria mais os homens se afastam da felicidade.

Sempre mire no objetivo, e esqueça do sucesso.

O homem que se domina a si mesmo, liberta-se de um poder que o acorrenta, e que escraviza quase todas as pessoas.

Puderam vencer em mim o ardor,
que me levou a conhecer o mundo,
e os vícios e as virtudes dos homens...

O adiamento é preferível ao erro.

É uma lição que a história ensina aos homens sábios: de confiar em ideias, e não em circunstâncias.

somos iguais
menos normais
a cada manhã

O Estado é a organização econômico-política da classe burguesa. O Estado é a classe burguesa na sua concreta força atual.

Antônio Gramsci
GRAMSCI, A., Scritti Giovanili, Einaudi, 1972

No mesmo templo do deleite / A velada Melancolia tem o seu santuário.

John Keats
KEATS, J. The poetical works of John Keats. London: William Smith, 1841.

Nota: Trecho de "Ode à Melancolia"

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Amor e ódio são os dois mais poderosos afetos da vontade humana.