Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

O marxismo não é apenas a teoria do socialismo, é uma concepção integral do mundo, um sistema filosófico no qual decorre, logicamente, o socialismo proletário de Marx. Esse sistema filosófico se chama materialismo dialético.

Eu minto.
Quando preciso.
Quando não preciso.
Quando me dá vontade.
Quando quero testar os outros,
Rir de alguém.
Ou quando quero exercitar minha criatividade.
Minha capacidade de criar enredos,tramas, dramas.
Afinal, preciso disso pra viver.
Eu preciso de ilusões como outras precisam de jóias.
Nunca fui muito boa em separar a vida real, das maquinações
que surgem na minha cabeça.
Nem sei qual é o mundo real?
É o da cabeça?
Eu sempre fui uma perturbação desses dois estados
Esquizofrenia? Genialidade?
Às vezes sou obrigada a ver só o que é real, esquecer as fantasias.
Sair da minha mente
Às vezes saio
Às vezes minto que saí.
E esse mundo é meu, não gosto de dividi-lo, daí nunca querer publicar nada.
Não quero medíocres entrando no meu reino.
Quero esse meu lugar estranho, protegido
A sagrada desordem da minha alma é minha,.
Eu a aceito, e a respeito
E tenho que defende-la
Esse mundo dado a todos.
Não quero.
É pequeno e bobo.
Quero uma verdade inventada.
Já paguei caro por isso
Me misturei com pessoas que piores e mais egoístas, com mundos ainda mais fantásticos.E também já fui barrada nesses paraísos artificiais.
Sofri
Vi muita gente indo embora,
Hoje entendo
Essa vida de dois mundos é para poucos
Pros embriagados de vida
Fortes
Determinados
Mentirosos
Criadores
Já fiquei na rua sozinha, sem dinheiro pro cigarro
chorando, borrada na esquina.
A cabeça não para
E isso às vezes é enlouquecedor.
São milhões de pessoas em mim
Só queria saber pq meu mundo não é como o dos outros
Pq questiono tanto?
Tentei.
Li Niezstche
Li Clarice.
Poesia beatinick.
Fui a médicos.
Dancei até cair.
Amei idiotas
Me marquei
Rezei
Roubei
Trepei com as mulheres que quis.
E com homens que me davam nojo.
Ofendi
Machuquei,
Fui cruel.
Egoísta.
Infiel
Abusei.
Cansei
Errei.
Admiti
Fui imperfeita
Fui eu
Até desistir de entender
Agora sou feliz

A necessidade não conhece leis.

Em nossos pensamentos até a mínima luxúria pode se tornar uma grande miséria.

Ouvindo Exalta na quebrada
Gritando: Eu me apaixonei pela pessoa errada

esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem

Quem sou eu

Sou uma pessoa muito especial e verdadeiramente apaixonada pela vida, capaz de enxergar as coisas boas do mundo. Que procura ser feliz, pois para muitos, viver já é o suficiente.

Tenho a certeza do encontro com a paz nas coisas mais simples e entendo que a oferta é gratuita, bastando a compreensão da sua existência.

Uma pessoa comprometida com a realidade, porque viver é fácil, difícil é a questão da tolerância e da sobrevivência.

Acredito que há uma infinidade de razões para estar alegre e satisfeito, uma delas é poder fazer pessoas felizes.

Sou otimista, perseverante e acredito na conquista. Entendo que nada vem do acaso e tudo na vida tem o seu verdadeiro significado.

Encontro nos momentos de reflexão as forças para continuar caminhando e considero esse, o maior encontro com a sabedoria.

Aprendo com as coisas boas que pratico e busco sempre a realização dos sonhos e tenho a recompensa da satisfação de estar trilhando o sucesso.

Meu sumiço é covarde, mas atento; meio fajuto, meio autêntico; sumi porque sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência, pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua desajeitada e irrefletida permanência.

Amor se ganha... Confiança se ganha... Respeito se ganha... Mas caráter... Bem, caráter não! Isso você tem ou não tem!

Você
Foi abrigo quando eu precisei...
Foi amigo quando eu chorei...
E riu da minha cara quando eu achei que tudo tinha desabado, pra eu perceber que estava confundindo as coisas...na verdade eu estava crescendo...
E me mostrou que as pedras no caminho que calejam os meus pés,são para que eles resistam as duras coisas da vida...
E brigou comigo quando eu não quis utilizar os aprendizados quea vida me deu...
E foi paciente em me ouvir mesmo quando o assunto não era muito agradável...
E me fez rir quando eu estava com aquela cara fechada, nos momentos mais difíceis, em que eu queria expor minhas lágrimas...
E se renunciou por amor a nossa amizade...
E me deu dias muito felizes...
E me surpreendeu nas horas corretas...
E me ensinou que usar a razão às vezes não é ser insensível...
E então... como viver sem sua amizade?

Talvez as pessoas sintam a minha falta quando eu for embora. Ou talvez agradeçam.

A jornada da vida não serve para se chegar ao túmulo em segurança, em um corpo bem preservado, mas sim para se escorregar para dentro, meio de lado, totalmente gasto, berrando... Uau, que viagem!

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída a Hunter S. Thompson, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

...Mais

Será que, à medida que você vai vivendo, andando, viajando, vai ficando cada vez mais estrangeiro? Deve haver um porto.

O enterro de meu pai. Lembro que atravessamos a rua e entramos na casa mortuária. Alguém dizia que meu pai tinha sido um bom homem. Me deu vontade de contar a eles o outro lado. Que ele era um homem ignorante. Cruel. Patriótico. Com fome de dinheiro. Mentiroso. Covarde. Um impostor. Minha mãe só estava há um mês debaixo do chão e ele já estava chupando os peitos e dividindo o papel higiênico com outra mulher. Depois alguém cantou. Nós desfilamos diante do caixão. Talvez eu cuspa nele, pensei.

Amigos são luzes que iluminam nosso caminho quando só vemos escuridão.
Luzes que nos fazem enxergar com clareza o que nos parece tão confuso.
Luzes que depositam em nossos olhos o brilho de um abraço-irmão.
Amigos são luzes de fogos de artifício celebrando nossas vitórias.
Luzes que nos revestem de brilho diante das coisas mais singelas.
A nos embalar o sono, luzes diáfanas, refletidas na janela.
Amigos são luzes coloridas que nos convidam a sonhar.
Luzes enfileiradas adornando nossa árdua trajetória.
Luzes que se convertem em lágrimas para ao nosso lado chorar.
Amigos são luzes vindas do mar em forma de pérolas,
jóias reluzentes premiando a mais bela amizade.
Luzes de um palco encantado, que representa a verdade.
Amigos são luzes de vaga-lumes que voam alegres no quintal.
Luzes que iluminam nossa alma com seu belo cintilar.
Luzes mágicas, que convertem o mais rude casebre em palácio real.
Quem tem um amigo-luz é um ser abençoado.
Eu tenho você!

É tão novo, tão inexperiente ainda perante as coisas, que desejaria pedir-lhe, o melhor que soubesse, uma grande paciência, para tudo que ainda não estiver resolvido no seu coração. Esforce-se para amar as suas próprias dúvidas como se cada uma delas fosse um quarto fechado, um livro escrito em língua estrangeira. Não procure, por enquanto, respostas que não lhe podem ser dadas, porque ainda não saberia pô-las em prática, vivê-las. E trata-se, precisamente de viver tudo. De momento, viva apenas as suas interrogações. Talvez que, simplesmente vivendo-as acabe um dia por penetrar insensivelmente nas respostas.

Hino ao crítico

Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira
Tagarela, nasceu um rebento raquítico.
Filho não é bagulho, não se atira na lixeira.
A mãe chorou e o batizou: crítico.

O pai, recordando sua progenitura,
Vivia a contestar os maternais direitos.
Com tais boas maneiras e tal compostura
Defendia o menino do pendor à sarjeta.

Assim como o vigia cantava a cozinheira,
A mãe cantava, a lavar calça e calção.
Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira
E a arte de penetrar fácil e sem sabão.

Quando cresceu, do tamanho de um bastão,
Sardas na cara como um prato de cogumelos,
Lançaram-no, com um leve golpe de joelho,
À rua, para tornar-se um cidadão.

Será preciso muito para ele sair da fralda?
Um pedaço de pano, calças e um embornal.
Com o nariz grácil como um vintém por lauda
Ele cheirou o céu afável do jornal.

E em certa propriedade um certo magnata
Ouviu uma batida suavíssima na aldrava,
E logo o crítico, da teta das palavras
Ordenhou as calças, o pão e uma gravata.

Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco
Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam,
E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso
Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos.

Mas se se infiltra na rede jornalística
Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante,
Parece que apodrece ante a nossa vista
Um enorme lacaio, balofo e bajulante.

Quando, por fim, no jubileu do centenário,
Acordares em meio ao fumo funerário,
Verás brilhar na cigarreira-souvenir o
Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio.

Escritores, há muitos. Juntem um milhar.
E ergamos em Nice um asilo para os críticos.
Vocês pensam que é mole viver a enxaguar
A nossa roupa branca nos artigos?

O ser humano é ativo na construção de seu conhecimento e não uma massa 'disforme' a ser moldada pelo professor.

“Out of the night that covers me,
black as the put from pole to pole,
I thank whatever Gods may be,
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circmstance
I have not winced on cried aloud
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed
Beyond this place of wrath and tears

Looms but the horror of the shade
and yet themenace of years
Finds, and shall find, unafraid
It matters not how strait the gates

How charged with punishments in the scroll
I am the master of my fate
I am the captain of my soul”
(William Ernest Henley)
TRADUÇÃO:
Lucas: “Dentro da noite que me cobre
Negra como as Profundezas, de um pólo ao outro,
Agradeço aos deuses, se é que existem,
pela minha alma indômita.
Nas garras ferozes das circunstâncias
Não me encolhi, nem fiz alarde do meu pranto.
Golpeado pelo acaso,
Minha cabeça sangra, mas não se curva.
Longe deste lugar de ira e lágrimas
Só assoma o Horror da sombra,
Ainda assim, a ameaça dos anos
Me encontra, e me encontrará sempre, destemido.
Não importa quão estreita seja a porta,
Quão profusa em punições seja a lista,
Sou o mestre do meu destino.
Sou o capitão da minha alma.”

Quando os antidepressivos e os calmantes não fazem mais efeito, Clarisse sabe que a loucura está presente e sente a essência estranha do que é a morte.

Renato Russo

Nota: Trecho da letra da música Clarisse