Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia
As nossas emoções precisam estar nos lugares ordenados. Não podemos gastar nossas emoções naquilo que não traz bons frutos para nossa vida.
PEROLAS
Perolas só são geradas se a ostra for Ferida... Eis a questão muitos dizem ser perolas, mas só aquela que realmente passou por um processo de dor de aprendizado é verdadeira e seu valor é inestimável.
Helena
Tudo começou como uma amizade
Palavras, risos, sentimentos
Carinho, amor, felicidade
Porém jamais saberia se realmente
Era só amizade, ou se era amor
Paguei o preço, o preço latente
Que me fez sofrer mais dor
Dor essa, que tentava suportar
Pois acreditava que valesse a pena
Que o amor poderia aguentar;
Contudo tinha perdido Helena
Helena, não se preocupava
Amava a todos e me abominava
Tinha sido esquecido, que pena
Mas um dia, helena brincou de se má
Me encheu de esperança, como criança
Acreditei que poderia novamente amar
Mas como amar oque não se tem confiança
E assim, novamente outra decepção
mas essa machucou, feriou e destruiu
Rasgado e mutilado o coração
Já não tinha mais forças pra continuar
E assim, helena fez oque quiz
Brincou, rasgou, amassou,atropelou
E decepcionou a quem mais lhe amava
O que me impressionava como a prova mais maravilhosa da minha aptidão, ou inaptidão, para a época é o fato de nada do que as pessoas diziam ou escreviam ter tido qualquer verdadeiro interesse para mim. Só o objeto me perseguia, a coisa separada, destacada, insignificante. Podia ser uma parte do corpo humano ou uma escada numa casa de vaudeville, podia ser uma chaminé ou um botão achado na sarjeta. Fosse o que fosse, permitia-me desabafar, render-me, apor a minha assinatura. E não podia apor a minha assinatura à vida que me cercava, às pessoas que compunham o mundo que conhecia. Estava definitivamente fora do seu mundo, como um canibal está fora das fronteiras da sociedade civilizada. Estava cheio de um amor perverso pela coisa em si - não um apego filosófico, mas sim de uma fome apaixonada, desesperadamente apaixonada, como se na coisa abandonada, sem valor, ignorada por todos, estivesse contido o segredo da minha própria regeneração.
Eu te usei.
Usei mesmo, sem dó ou prestações.
Usei tuas manias desajeitadas nos trejeitos dos nossos pequenos. Eu criei a cor dos olhos teus, transformando-o em remédio para um mundo melhor. Sim. Prenda-me. Eu explorei o teu vazio e inventei edifícios de sentimentos aí por dentro. Desenhei as tuas impressões digitais em algum cantinho do meu corpo e até ousei desabotoar tua cara amarrada com a largura do meu sorriso. Eu te usei das piores formas possíveis, b’shert. E até quem via de longe podia perceber que era eu quem manejava os nossos caminhos para que os mesmos rasurassem as linhas do destino. Porque eu te admirava como quem tira a sorte grande na loteria da vida. Perdoa-me por persuadir as coisas a tua volta e decorar tuas mil e uma manias, por fingir ter medo das trovoadas apenas para conseguir um abraço teu. Eu te usei como válvula de escape por sempre fugir de algo que tenho medo de conhecer, entende? Estar contigo, te reinventando, invertendo os sentidos, criando monomanias é o que ainda me matem viva, controlando o teu pulsar, as minhas costumeiras reações... Tenho medo de nunca mais encontrar o conforto que a tua íris proporciona, medo de vasculhar lembranças e não colidir com um “Pare de ser assim, tão amavelmente bonita”, mesmo que eu tenha inventado isto também. Acho que te peço desculpas, pela falta de jeito, pelo sufoco do inexistente, pelo sopro de insistência e acima de tudo, pelas fichas apostadas. E eu te usei até como moeda de troca com o infortúnio, b’shert, de anjo protetor, de floresta incendiária. Eu te usei. Desculpa revidar a indiferença dos ombros com a chuva dos olhos, o tapa de realidade com um beijo no cenho, desculpa diluir o medo da senescência na paz do teu sossego. Desculpa se transformei o teu perfume num ponto de serenidade. Perdoa ser o antônimo dos teus acasos, enfim, chegou a hora de voar com as próprias asas, não é? E mesmo depois de tudo, eu ainda te desejo o incalculável.
E uma rua iluminada de lembranças nossas.
Se é que tenha algum.
♦Olhava-me com o queixo baixo e dizia: “Você não gostaria de estar na minha pele”.
Ah como eu queria.
Perfeição
Não busco
a perfeição!
Pois penso…
ela não existe!
Haverá sempre olhos,
que a verão como imperfeita.
Olhos que veem perfeita.
Olhos que nada veem!
O que mais busco…
É encontrar a paz!
Essa sim…
é possível!
Basta olhar,
para dentro de mim.
A minha paz…
É um rio de águas claras,
onde posso ver refletido,
todos os meus sonhos!
Posso não ser absolutamente nada hoje como um único e solitário palito de fósforo.
Mas já viu o estrago que faz depois de acesso?
E a triste partida aconteceu. Não me era justo viver mais daquela maneira. Estava cercada de medos, angustias e algo que não sabia bem ao certo o que era. Sabia que não me fazia bem, que eu não estava bem e que eu precisava admitir antes que fosse tarde para tal ocasião. Meus valores tinham mudado, minha saúde tinha evaporado. Tudo havia fugido pela culatra e a única coisa que me restava era esta carne que aqui vos escreve estas palavras frouxas, sem nexo, sem vinculo nenhum mais com a palavra, na verdade não queria mais nem ouvi-la tão cedo.
Aquela menina ria para todos que vivia que amava a felicidade tinha trocado de rumo e experimentado o que está com alguém, o que dedicar-se a alguém, criticar alguém e percebeu que algo já não estava mais ali: sua alta confiança. E quem poderia fazer algo por ela? Será que havia saída para tudo aquilo? O que seria isto? Amor?Apego?Dor?
Lamentação tinha-se bastante, força quase mais não se existia, mas enfim ela ouviu a voz que tanto a alertava... Enfrente os seus medos.
Tua Varanda
Voa com as asas de meus olhos
e partilha da minha constelação
nesta metamorfose de cores.
Que surpresa trará a brisa que passa
entre suas fragrâncias e melodia?
Captura a luz deste ocaso
e pinta de púrpura o teu caminho
Faz com que as orquídeas
combinem com o teu sorriso
e subsista em ti esta doce ternura
este anoitecer mágico
na varanda que espreita
esta sombra viajante
que deixa marcas
em forma de pegadas...
A coisa mais difícil de ver são os nossos pecados. A coisa mais fácil de ver são os pecados ...___ dos ...OUTROS!...
Quando eu era criança, me falaram que ''PAPAI NOEL'' existia que ''FADAS'' existia, que se eu incomoda-se o ''BICHO PAPÃO''iria me pegar, e hoje eu vejo que nada disso existe, que são mitos, mais era tão emocionante acreditar na aqueles mitos, eu queria virar adulta, hoje eu quero virar criança para sempre.
A essência do saber não está em somar verdades ou em subtrair incertezas e sim em compartilhar o conhecimento compreendido
Foram segundos que perturbaram por anos a minha vida.
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