Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Folhas do ciclame
ao vento pra lá e pra cá -
um coração pulsa.

Inserida por Eliete

Não se move uma montanha. Por um pálido pedido. De alguém que não se ama.

Inserida por katiafera

Um pouco de filosofia nos afasta da religião; muita filosofia a ela nos reconduz.

Inserida por Tiacon

A memória é o espelho em que vemos os ausentes."

Inserida por vinicius05

Toda criatura indica Deus, nenhuma o revela"
In: Os Frutos da Terra

Inserida por ronan10

Quando o presidente de um país que promove duas guerras ao mesmo tempo recebe o Prêmio Nobel da Paz, tremei: isto só pode ser sinal de que o mundo está mesmo muito doente. Num estado crônico.

Inserida por AugustoBranco

O presidente Barack Obama deveria envergonhar-se por receber o Nobel da Paz. Hipócrita, promove duas guerras ao mesmo tempo, e prepara outra (contra o Irã). A vileza de seu pensamento quer fazer crer ao mundo que a guerra promoverá a paz. Lamentável. Ter aceitado o Nobel da Paz, entretanto, combina bem com o desvio e podridão de seu caráter.

Inserida por AugustoBranco

Os gêmeos brincam no céu
quando a grande luz é vista
anunciando que é hora
daquele que senta ao trono de invertida cruz
silenciar
e fechar os olhos

Inserida por AugustoBranco

As chaves da Copa da África 2010 parecem ter sido desenhadas para possibilitar a chegada de ao menos uma seleção africana (Camarões, Nigéria ou África do Sul) entre os 4 finalistas e, principalmente, promover o embate entre as seleções mais tradicionais (Brasil, Alemanha, Itália e Argentina). Quem pode tirar proveito disto? Ao meu ver, seleções medianas, como Portugal, Inglaterra e Espanha, que podem tirar proveito do "easy-way"...

13/06/2010

Inserida por AugustoBranco

Só agora eu percebia que antes vivera dentro de um cubo.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica O sonho.

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Inserida por thaseries

O que terminei sendo, e tão cedo? Terminei sendo uma pessoa que procura o que profundamente sente e usa a palavra que o exprima.
É pouco, é muito pouco.

Clarice Lispector
Gotlib, Nádia B. Clarice: uma vida que se conta. São Paulo: Ática, 1995.
Inserida por thaseries

Tudo o que não sei é que constitui a minha verdade.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Diálogo do desconhecido.

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Inserida por thaseries

É bom. Sobretudo porque a mulher sabe que está sendo bom para ele: é depois de grandes jornadas e de grandes lutas que ele enfim compreende que precisa se ajoelhar diante da mulher. E, depois, é bom porque a cabeça do homem fica perto dos joelhos da mulher e perto de suas mãos, no seu colo, que é sua parte mais quente. E ela pode fazer o seu melhor gesto: nas mãos, que ficam a um tempo frementes e firmes, pegar aquela cabeça cansada que é fruto entre seu e dela.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Crônica Homem se ajoelhar.

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Inserida por thaseries

A vida é mais longa do que a fazemos. Cada instante conta.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Horas para gastar.

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Inserida por thaseries

Precisava ser apenas – terra. E quanto a esta, todos a têm sob os pés. Era tão estranho sentir-se viver sobre uma coisa viva.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Doçura da terra.

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Inserida por thaseries

Meu espírito é tecido pela terra mais fina.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Doçura da terra.

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Inserida por thaseries

Ah, como doía solicitar tanto e ir-se tornando cada vez mais lúcida dessa solicitação.

Inserida por thaseries

Será essa história um dia o meu coágulo? Que sei eu. Se há veracidade nela – e é claro que a história é verdadeira embora inventada – que cada um a reconheça em si mesmo porque todos nós somos um e quem não tem pobreza de dinheiro tem pobreza de espírito ou saudade por lhe faltar coisa mais preciosa que ouro – existe a quem falte o delicado essencial.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por tham

Vez por outra ia para a Zona Sul e ficava olhando as vitrines faiscantes de jóias e roupas acetinadas – só para se mortificar um pouco. É que ela sentia falta de encontrar-se consigo mesma e sofrer um pouco é um encontro.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por tham

Tania, por favor, ensine a Marcia aquela frase assim: o .......... não vale nada.

Clarice Lispector
Minhas queridas. Rio de Janeiro: Rocco, 2007.

Nota: Trecho de carta para Tania, William e Marcia Kaufmann, escrita em 7 de fevereiro de 1941.

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Inserida por tham