Feliz aniversário, filha: 71 mensagens para celebrar o seu dia

Um criminoso é uma pessoa com instintos predatórios sem capital suficiente para formar uma empresa.

O nascer não se escolhe e não é culpa nascer do ruim, e sim imitá-lo; e é culpa maior nascer do bom e não imitá-lo.

Sim, eu vendo coisas às pessoas que elas não precisam. Não posso, no entanto, vender a elas algo que elas não queiram. Mesmo com propaganda. Mesmo se eu estivesse decidido a fazê-lo.

[A respeito da caduquice da Petrobras]:
Godzilla morre no fim. Mas faz um estrago dos diabos.

O mundo só vale pelos radicais e só dura graças aos moderados.

Excessões não são sempre a confirmação da regra antiga; elas podem também ser o precursor de uma nova regra.

Em busca do destino a pessoa descobre-se a si mesma.

Escreve claro quem concebe ou imagina claro; com vigor, quem com vigor pensa, por ser a língua um vestido transparente do pensamento.

Poucos são os que perdoam, embora sejam muitos os que esquecem.

O desejo é o pai do poder.

O dever dos juízes é fazer justiça; a sua profissão, a de deferi-la. Alguns conhecem o próprio dever e exercem a profissão.

Todo homem é um abismo, e alguém é capaz de ter vertigens se olhar para baixo.

Não tem qualquer graça ser o sujeito mais rico do cemitério. Lá não se pode fazer negócios.

Criar é acima de tudo dar substância ideal ao que existe!

É muito silêncio
enquanto as flores não crescem
e os poetas dormem.

O crime é, antes de tudo, um fato, entendendo-se por tal não só a expressão da vontade mediante ação (voluntário movimento corpóreo) ou omissão (voluntária abstenção de movimento corpóreo), como também o resultado (effectus sceleris), isto é, a consequente lesão ou periclitação de um bem ou interesse jurídico penalmente tutelado.

Nas mulheres, a resolução é difícil, a execução é fácil.

Nunca vi ainda um homem que analise tão profundamente os seus erros que se acuse a si mesmo.

A dúvida é o sal do espírito, sem uma pitada de dúvida, todos os conhecimentos em breve apodreceriam.

Émile-Auguste Chartier
ALAIN, Minerve: ou, de la Sagesse. Hartmann, 1939

Se acrescentas pouco ao pouco, / mas com frequência, logo esse pouco passará a ser muito.